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ISSN 1980-7767

ano 5
edição atual: número 26, julho & agosto de 2010

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5/10/2009

Pedregulho (nota)

Do dia 18 de Outubro de 2009 a 20 de Fevereiro de 2010, a CasaQuattro Comunicação, de Maria Baldan, vai reunir artistas plásticos, urbanistas, arquitetos, críticos, historiadores de arte e estética para a realização de quatro residências artísticas, grupos de estudos e mesa de debates no Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Moraes, mais conhecido como Pedregulho, projetado pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy. Todas as ações serão direcionadas a comunidade local e sem custo. Entre os principais envolvidos estão Jarbas Lopes, Marisa Flórido César e a Associação Chiq da Silva. Dessa experiência sairá um livro com um conteúdo significativo sobre questões atuais na relação entre a arte e a comunidade e será distribuído para todo o Brasil.

Pedregulho

O projeto de residência artística Pedregulho consiste na realização de quatro residências artísticas com promoção de atividades junto à comunidade do Conjunto Habitacional Prefeito Mendes de Moraes (mais conhecido como Pedregulho) acompanhadas de profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo, pesquisadores e/ou críticos de arte, história da arte e estética, e a elaboração de um livro com registros de todo o processo de vivência artística no complexo e seus desdobramentos.

Como instrumento de aproximação com o complexo e seus habitantes, a primeira fase do projeto será a realização de um Grupo de estudos aberto à comunidade, cujo objeto de observação será o projeto do Complexo, estudando-o a fundo em suas proposições ousadas, sua história e sua situação atual. O Grupo de estudos se reunirá ao longo de 2 dias consecutivos com carga horária estimada de 16 horas ao total, e deverão fazer parte todos os integrantes da Equipe do projeto (detalhada mais abaixo). Poderão ser chamados profissionais de arquitetura, urbanismo e áreas afins para integrarem o Grupo de estudos.

O que se pretende principalmente com a realização do projeto é lançar foco para a recuperação simbólica e estrutural deste edifício, símbolo de um período fundamental para a história política e cultural do país, a partir do qual traçamos vetores de problematização de questões culturais, sociais e econômicas, intrínsecas à utopia modernista.

 


Aguarrás, editoria