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ISSN 1980-7767

ano 5
edição atual: número 27, setembro & outubro de 2010

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18/5/2010

Ponto de Cultura Garapa

Ponto de Cultura GarapaNo próximo dia 21 o Ponto de Cultura Garapa inaugura sua sede na R Dom Pedro II, 1313, Centro, Piracicaba/SP.

Entre uma série de apresentações artísticas está confirmada a presença do mentor do programa, Célio Turino, ex-secretário de cultura e cidadania do MinC, que lança e divulga seu livro Pontos de Cultura – O Brasil de baixo para cima.

O Ponto de Cultura Garapa integra uma rede de quase 500 pontos no Estado de São Paulo, num total de aproximadamente 3.000 em todo país. São terreiros, capoeiristas, grupos de teatro, núcleos de arte/educação, balés de comunidades carentes, aldeias indígenas, artesãos, pensadores, produtores, todos envolvidos numa rede de trocas e intercâmbios, como agentes culturais.

A última grande seleção de projetos de Ponto de Cultura, realizada mediante uma parceria do Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura, contemplou 300 pontos no Estado, sendo o Garapa um deles.

E o trabalho do Garapa já começou, desde o início deste ano, com o projeto Plantando Sonhos de ensino das Artes Cênicas em escolas públicas, em parceria com o Grupo Andaime de Teatro da Unimep.

Agora, com o novo espaço que será inaugurado, o Garapa quer articular cada vez mais ações que promovam a cultura local, seja nas áreas de teatro, dança, música, artes plásticas, entre muitas outras formas de organização e expressão não só de produtos artísticos, mas que envolvam toda a cultura como saber essencial.

PROGRAMAÇÃO

O evento de inauguração do Ponto de Cultura Garapa, no dia 21 de maio, está organizado:

  • 19h – Recepção com música ambiente
  • 19h15 – Apresentação de capoeira e show de pirofagia – Grupo Estilo Acrobático Capoeira
  • 19h30 – Músicos locais (Hermes Petrini e convidados / Bira, Casa do Hip-Hop)
  • 20h – Falas oficiais (Ponto e autoridades)
  • 20h30 – Lançamento do Livro de Célio Turino.
  • 21h – Cenas do Andaime (teatro)
  • 21h 30- Maracatu – Bloco da Ema
  • 22h – Fim

Teremos também:

  • participação de artistas plásticos locais (Manuel Guglielmo, Danilo Salvego, Rita Moura, Beth Elias, Morelato, Chico Coelho), expondo trabalhos nas instalações da sede.
  • serviço de Lanchonete com comidas e bebidas e um Garapeiro, é claro!

Contatos:

  • ORKUT DO PONTO: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=mp&uid=14573006727105011113
  • BLOG DO PONTO: http://www.pontodeculturagarapa.blogspot.com
  • SITE DO ANDAIME: http://www.andaimeteatro.com.br/

O outro lado

Um talentoso e querido amigo desse mundão digital sem porteira, Alexandre Bobeda, está lançando um livro. Parte desse trabalho é conhecido daqui da editoria do Aguarrás e portanto a recomendação é em dobro, tanto pelo lançamento do livro em si quanto pelo trabalho dele que nós já conhecemos de longa data.

O outro lado, de Alexandre Bobeda

A contracapa do livro:

Bem vindo ao outro lado!

Aqui é como um “universo paralelo”, com uma dimensão imaginada de nosso próprio cotidiano, de nossa vida, do nosso mundo – tendo o Rio de Janeiro como pano de fundo. São lugares reais, porém fantásticos e ao mesmo tempo estranhos em sua rotina; seres-personagens que extrapolam as características “do outro” que muitas vezes reconhecemos e conhecemos; situações que poderiam muito bem acontecer fora do plano das ideias e do pensamento, se nosso mundo não tivesse esta mesma lógica que, por vezes, falha. Exatamente, outro lado, pois.

Assim, convido você a entrar neste outro lado e descobrir e desvendar 12 contos sobre coisas simples, mas exageradas, de nosso dia-a-dia. Ou de um mundo em particular.

A porta está aberta!

O lançamento é no dia 1° de junho de 2010, no Rio de Janeiro, na Av. Mem de Sá, 126, Lapa.

O livro sai pela Multifoco.

13/4/2010

Barracão das dissimilitudes (nota)

BARRACÃO DAS DISSIMILITUDES Danilo Salvego, expondo o conjunto de fotografias “Turismo” e junto de outros 9 artistas, conta com sua presença no BARRACÃO DAS DISSIMILITUDES, ateliê integrante do projeto “Rio das Artes”, realizado pelo SESC Piracicaba.

Dias 17 e 18 de abril de 2010

Das 10h às 17h

BARRACÃO DAS DISSIMILITUDES

Rua Antonio Corrêa Barbosa, 699 – Piracicaba - SP

8/4/2010

Café Espacial 6

Café Espacial 6É sempre uma felicidade receber a Café Espacial. A revista está apenas no número 6 mas eu já separo um bom chá, tempo e uma rede a jeito para curtir.

A número 6, fica aqui o puxão de orelha, tem um deslize horrível nas páginas 18 e 19, com uma imagem que deveria estar com o branco transparente cobrindo parte da entrevista com a banda VitrolaVil. Fiquei adivinhando pelo contexto o restante das palavras encobertas mas eu tenho certeza de que já amarraram o diagramador no tronco e que você pode assinar a publicação sem susto.

A Café Espacial é, para mim, fonte de grande prazer porque descubro nela novos assuntos e interesses. Nesta edição fiquei com vontade – e vou ceder a ela – de procurar os livros da autora Carol Bensimon, de conhecer melhor o trabalho da fotógrafa Laura Gattaz e de ouvir o som do VitrolaVil. As bandas, não sei se por ignorância minha ou vanguardismo da revista, são sempre uma descoberta. E eu adoro descobrir coisas novas.

Agora, preciso falar para vocês, comovente mesmo foi a matéria Na sala de projeção, o coração do cinema. Tomo a liberdade de transcrever alguns trechos:

Senhor Carlito explicou que antes os filmes eram exibidos em celulóide, o que acarretava grande risco de queimar. Hoje, em poliéster, os filmes chegam à sala de projeção em diversas partes e são bem resistentes, diferentes de uma época em que a máquina de projeção era a carvão.

(…)

E então que senhor Carlito nos conta que é aposentado na função de “operador cinematográfico”, com carteira assinada e tudo. “Pode ver, eu trouxe para você conferir”, mostra orgulhoso.

(…)

E o saudosismo? Existe? O senhor Carlito garante que não.

“Os tempos mudam e precisamos acompanhar o que tem acontecido na nossa era. Foi uma época muito boa enquanto trabalhei com isso, mas temos que entender que o cinema sempre será cinema e os projecionistas, pode perceber, continuam solitários levando luz à tela e ao coração das pessoas”.

Lindo, não?

22/1/2010

Cedar Lewisohn

Um curador de arte de rua. I should live so long.

Cedar Lewisohn fez a palestra no auditório do MASP, acho que sob patrocínio. Havia uma geladeirinha de Red Bull colada à mesa, tornando muito difícil documentar o evento excluindo a marca comercial.

Antes de iniciar a palestra, Lewisohn mostrou um documentário da exposição que ele montou na Tate Gallery há dois anos. E um mapinha da Tate e seus arredores, com os locais – dentro e fora do museu – que haviam sido pintados especialmente para o evento pelos artistas escolhidos por ele.

O documentário mostrava também os preparativos das pinturas: gruas levantando as equipes dos artistas e seus materiais artísticos até o alto dos muros a serem pintados; a colocação dos suportes de metal, a montagem com stencils. À parte, ele comentou sobre o protesto de alguns visitantes com a figura enorme de um negro empunhando uma teleobjetiva como se fosse um fusil. Foi considerada uma arte muito agressiva.

Mas é preciso ser um pouco agressivo às vezes, acrescentou.

E que é importante ter uma visão política das coisas.

Mas Lewisohn não chamou Banksy – o mais famoso e o mais agressivo dos artistas de rua da Inglaterra. Disse que Banksy é muito conhecido em Londres, e que ele buscou apresentar a diversidade.

Diversidade mas não muito.

Lewisohn mostrou o que ele considera um diálogo entre a arte de rua e a arte canônica ocidentale. Ele acha importante que as pessoas notem que a arte de rua não é graffiti “mindless”. O diálogo que é mostrado se dá no nível formal, não conceitual. Sixeart, o artista de rua de Barcelona é similar a Miró. Por causa das cores. Dubuffet e Basquiat também podem ser comparados. Por causa das figuras humanas atulhadas, uma em cima da outra. Lewisohn cita o que ele considera ser um gênero de fotografia, o “poverty photos”. E mostra como algumas obras de rua são iguaizinhas.

Na exposição da Tate estavam presentes os brasileiros Os Gêmos e Nunca. Lewisohn comenta que ter chamado o Nunca foi necessário porque a mensagem dele é mais direta, mais facilmente compreendida do que a dos Gêmeos.

Seguem-se de Kooning, Haring, Christo e as Guerrilla Girls. Somos lembrados da origem cubista da colagem, há uma rápida passagem realismo francês do início do século XX com sua pintura de superfície. E mais uma comparação, agora entre um orientalismo decorativo presente no modernismo e arabescos de rua.

Lewisohn suspira por uns valerem muito mais do que outros e isso o leva para o assunto publicidade.

Ele acha que a publicidade tem seu lado positivo, apesar da opinião de alguns esquerdistas.

“They may be right, but we shall see it from another point of view, there is some positive aspects in advertising.”

E ele considera muito importante que a arte de rua vá para os museus e para as galerias.

Essa sua opinião, aliás, foi o que lhe valeu a palestra no MASP, que expõe arte de rua na mostra De dentro para fora, de fora para dentro.

O primeiro motivo para a arte de rua ir para museus e galerias é que nesses lugares, as pessoas podem prestar mais atenção nela. Não diz quais pessoas.

O segundo motivo é que arte de rua é muito melhor que arte pública (a arte comprada pelo poder público para enfeitar as cidades). A arte pública depende de uma burocracia, de comitês julgadores. É uma arte de consenso. A arte de rua será sempre uma arte mais viva porque não precisa de burocracia. Depois de ser admirada pelas “pessoas”, a arte de rua então pode voltar para as ruas e ocupar de fato o lugar que é dela. Mais um motivo: a arte de rua atrai público jovem para os museus. Não só jovens. Mulheres e outras minorias também.

Mas a ida para o museu, contudo, pode causar alguns problemas para a arte de rua. Por exemplo: a superfície dos muros é mais irregular que uma tela ou a parede lisinha das galerias e museus. E os artistas, acostumados a pôr uma base grossa nos seus trabalhos de rua, precisam adaptar a técnica. Outro problema: às vezes o ambiente em torno, com uma calçada quebrada ou um mato crescendo por perto, pode fazer falta.

Ele acha que o contexto local às vezes pode ser importante.

10/1/2010

Do padecer da crítica

Este artigo, inicialmente, trataria de um assunto que considero muito mais nobre em sua essência, já que seria uma reflexão sobre o papel da crítica de arte na era da comunicação global.  Infelizmente, ao pesquisar sobre o assunto percebi que o problema se dava muito antes de se ter algo para criticar e ia muito além do que a própria crítica em si. Ao que parece, sustentar uma opinião tornou-se um motivo para que qualquer pessoa seja merecedora de um linchamento moral – e às vezes até físico – só por ter um ponto de vista divergente de alguém.

É óbvio que não se trata de generalizar indiscriminadamente a situação, e que ainda é muito edificante poder debater uma idéia, inclusive com pessoas de opiniões contrárias às nossas. Porém, com a democratização dos meios de comunicação, isso ficou muito mais difícil, sendo necessário analisar bem onde e com quem abrir a boca.  Opinar nunca foi tão fácil: twitter, blogs, redes sociais e até o quase finado e-mail são ferramentas que não requerem esforço e ainda agregam a vantagem do anonimato, que é um prato cheio para quem tem preguiça de assumir o que diz.   Se por um lado a internet democratizou a opinião pública, por outro deu voz a um sem número de pessoas às quais a maior dádiva seria o silêncio.

A opinião é, a meu ver, uma das características que nos distinguem de símios que reviram, com um fêmur em mãos, uma carcaça de bisão. É importante ressaltar, porém, que ter opinião não significa, necessariamente, que ela esteja certa, ou, ainda, que devemos levá-la a sério. Sobre isso, o filósofo Olavo de Carvalho comentou certa vez em seu True Outspeak que “o direito de se ter opinião é proporcional ao interesse sincero que você tem sobre o assunto. Se você não tem interesse sobre o assunto ou sequer lê alguma coisa, por que devemos ter o interesse de ouvir a sua opinião?”. Para complementar o raciocínio, ele propõe a criação de um supositório de opinião, que a meu ver seria a solução ideal para determinadas pessoas que ainda insistem em transferir o motivo de um debate do assunto para o sujeito.

Quem quer ser levado a sério deve ser tratado seriamente, por isso é infundada a reação que alguns críticos têm de se sentirem ofendidos ao menor sinal de questionamento, como se isso fosse sinal da mais vil censura ou, no mínimo, exemplo de pura presunção – palavra que muitas vezes só é uma forma pomposa de julgar alguém que ousa saber mais do que outra pessoa. Nesse ínterim, o questionamento da idéia passa a ser tratado como questionamento do caráter. Para alguns, a crítica virou um mero exercício do jus esperniandi.

Vale ressaltar que crítico é qualquer pessoa que exerce o poder de crítica, palavra essa que, derivada do grego krinein, significa separar, julgar. A todo momento emitimos julgamentos acerca de alguma coisa, por mais trivial que ela seja: uma refeição ruim, uma embalagem não muito prática, um filme modorrento. Não é preciso ser um gourmet, um designer ou um cineasta para formar a nossa opinião, e é por isso que, neste aspecto, este artigo não diferencia profissionais ou amadores. A (in)capacidade de se fazer uma crítica séria e embasada  é abrangente àqueles que têm algo relevante a ser dito, independente de projeção profissional.

A grande arma do falso crítico é, como denominou Schopenhauer, a dialética erística, que se concentra em desqualificar o adversário para vencer um debate sem precisar ter razão ou sequer discutir o assunto proposto.  É o que vemos por aí quando se fala mais da pessoa do que da idéia, produzindo respostas baseadas unicamente em pressupostos sobre o caráter, a escolaridade, o nível cultural e, acredite, até a opção sexual da pessoa.

O fato é que a culpa não é unilateral. Por um lado estão muitos críticos ditos especializados, sentados em suas torres de marfim, ditando o que é in e o que é out, rebaixando artista e público a escravos de suas pretensões. Por outro, determinado nível de público que se utiliza apenas da própria “embocardia” mental para exercer seu direito de opinião, declarando guerra a quem ouse pensar diferente. Nesse badminton de vaidade, só quem perde é o público para o qual uma crítica é – oh! – apenas uma crítica. Dialogar, às vezes, deixa de ser um exercício filosófico para ser um exercício de autocontrole.

Como no dito popular, grandes mentes discutem idéias, mentes pequenas discutem pessoas.  Nesse contexto, acho interessante salientar um trecho de uma crônica de autoria de César Boschetti, na qual ele diz que “a crítica, se arrebatada e irrefletida, é simples bravata. Se maledicente e sem propósito, é mera calúnia. Se arrogante, apenas humilha e destrói. Se hipócrita, só confunde. Se fria e racional, torna-se tediosa. A crítica deve ser oportuna sem ser oportunista. Deve provocar, mas não ofender. Deve questionar ao invés de julgar. Deve ser inteligente, sem ser sábia. A crítica deve ter paixão para ser humana e indignar-se para ser autêntica. A crítica deve ser criança sem ser infantil e madura sem ser caduca.”

Fica cada vez mais difícil se posicionar ideologicamente sabendo que existe tanta intemperança, que acaba ocorrendo o que eu chamo de “hipolexia de rebote”, ou seja, o trabalho de manter uma discussão em um nível aceitável, sem cair em armadilhas manjadas, é tão grande, que às vezes é muito melhor ficar quieto para evitar uma úlcera. Até porque nunca devemos discutir com um incapaz, porque ele tende a levar tudo ao próprio nível para vencer por experiência. A esses, melhor seria se a invenção do professor Olavo fosse verdade.

1/12/2009

encontro Pró-AAESP (nota)

O Grupo Pró-AAESP, para reconstrução da Associação de Arte-Educadores do Estado de São Paulo, promove um encontro neste sábado, dia 5 de dezembro das 14h às 17h no Auditório Lupe Cotrim, da ECA, com transmissão por IPTV o que permite participação via internet.

Envio-lhes o convite virtual para participação e divulgação entre os alunos, os colegas, enfim todos que possam se beneficiar e colaborar.

Tema: Polivalência, Interdisciplinaridade e Interterritorialidade no Ensino da Arte.

INFORMAÇÕES E CONTATO: www.proaaesp.wordpress.com

endereço: www.iptv.usp.br

clicar 1: transmissões

clicar 2 : ao vivo

Para participar com questões: enviar mensagem para: proaaesp@hotmail.com

ECA: Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária – CEP 05508-020 – São Paulo – SP

30/11/2009

Café Espacial

Recebi a revista Café Espacial números 4 e 5 junto com o informativo Quarto Mundo número 3. As duas publicações formam uma combinação interessante, quase um diálogo proposital.

A Café Espacial é uma publicação de quadrinhos, arte, ilustração, literatura, fotografia e, acredito, qualquer coisa desde que ousada e interessante o suficiente.

O conto Contramão do Sergio Chaves, por exemplo, nos mostra que apesar dos blockbusters atuais, o fim do mundo pode sim ser um tema interessante. A revista ainda tem uma seção com resenhas musicais que, de uma vez só, conseguiu fomentar a minha curiosidade para conhecer umas 10 bandas das quais nunca tinha ouvido falar (culpa minha, sem dúvida).

Dos quadrinhos, o que mais gostei foi o F for Knife, de Biu e Shiko. “Entre sua janela e a do quinto andar ocorreu-lhe que Hulks são de Marte e Smurfs são de Vênus” é daquelas frases para virar tagline ou, um sendo pouco mais atual, um twitt. HQs, aliás, são o grande forte da revista. Propostas inteligentes e traços fantásticos.

Para não dizer que não falei de espinhos, achei as resenhas de cinema jornalísticas demais, muito didáticas. Acabam conflitando com o resto da revista. Não que tenha algo de errado em ser didático, apenas não me pareceu fazer parte da linguagem da publicação.

O informativo Quarto Mundo, também muito voltado para HQs, tem no número 3 uma que mistura fotografia com traço. É uma proposta interessante e um exercício importante de linguagem mas confesso que me causou a mesma estranheza que senti quando vi Waking Life, uma animação que usa a técnica de rotoscopia, ou seja, desenhada em cima de uma referência filmada.

A Café Espacial número 5 traz o ensaio O olhar cansado, de Luc de Sampaio, sobre o qual comento no podcast em que entrevistei o fotógrafo, de quem sou grande fã.

16/11/2009

Rádio UNESP

Entrevista do Eric Novello na Rádio UNESP (mp3).

5/11/2009

Alma e Sangue (nota)

Lançamento do livro Alma e Sangue, o Império dos vampiros, de Nazarethe Fonseca, editora Aleph.

Quinta, dia 12 de novembro, a partir das 19h,
na livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista.
Rua Treze de Maio, 1947, Paraíso, São Paulo/SP.

1/11/2009

notinha sobre funcionalidade

O Aguarrás ganhou nesta edição um recurso visual em sua navegação. Agora a capa em destaque não permanece mais sendo sempre a da edição atual e passa a mostrar a edição a que corresponde o artigo ou a lista de artigos em questão.

Aproveitamos para deixar aqui alguns links úteis para quem se interessa sobre o assunto:

Bug reports e comentários são bem-vindos.

15/10/2009

O Milagre do Santinho Desconfiado (nota)

A diretora Lucia Coelho comemora 40 anos dedicados ao teatro infantil com a estreia do premiado texto “O Milagre do Santinho Desconfiado” de Marília Gama Monteiro.

ESTREIA: dia 24 de outubro (sábado), às 16h30

LOCAL: CENTRO DE REFERÊNCIA CULTURA INFÂNCIA/TEATRO MUNICIPAL DO JOCKEY

Rua Mário Ribeiro, 410 / Gávea – entrada de automóveis (estacionamento gratuito)

Rua Bartolomeu Mitre, 1110 / Gávea – entrada de pedestres

Tel: 21 2540.9853

HORÁRIOS: sábado e domingo, às 16h30

DURAÇÃO: 55 min

INGRESSOS: R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 (meia entrada)

CAPACIDADE: 150 espectadores

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: livre, indicada para a partir de 05 anos

TEMPORADA: até 29 de novembro

O Milagre do Santinho Desconfiado, espetáculo infantil com texto de Marília Gama Monteiro, estréia dia 24 de outubro próximo no Teatro Municipal do Jockey. A direção é da “mestra” Lucia Coelho (comemorando 40 anos dedicados ao teatro infantil), que estará também em cena, ao lado de Marcelo Dias (Prêmio Zilka Salaberry de Melhor Ator de teatro para crianças em 2007 com O Ovo de Colombo, encenado também por Lúcia Coelho), Severa de Brito, André Costa e Pedro Maia.

Este texto foi vencedor do Concurso Nacional de Dramaturgia do então Serviço Nacional de Teatro / SNT (atual Funarte) em 1970. Com uma dramaturgia construída em versos, O Milagre do Santinho Desconfiado revive um momento marcante da história do Brasil: a abolição da escravatura.

SINOPSE

A peça fala da escravidão e dos anseios abolicionistas através do encontro de dois personagens: um menino negro, escravo, e um menino branco, o abolicionista Euzébio de Queiroz quando criança.

Quem conta a história é Pai João, preto velho, narrador/testemunha do período da escravidão no Brasil. Ele é uma alegoria do negro sofredor e humilde, o “escravo que não é gente, mas que espera a sua redenção como se fosse um milagre do seu santo de fé”.

A história é contada em flashback, com texto enxuto e narração rítmica – sua dramaturgia é construída em versos. A história é contada através de esquetes, como uma história em quadrinhos. O quadro final, com a presença da princesa Isabel, que decreta a lei Áurea, representa o milagre maior de pai João: a princesa, como um rei medieval, o nomeia “gente”.

A MONTAGEM – ENCONTRO DE LINGUAGENS

A peça começa com uma brincadeira proposta às crianças da platéia, quando todas são convidados a confeccionar barquinhos de papel – estes barquinhos serão direcionados para um agitado mar azul de pano, representando as centenas de navios negreiros que traziam os escravos para o Brasil.

Além do trabalho dos atores e da música especialmente composta por Marcelo Alonso Neves, a diretora lança mão de diferentes linguagens para contar esta história – o teatro de sombras, o teatro de bonecos e o teatro de brinquedo. O primeiro entra em cena mostrando os mistérios da floresta e seus animais, e os navios em travessia pelo mar. O teatro de brinquedo, montado diante do público, é formado por personagens de papel que, manipulados pelos atores, tomam o seu lugar durante parte da narrativa.

E a peça segue envolvendo a plateia numa onírica viagem de luzes, cores e muita música. Os quadros de Debret foram inspiração para a escolha das cores e criação das cenas da peça.

A preparação vocal dos atores é de Jorge Maia, os bonecos são de Michel Sousa e Juliana Werneck, a luz é de Jorginho de Carvalho, e cenário e figurino são de Carlos Alberto Nunes.

FICHA TÉCNICA

TEXTO: Marília Gama Monteiro

DIREÇAO: Lucia Coelho

ELENCO: GRUPO NAVEGANDO

Lúcia Coelho (Mãe preta)

Marcelo Dias (Pai João – o ator foi eleito o Melhor Ator e ganhou o Prêmio Zilka Salaberry de teatro para crianças em 2007 com O Ovo de Colombo, encenado por

Lúcia Coelho)

Severa de Brito (Mãe Branca)

André Costa (Zezé)

apresentando Pedro Maia (João/Tição)

CENÁRIO E FIGURINO: Carlos Alberto Nunes

ADEREÇOS E PINTURA DE ARTE: Nilton Katayama e Thieny Katayama

ASSESSORIA TEATRO DE SOMBRAS: Magda Modesto

MÚSICA: Marcelo Alonso Neves

BONECOS: Michel Sousa e Juliana Werneck

ILUMINAÇÃO: Jorginho de Carvalho

ASSESSORIA DE BONECOS: Magda Modesto

PREPARAÇÃO DE VOZ: Jorge Maia

PREPARAÇÃO DE CORPO: Marcelo Dias

FOTOGRAFIA: Mário Grisolli

PRODUÇÃO: Lucia Coelho, Marcelo Dias e Heloiza Quaresma

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Lena Brasil

ASSESSORIA DE IMPRENSA: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

5/10/2009

Pedregulho (nota)

Do dia 18 de Outubro de 2009 a 20 de Fevereiro de 2010, a CasaQuattro Comunicação, de Maria Baldan, vai reunir artistas plásticos, urbanistas, arquitetos, críticos, historiadores de arte e estética para a realização de quatro residências artísticas, grupos de estudos e mesa de debates no Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Moraes, mais conhecido como Pedregulho, projetado pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy. Todas as ações serão direcionadas a comunidade local e sem custo. Entre os principais envolvidos estão Jarbas Lopes, Marisa Flórido César e a Associação Chiq da Silva. Dessa experiência sairá um livro com um conteúdo significativo sobre questões atuais na relação entre a arte e a comunidade e será distribuído para todo o Brasil.

Pedregulho

O projeto de residência artística Pedregulho consiste na realização de quatro residências artísticas com promoção de atividades junto à comunidade do Conjunto Habitacional Prefeito Mendes de Moraes (mais conhecido como Pedregulho) acompanhadas de profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo, pesquisadores e/ou críticos de arte, história da arte e estética, e a elaboração de um livro com registros de todo o processo de vivência artística no complexo e seus desdobramentos.

Como instrumento de aproximação com o complexo e seus habitantes, a primeira fase do projeto será a realização de um Grupo de estudos aberto à comunidade, cujo objeto de observação será o projeto do Complexo, estudando-o a fundo em suas proposições ousadas, sua história e sua situação atual. O Grupo de estudos se reunirá ao longo de 2 dias consecutivos com carga horária estimada de 16 horas ao total, e deverão fazer parte todos os integrantes da Equipe do projeto (detalhada mais abaixo). Poderão ser chamados profissionais de arquitetura, urbanismo e áreas afins para integrarem o Grupo de estudos.

O que se pretende principalmente com a realização do projeto é lançar foco para a recuperação simbólica e estrutural deste edifício, símbolo de um período fundamental para a história política e cultural do país, a partir do qual traçamos vetores de problematização de questões culturais, sociais e econômicas, intrínsecas à utopia modernista.

30/9/2009

Alicia de Larrocha (nota)

Faleceu dia 26/09/2009 uma das maiores artistas de todos os tempos, Alicia de Larrocha, sobre quem já escrevi aqui.

Alicia foi uma das maiores artistas do século XX e começo do século XXI, seu repertório se entendia desde Scarlatti até Rachmaninov, embora sua mãozinha não se estendesse por mais do que uma oitava. Dona de um timbre único e inconfundível, agudos brilhantes e baixos poderosos, Alicia tinha pleno domínio do instrumento e uma personalidade musical que, embora fosse inventiva e rica, nunca perdia o senso de estilo ou a diferenciação das escolas estéticas. Scarlatti é Scarlatti, Mozart é Mozart, Chopin é Chopin e Rachmaninov é Rachmaninov.

Arrau, Horowitz & de Larrocha
Arrau, Horowitz & de Larrocha

Ao mesmo tempo era uma pessoa humilde, discreta e amável. Em uma entrevista de 1995, o repórter do New York Times conta que ela abafou o piano para não incomodar os vizinhos:

“Several thick rolls have been hidden beneath the sounding board of her Steinway grand — out of sight, but they do the job. I do not want to disturb the neighbors,” she said midway through a recent interview. Inspecting the old-fashioned coarse-hair material, she added: “I didn’t want them to complain. The very first day, a friend of mine put the stuff under the piano. I can practice very comfortably.”

Não há palavras para expressar essa perda. Tudo o que podemos é ouvir e nos maravilhar com o imenso legado que a Alicia nos deixou.

21/9/2009

Gestualidade na Cena Contemporânea

Companhia do Gesto realiza ciclo sobre a Gestualidade na Cena Contemporânea

Em sua passagem por São Paulo, após 15 anos, a Companhia do Gesto – em temporada com o espetáculo A MARGEM – realiza, de 5 a 26 de setembro, na UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA um Ciclo gratuito de quatro encontros sobre a Gestualidade na Cena Contemporânea.

O primeiro encontro, realizado dia 5 de setembro, contou com a presença de Álvaro Assad, diretor do espetáculo A Noite dos Palhaços Mudos, que falou sobre a tríade Teatro-Mímica-Humor ao lado de Luís Igreja, diretor da Companhia do Gesto. O bate-papo abordou os meios de pesquisa de cada diretor com foco no gesto em cena e as opções de usar ou não a palavra. Já Luís Igreja defendeu a ideia de que teatro gestual é teatro do ator vivo, com presença plena em cena, todo em alerta, pronto para o jogo do presente e para a resposta da plateia.

Dia 12 de setembro aconteceu o segundo encontro com a presença de Tiche Vianna e Ésio Magalhães, do Barracão de Teatro, de Campinas (SP). A atriz e diretora falou um pouco da história dela e de como chegou às máscaras (comédia dell’arte) e do processo como diretora e de criação do Barracão Teatro. Tiche também abordou de como um tema é suficiente para a constituição de uma dramaturgia que parte do encontro do corpo com o espaço e como a ação pode ser composta pelo diálogo entre movimento e pausa, som e silêncio. Para ela, o gesto na cena contemporânea tem seu lugar no espaço de encontro com o público.

Ésio, palhaço e ator, complementou falando que a máscara – e entenda-se também o nariz do palhaço como a menor de todas as máscaras – traz como técnica e ferramenta a cumplicidade com o público, puxa ele para dentro da cena, exige sua participação para comunicar. E falou da cena que se constrói a partir dessa relação, que exige do ator agir e reagir no presente, no instante em que a cena se faz.

Os próximos encontros acontecem nos dias 19 e 26 de setembro, sempre aos sábados, às 19 horas, na UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA. Antônio Januzelli e Henrique Schafer, da Universidade de São Paulo (USP) são os convidados do dia 19 de setembro e Ana Achcar, do Rio de Janeiro e Kil Abreu, de São Paulo falam com o público no dia 26.

PROGRAMAÇÃO

19 de setembro, sábado, às 19 horas

Antônio Januzelli e Henrique Schafer – Universidade de São Paulo/ SP

Como tocar aquele que vê? Com esse mote o diretor Antônio Januzelli e o ator Henrique Schafer falam sobre o trabalho para atingir a presença cênica através de uma escuta delicada e contínua da respiração, dos poros, dos músculos e dos órgãos.

Antonio Januzelli é ator, diretor, professor e pesquisador. Doutor em Teatro pela Universidade de São Paulo e coordenador do Lince – Laboratório do Ator do Departamento de Artes Cênicas, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e representante do Depto. de Artes Cênicas da ECA na AIEST – Asociación Iberoamericana de Escuelas Superiores de Teatro.

Henrique Schafer é graduado em Licenciatura em Artes Cênicas na Universidade de São Paulo. Em São Paulo, há mais de 15 anos, coordena projetos pedagógicos de teatro em instituições diversas, inclusive como professor e diretor. Foi indicado em 2005 para o Prêmio Shell, como ator, por sua atuação no monólogo O Porco.

26 de setembro, sábado, às 19 horas

Ana Achcar – Rio de Janeiro/ RJ e Kil Abreu – São Paulo/ SP

Doutora em Teatro com tese que trata da formação do palhaço de hospital e professora de Interpretação da Escola de Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, onde ministra cursos de jogo da máscara e jogo do palhaço, Ana Achcar é também coordenadora do Programa Enfermaria do Riso, que forma estudantes de Teatro para atuarem como palhaços em hospitais.

No encontro, Ana aborda o exercício da relação entre riso e corpo na formação do ator/palhaço hoje. A ação, espaço e tempo, o objeto, a palavra, e como se constroem na perspectiva do jogo da máscara do palhaço e do lugar que o corpo do ator assume na experiência do risível e no deslocamento de limites da cena contemporânea.

Jornalista e crítico, Kil Abreu é pesquisador de teatro e pós-graduado em Artes pela Universidade de São Paulo (USP). Foi curador do Festival de Teatro de Curitiba, crítico do jornal Folha de São Paulo e Diretor do Departamento de Teatros da Secretaria Municipal de Cultura/SP. Atualmente compõe o júri do Prêmio Shell de São Paulo. No Ciclo , Kil aborda a especialização da mão de obra e os redimensionamentos que a criação artística está passando pautados no rigor dos meios expressivos.

Para Roteiro:

GESTUALIDADE NA CENA CONTEMPORÂNEA – Dias 5, 12, 19 e 26 de setembro, sábados, às 19 horas, no Espaço Décimo Primeiro andar da UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA. Direção Geral – Luís Igreja. Direção de Produção e Coordenação do Ciclo– Ana Carina. Convidados – Álvaro Assad, Tiche Vianna, Ésio Magalhães, Antonio Januzelli, Henrique Schafer, Ana Achcar e Kil Abreu. Duração – 90 minutos. Recomendável para maiores de 14 anos. GRÁTIS. Retirada de ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria.

UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA – Avenida Paulista, 119 – Estação Brigadeiro – Fone: (11) 3179-3700. Acesso para deficientes físicos. Bilheteria – De terça a sexta das 9 às 22 horas e sábados, domingos e feriados das 10 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades do SESC). Capacidade do Espaço Décimo Primeiro Andar – 50 lugares. www.sescsp.org.br

31/8/2009

Curso de roteiro com Octavio Cariello

Cariello Roteiro
Curso de Roteiro para Histórias em Quadrinhos no Espaço Cultural Terracota

Octavio Cariello já atuou nas grandes editoras de quadrinhos do mundo e neste curso ele apresentará a estrutura do roteiro para HQs segundo os padrões das maiores, permitindo que os interessados, desenhistas ou não, possam dominar este gênero que vem ganhando cada vez mais mercado no Brasil. Entre os assuntos abrodados estão: criação de personagens, elaboração de universos, elementos das narrativas gráficas, elaboração de projetos, entre outros.
O curso tem início em 16 de Setembro de 2009 e é certificado pela Universidade Cruzeiro do Sul
Dia e horário: quartas, das 19h30 às 22h30.

Matrículas e dúvidas no email contato@terracotaeditora.com.br
ou pelo telefone 11-2645-0549

http://www.terracotaeditora.com.br

Espaço Cultural Terracota – Av. Lins de Vasconcelos, 1886 – Vila Mariana – São Paulo/SP

30/8/2009

podcast do Aguarrás

É com grande prazer que anuncio a criação do podcast do Aguarrás.

Podcast é um arquivo de áudio. Está sendo chamado de “rádio na web” mas este me parece um conceito estranho, já que o rádio pressupõe uma programação cheia e linear. Independente de questões filosóficas sobre o podcast, podemos resumir como “áudio”.

O podcast do Aguarrás entra no ar ainda em setembro e o primeiro convidado é o artista plástico, fotógrafo e designer Danilo Salvego. A periodicidade é quinzenal e o arquivo de áudio pode ser reproduzido livremente desde que sem qualquer alteração ou edição e com um link para o podcast.

Desde já agradecemos a divulgação!

28/6/2009

dia mundial do Rock

A Livraria Cultura convida você para comemorar o Dia Mundial do Rock

dia mundial do rockNeste sábado, a Livraria Cultura, em parceria com a Produtora Tudoteca, antecipa o dia mundial do rock, que iniciará com a exibição do show ‘Rainbow: Live in Munich 1977′, da ST2, com uma breve explicação sobre a banda, seu componentes e as biografias de Ritchie Blackmore e Ronnie James Dio, às 15h haverá uma palestra sobre a história das capas mais famosas do rock, às 16h uma projeção do vídeo sincronizado de ‘O Mágico de Oz’ com o álbum ‘The Dark Side of the Moon’, do Pink Floyd, e às 17h acontecerá uma palestra sobre os mitos e as lendas do rock, ministrada pelo jornalista Sérgio Pereira Couto.

11 de julho, a partir das 14h.

Livraria Cultura Bourbon Shopping Pompéia – Rua Turiassu, 2100 – São Paulo/SP

22/4/2009

Tripalium

Tripalium

Esculturas e objetos de Miguel Simão

Espaço Cultural 508 Sul
Galeria Parangolé
Brasília-DF

Tripalium

2/4/2009

Luiz Costa Lima

Luiz Costa Lima lança
O controle do imaginário & a afirmação do romance

O controle do imaginário & a afirmação do romance

Quarta-feira, 15 de abril de 2009, 19h
Livraria da Travessa
R. Visconde de Pirajá, 572
Ipanema / Rio de Janeiro – RJ
Tel (21) 3205-9002

28/3/2009

Ana Vitória Mussi

Ana Vitória Mussi
Mergulho na imagem
abertura: 31 de março de 2009, de 19 às 22h.
Galeria Tempo
Av. Atlântica 1782 – loja E – Copacabana (RJ/RJ)
Tel (21) 2266-4588

Ana Vitória Mussi @ Galeria Tempo

6/3/2009

Paradigmas

Paradigmas

A Tarja Editorial convida para o lançamento de

Paradigmas – volume 1
Sexta-feira, 20 de março de 2009, 18:30h
Bardo Batata – gastronomia e cultura
Rua Bela Cintra, 1333 – Jardins
São Paulo / SP – (11) 3068-9852

Autores: Ana Cristina Rodrigues, Bruno Cobbi, Camila Fernandes, Cristina Lasaitis, Eric Novello, Jacques Barcia, Leonardo Pezzella Vieira, M. D. Amado, Maria Helena Bandeira, Osíris Reis, Richard Diegues, Roberta Nunes, Romeu Martins.

4/3/2009

Oficina de criação literária

Os amigos e colaboradores do Aguarrás Alexandre Faria e Oswaldo Martins vão lecionar uma oficina de criação literária no Rio de Janeiro.

Shopping Nova América, na Livraria Nobel. Tem metrô do lado.

Sábados, de 10 às 13h, a partir de 21 de março.

(21) 8823.4513 / 8143.8622

Oficina de criação literária

Não perca!

21/2/2009

2º FC do B

2º edição do Concurso Literário FC do B – Panorama 2008/2009.

O projeto FC DO B tem o propósito de promover a literatura através do incentivo aos escritores, além de ajudar a difundir e renovar a Ficção Científica nacional.

A edição passada do concurso recebeu mais de duzentos trabalhos de todo o país e do exterior, resultando numa coletânea com diversidade temática e de surpreendente qualidade.

Para participar e para maiores informações, visite o site do concurso: http://www.fcdob.com

9/12/2008

Manifestações 3

O vernissage da exposição Manifestações 3 será no dia 11 próximo, quinta-feira, de 19 às 23h, no MuBE.

A exposição vai de 12 de dezembro de 2008 a 11 de janeiro de 2009 e conta com o trabalho de vários alunos/escultores, inclusive da Clarissa Von Uhlendorff.

Não perca, vai ficar pouco tempo.

2/11/2008

edição 16

Sobre a capa da edição 16 (ano 3) do Aguarrás

detalhe da capa da edição 16

Trouxe para minha tinta a óleo uma porta de banheiro, com seus desenhos e palavrões.

Fiz isso pensando em Oswaldo Martins, que também traz, para seus versos, a sexualidade de Lapas e putas.

Oswaldo Martins foi despedido da Escola Parque (RJ) por alguns desses versos publicados.

Ele é um querido e admirado colaborador do Aguarrás desde seu início.

É profissional respeitado, com titularidade das melhores instituições de nível superior do país.

Poeta e editor conhecido.

Fica então aqui, na capa do número 16, ano 3, nossa homenagem e nosso desagravo.

15/10/2008

Michelangelo no MuBE

O cartaz na entrada da exposição de Michelangelo no MuBE diz que se trata de uma mostra didática.

Didática it is.

Indo de uma em uma por cada reprodução em gesso das obras do artista, chega-se às suas principais características.

1) A Madona com o Menino Jesus de 1525 mostra um menininho halterofilista, com a construção muscular carregada e hipertrofiada dos corpos feitos pelo escultor; o Torso Colossal de Fauno mostra até onde tal construção muscular pode ir, fazendo com que o realismo – tão decantada característica renascentista – suma para dar lugar a formas modificadas; e o alto-relevo Expulsão do Éden, da Igreja de São Petrônio, idem, com figuras já completamente disformes do ponto de vista realista, e completamente lógicas do ponto de vista conceitual.

2) Davi com a Cabeça de Golias, cópia da estátua em bronze de Florença, traz uma segunda característica do artista, que é a mistura de sexos. Se suas mulheres eram quase masculinas na musculatura e proporção de mãos e pés, esse Davi é quase uma menina, em sua androginia.

3) A Pietá inacabada, de 1553, expõe o processo do artista que jamais juntou blocos de mármores distintos para fazer suas figuras e jamais permitiu a participação de ajudantes ou discípulos, por mais exaustiva que fosse a tarefa encomendada. Aqui, o desbaste da peça está aparente, em toda sua dificuldade.

4) Na Vênus de Grotticella, a sinuosidade do corpo e o tamanho do pescoço trazem a curvatura maneirista que Michelangelo, no auge da Renascença, já apresentava.

A mostra traz, além das reproduções em gesso e pictóricas, dois desenhos originais do artista, montados em backlight, o que estraga um pouco o diálogo, a interação.

E não traz, nem poderia, nada que fale de como ele era.

Mal-humorado ao extremo, desbocado e pouco afeito a seguir convenções sociais como cortar o cabelo ou usar sapatos, Michelangelo atrai também por esse lado. Sempre pronto a brigar com quem lhe dava o pão de cada dia; detestando a presença alheia nos locais onde trabalhava e expulsando com igual vigor poderosos e curiosos; obsessivo ao extremo, fazendo e refazendo, ele mesmo, tudo, até ficar satisfeito, Michelangelo era o contrário do artista midiático e bem treinado em relações-públicas, de nossa época.

O papa Júlio II uma vez lhe pergunta quando uma determinada obra (já paga) iria ficar pronta.

Resposta: “assim que eu acabar.”

É meu herói.



comentário da editora: O meu também. Tem uma frase dele que adoro: “se vocês soubessem o quanto estudo, o quanto trabalho, o quanto me esforço, ninguém me chamaria de gênio”, em tradução livre e de memória (que costuma me trair).

10/10/2008

Meio Ambiente leva jornalistas e educomunicadores ao SESC-Vila Mariana

Como se comportam os jornais brasileiros frente ao tema das mudanças globais? Que estratégias de comunicação vem o governo adotando no tratamento dos conflitos que envolvem o meio ambiente? Existe, no Brasil, uma política de educação ambiental? Os investimentos do setor privado têm compensado suas contribuições para a acirrramento dos problemas ambientais? Que papel cabe, nesse contexto, às ONGs, ao Terceiro Setor e ao sistema formal de ensino? O que é “stress ecológico” e como as crianças e adolescentes se envolvem na luta pela preservação da natureza?

Estas e outras questões serão debatidas durante o VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, previsto para ocorrer no espaço do SESC-Vila Mariana (Rua Pelotas, 141, São Paulo), em São Paulo, entre 28 e 30 de outubro, numa iniciativa do NCE – Núcleo de Comunicação e Educação da USP, do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, do Canal Futura, do International Institute of Journalism and Communication, de Genebra, Suíça, e do SESC- Serviço Social do Comercio de São Paulo. O público esperado é de 700 pessoas de todo o país.

Está prevista a presença do próprio Ministro Carlos Minc na abertura do evento, assim como o a do Secretário do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, Eduardo Jorge Sobrinho, que acaba de encaminhar à Câmara Municipal um projeto de lei estabelecendo uma política de redução do nível de poluição na cidade. Também confirmou presença a recém-empossada Diretora do Departamento de Educação Ambiental do MMA, Lúcia Anello, assim como Rachel Trajberg, coordenadora das Conferências Infanto-Juvenis de Meio Ambiente, uma iniciativa do MEC juntamente com estados e municípios. Entre os 54 especialistas que atuarão nas mesas e painéis, encontram-se a jornalista Lúcia Araújo, do Canal Futura; André Trigueiro, da Globo News, Marcelo Leite, da Folha de São Paulo; Mathew Shirts, da Revista National Geographic; Herton Escobar, do Jornal O Estado de São Paulo; Adalberto Marcondes, Diretor da Revista Digital Envolverde – Ambiente, Educação e Sustentabilidade; Filomena Saleme, da Rádio Eldorado, e Eugênio Bucci, ex-presidente da Radiobrás e professor da ECA-USP.

O evento contará, ainda, com Ismar de Oliveira Soares, da ECA/USP, pesquisador do conceito da educomunicação; Daniel Raviolo, sociólogo argentino e fundador da ONG Comunicação e Cultura, de Fortaleza, CE, responsável por projeto de jornal em 1.200 escolas, possibilitando um mapeamento dos problemas ecológicos do Nordeste elaborado por crianças e adolescentes da região, assim como Marcia Rolemberg, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, vinculada ao Projeto Nas Ondas do Ambiente, que o Ministro Carlos Minc pretende lançar para todo o país.

Mostras de documentários e atividades artísticas farão parte da programação, ao que se somará uma série de workshops voltados à produção de documentários para Tv e de programa de rádio em escolas, bem como à mobilização multimediática em torno dos temas ambientais, com a presença de especialistas como Leonardo Menezes, do Globo Ecologia; Francisco Costa, do Ministério do Meio Ambiente e do Prof. Carlos Lima, Presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, em São Paulo.

O simpósio contará com a cobertura jornalística, por parte de um grupo de 100 adolescentes, com a assistência de 30 educomunicadores de organizações como o NCE/USP, o Canal Futura e o programa Nas Ondas do Rádio, da Prefeitura de São Paulo. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura. Informações pelo telefone 5080 3142. Inscrições, com opções por atividades, pelo site www.sescsp.org.br.

baixe aqui o folder do simpósio (pdf)

cursos gratuitos

Estão abertas inscrições para cursos gratuitos de teatro, contador de histórias e oficinas de criatividade. vagas limitadas.

As atividades integram a segunda fase da programação de capacitação de professores da Cenapec – Biblioteca Adir Gigliotti como Ponto de Cultura, também aberta à comunidade em geral. Inscrições terminam no dia 13/10.

A Cenapec – Associação Centro Auxiliar de Pesquisas Culturais/ Biblioteca Adir Gigliotti, associação cultural sem fins lucrativos, reconhecida como de Utilidade Pública pela Prefeitura de Campinas, eleita pelo Ministério da Cultura como Ponto de Cultura Nacional, vencedora do “Prêmio Escola Viva”, uma das ações do Programa Cultura Viva, promovido pelo Ministério da Cultura em parceria com o CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária), está com as inscrições abertas para os cursos gratuitos de Contador de Histórias, Teatro com Muita Emoção e a oficina Asas para Criar que serão ministrados a partir do dia 13/10 na sede da associação, no Taquaral, em Campinas.

Dirigidos aos professores da rede pública estadual e municipal, interessados da comunidade de Campinas e região, os cursos têm número de vagas limitado, fornecem certificado de conclusão aos participantes e foram organizados em horários noturno e matutino de maneira a atender às inúmeras solicitações de professores e interessados.

Os cursos Contador de Histórias, Teatro com Muita Emoção e a oficina Asas para Criar integram a segunda fase do Projeto AMIGOS DA LEITURA, do Ponto de Cultura Cenapec-Biblioteca Adir Gigliotti, aprovado junto ao Ministério da Cultura, e conveniado com a Prefeitura Municipal de Campinas, que visa a capacitação de professores, uma das principais áreas de atuação da instituição, cuja missão é incentivar o uso da leitura, da pesquisa e o aprimoramento cultural.

Contador de Histórias

O curso visa despertar nos participantes o encantamento pela arte de contar histórias, por meio do conhecimento e da prática das principais técnicas dessa milenar arte teatral e popular, cujas ferramentas principais são a fantasia e o corpo dos aspirantes a contadores. Para os professores, têm ainda uma aplicação profissional como uma técnica pedagógica complementar, que pode ser usada em sala de aula e atividades curriculares e extracurriculares.

As aulas serão ministradas pelo Grupo Manauê – Contadores de Histórias, formado por profissionais das áreas de Educação, Educação Física e Fonoaudiologia que há 10 anos se dedicam à formação de novos contadores de histórias de forma criativa e inovadora.

Por meio de conversas, brincadeiras e práticas, os ministrantes vão apresentar o contador de histórias tradicional e contemporâneo, técnicas de narração de histórias e tratar de temas como o corpo narrador, a voz narradora, fundamentos teóricos e poéticos da arte de contar histórias, a identidade do contador e a narração de histórias e suas possibilidades.

O curso Contador de Histórias acontece de 13/10 a 14/11, às segundas e sextas, das 19h às 22h. O horário noturno do curso foi estabelecido em atendimento às inúmeras solicitações de professores e interessados em geral.

Teatro com Muita Emoção

No formato de dinâmicas oficinas de teatro combinadas com ricas e atualizadas informações teóricas, o curso tem como proposta trabalhar os cinco elementos básicos que compõem a essência da arte teatral: o sentido de ritmo e de espaço, o auto-conhecimento como a ciência das possibilidades e das limitações, o fortalecimento da auto-confiança, a quebra de resistência, bloqueios e inibições e o contato com a cultura popular por meio de peças dramatúrgicas, contos, romances, poesia, canções e temas do folclore brasileiro.

O conteúdo e a prática das oficinas visam relacionar técnicas teatrais com o ensino e a cultura, vivenciadas por meio de prazerosos jogos dramáticos e improvisações, para oferecer aos participantes – professores e interessados da comunidade em geral – novos recursos e subsídios didáticos para serem usados no dia-a-dia da sala de aula, em atividades extra-curriculares, mas também como instrumento de auto-conhecimento e socialização.

Teatro com Muita Emoção será ministrado pelo ator, diretor e professor Christian Schlosser, formado em Artes Cênicas pela Unicamp, integrante do Grupo de Teatro Téspis, no qual atuou como ator e/ou diretor de montagens de peças clássicas e modernas de grandes autores do teatro nacional e internacional, como Nelson Rodrigues, Molière, Aristófanes e Goethe. Em sua experiente trajetória já conta com a direção de mais de 50 peças da literatura mundial e de criação coletiva. Foi três vezes agraciado com o Prêmio Estímulo de Teatro, concedido pela Secretaria Municipal de Cultura, pelas peças “A Serpente”, em 1995; “Werther”, em 1993; e Petrusca, de 1992.

O curso Teatro com Muita Emoção acontece de 14/10 a 13/11, às terças e quintas, das 8h às 11h.

Asas Para Criar

A oficina Asas Para Criar propõe aos participantes o desenvolvimento e a aquisição de atitudes fundamentais da expressão criadora por meio do contato com técnicas diversas de expressão como estímulo do espírito criativo e sua valorização tanto na vida pessoal como na sala de aula.

A programação da oficina concentra-se em seis eixos principais – Do Desafio, Do Desenho, Da Emoção, Das Idéias, Da Palavra e Da Releitura – que serão trabalhados com atividades em grupo e individuais a partir da apresentação de diferentes linguagens artísticas como a gráfica, musical, plástica e cênica.

A oficina Asas para Criar será ministrada pela arte-educadora, artista plástica e pedagoga Maria Inês Saba, que tem larga experiência em todas as áreas da Arte-Educação e Pedagogia, com passagem pela Diretoria de Ensino de Campinas, pelo Emporyo das Artes, e formação pela Escola de Belas Artes de São Paulo, Unicamp entre outras. É também artista plástica, tendo participado de exposições em galerias de Campinas e região.

A oficina Asas para Criar acontece de 20/10 a 24/11, segundas-feiras, das 8h às 12h.

As inscrições para os dois cursos e a oficina estão abertas e vão até o dia 10/10 para o curso Contador de Histórias; 13/10 para o curso Teatro com Muita Emoção; e 17/10 para a oficina Asas para Criar, pelos telefones (19) 3294.7801, 3295.3633 e 2121.3633 ou pelo e-mail cenapec@cenapec.org.br.

SERVIÇO

Curso: Contador de Histórias

Docente: Grupo Manauê – Contadores de Histórias

O que é: Curso que visa proporcionar o conhecimento e a prática das principais técnicas da arte de contar histórias como capacitação para professores e interessados em geral

Quando: de 13/10 a 14/11, às segundas e sextas-feiras, das 19h as 22h

Carga horária: 30 horas / aula.

Onde: Cenapec – Biblioteca Adir Gigliotti (Rua São Salvador, 301, Taquaral)

Inscrições: até o dia 10/10. Podem ser feitas pessoalmente ou por telefone (19- 3294-7801) na CENAPEC-Biblioteca Adir Gigliotti, no e-mail cenapec@cenapec.org.br (Especificar no assunto: Inscrição Contadores de Histórias).

Curso: Teatro com Muita Emoção

Docente: Christian Schlosser, ator, diretor e professor de teatro

O que é: Curso de técnicas teatrais, ministrado no formato de oficinas práticas, para capacitação de professores e interessados da comunidade em geral.

Quando: de 14/10 a 13/11, às terças e quintas-feiras, das 8h às 11h

Carga horária: 30 horas / aula.

Onde: Cenapec – Biblioteca Adir Gigliotti (Rua São Salvador, 301, Taquaral)

Inscrições: até o dia 13/10. Podem ser feitas pessoalmente ou por telefone (19- 3294-7801) na CENAPEC-Biblioteca Adir Gigliotti, no e-mail cenapec@cenapec.org.br (Especificar no assunto: Inscrição Teatro Com Muita Emoção).

Oficinas: Asas para Criar

Docente: Maria Inês Saba, arte-educadora, artista plástica e pedagoga

O que é: Oficinas para estimular o conhecimento de diferentes técnicas de expressão e o desenvolvimento da criatividade artística.

Quando: de 20/10 a 24/11, às segundas-feiras, das 8h às 12h

Carga horária: 30 horas / aula.

Onde: Cenapec – Biblioteca Adir Gigliotti (Rua São Salvador, 301, Taquaral)

Inscrições: até o dia 17/10. Podem ser feitas pessoalmente ou por telefone (19- 3294-7801) na CENAPEC-Biblioteca Adir Gigliotti, no e-mail cenapec@cenapec.org.br (Especificar no assunto: Inscrição Asas para Criar).

A Cenapec – Associação Centro Auxiliar de Pesquisas Culturais / Biblioteca Adir Gigliotti, associação cultural sem fins lucrativos, reconhecida como de Utilidade Pública pela Prefeitura de Campinas, eleita pelo Ministério da Cultura como Ponto de Cultura Nacional, vencedora do “Prêmio Escola Viva”, uma das ações do Programa Cultura Viva, promovido pelo Ministério da Cultura em parceria com o CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária). Teve ainda projetos aprovados junto à Secretaria de Cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio do PAC – Programa de Ação Cultural, e ao FICC – Fundo de Investimentos Culturais do Município de Campinas. A Biblioteca Adir Gigliotti é composta por cerca de 55 mil volumes sobre diversos temas, Discoteca com cerca de 3 mil LPs, Videoteca com cerca de 2 mil filmes VHs, Biblioteca Infantil com cerca de 2 mil títulos além de brinquedoteca, sala de leitura, salão de eventos. Sediada em Campinas (Rua São Salvador, 301, Taquaral, www.cenapec.org.br), a associação é um centro de cultura e estudos que, por meio do incentivo gratuito à leitura e à pesquisa, de um espaço privilegiado de lazer e de programações culturais e pedagógicas de alto nível, almeja e possibilita o aprimoramento da formação e do exercício da cultura e da cidadania para os moradores da cidade e região.

29/9/2008

Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2007

Tarja Editorial e Bardo Batata convidam para o lançamento do livro

Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2007

Sábado, 4 de outubro de 2008 – 18h às 21h

Bardo Batata – gastronomia e cultura
Rua Bela Cintra, 1333 – Jardins
São Paulo
(11) 3068-9852

22/9/2008

Docente Doutor UNESC

Saiu o Edital do Processo Seletivo para Docente Doutor na Área de Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC (formato PDF).

Secretaria do PPGE/UNESC
Universidade do Extremo Sul Catarinense
Av. Universitária, 1105 – Bairro Universitário
C.P. 3167 – CEP: 88806-000 – Criciúma – SC
Fone : +55 48 3431-2500 /  +55 48 3431-2502

17/9/2008

Ficção Científica no Século XXI: Ainda é Possível?

Entre os dias 20 e 21 de setembro, o Itaú Cultural dá início à segunda edição do programa bienal Invisibilidades, este ano com o tema Ficção Científica no Século XXI: Ainda é Possível?, com curadoria de Fábio Fernandes. O encontro debate as possibilidades da ficção científica, dada a velocidade dos avanços e novidades da ciência e da tecnologia neste novo século.

Entre os debatedores estão nomes como Alfredo Suppia, Bráulio Tavares e Fausto Fawcett. Além dos seminários, o evento traz um volume especial do Pecha Kucha Night – São Paulo, voltado para o universo da ficção científica, que ocorre no dia 21, às 20h20.

O blog, com conteúdo atualizado durante o evento deste ano, abre espaço para opiniões, sugestões, fotos e matérias relacionadas ao encontro. Saiba mais e conheça a programação completa. Acesse!

1/8/2008

Geraldo Marcolini e Sidney Philocreon

Geraldo Marcolini e Sidney Philocreon

amarelonegro arte contemporânea

4 a 30 de agosto de 2008
Segunda a sexta das 11 às 19h, sábado das 11 às 16h.

Rua Viscode de Pirajá, 111 loja 6
Ipanema
Rio de Janeiro RJ
Tel (21) 2247-3086

1/7/2008

Workshop com Jorge Mautner

Casa da Gávea – cineclube promove

“Workshop com Jorge Mautner” / segundo encontro

Ingressos: R$20,00 e R$15,00 (sócios do Cineclube da Casa da Gávea)

Nesta terça, 01 de julho, às 20h

Jorge Mautner exibe e comenta “Jeca Tatu”, de Mazzaropi

Duração de 95 minutos

Gênero – Comédia – Preto e Branco

Ano: 1959

Sinopse

Jeca é um roceiro preguiçoso de dar dó, mas esta preguiça está com os dias contados, pois seu ranchinho esta ameaçado pela ganância de um latifundiário sem coração. Agora ele vai usar todo seu jeito matreiro para conseguir seu cantinho de terra.

Um clássico da filmografia de Mazzaropi. Às vezes engraçado, em outros momentos de uma beleza tocante, ele trata com muita singeleza a figura do homem do campo e a questão da reforma agrária neste filme que é uma declarada homenagem de Mazzaropi ao seu conterrâneo Monteiro Lobato.

www.casadagavea.org.br

Praça Santos Dumont, 116 sobrado – Gávea

Rio de Janeiro – RJ

Tel.: 21 2239-3511 / 21 2512-4862

24/6/2008

Fragments

Centro Cultural Banco do Brasil apresenta

“Fragments”

companhia de Peter Brook apresenta no CCBB quatro textos de Samuel Beckett legendados em português, em curta temporada de uma semana

ESTRÉIA: dia 26 de junho (5a f), às 19h30

LOCAL: Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil

- Rua Primeiro de Março, 66 / Centro  Tel: 21 3808-2020

HORÁRIOS: de 5a a domingo, às   19h30           DURAÇÃO: 60 min.

IDIOMA: inglês com legenda em português.

INGRESSOS: R$10,00 e R$5,00 (meia entrada)             CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 12 anos

CURTA TEMPORADA: somente uma semana, de 26 a 29 de junho

Fragments A companhia teatral de Peter Brook aporta no Centro Cultural Banco do Brasil, para uma curta temporada de quatro apresentações do espetáculo FRAGMENTS, criado a partir de quatro textos curtos de Samuel Beckett (1906-1989). A direção é de Peter Brook, e no elenco estão Marcello Magni, Hayley Carmichael, Khalifa Natour.

FRAGMENTS reúne os textos “Berceuse” (ou “Rockaby”, em inglês) “Fragment de théâtre I” (ou “Rough for Theatre I”), “Acte sans paroles II” (ou “Act Without Words II”), “Va et viens” (ou “Come and Go”) e o poema, “Ni l’un ni l’autre” (“Neither”).

Inicialmente apresentada em francês, em outubro de 2006 no Teatro Bouffes du Nord, a peça foi remontada em inglês no Young Vic Theatre em setembro de 2007. Em junho de 2008 apresenta-se (em inglês, com legendas em português) no Festival de Londrina (FILO), seguindo para Brasília e São Paulo antes de sua chegada ao Rio.

SINOPSES

“Berceuse” / “Rockaby”

Uma mulher solitária tenta ninar a si mesma, literalmente, até morrer, tanto fisicamente e por meio da sua fala repetitiva.

“Fragment de théâtre I” / “Rough for Theatre I”

Magni é um circunspeto músico cego, Houben é um animado deficiente físico preso a uma cadeira de rodas com capacidade de recuperar rapidamente a alegria. Os dois alcançam a condição de mútua dependência rubugenta. Este texto foi encenado no Brasil por Gerald Thomas, em “Quatro Vezes Beckett” (1985), com atuações memoráveis de Sergio Britto e Rubens Correa.

“Acte sans paroles II” / “Act Without Words II”

Num drama sem palavras, dois personagens emergem de sacos gigantescos para se submeter a uma cômica rotina diária de trabalho duro em estilo de cinema mudo. Arrastam a si mesmos uns poucos centímetros à frente a cada “empurrão da vida”.

“Va et viens” / “Come and Go”

Três senhoras idosas estão sentadas num banco de parque. Cada vez que uma sai, as outras duas compartilham um terrível segredo sobre ela.

“Beckett era um perfeccionista. Mas, pode-se ser perfeccionista sem ter uma certa intuição do que é a perfeição? Atualmente, com o passar do tempo, percebemos a que ponto todos os rótulos que lhe foram atribuídos no passado – desesperado, negativo, pessimista – são falsos. Beckett, na verdade, mergulha seu olhar no abismo insondável da existência humana. Seu humor o salva – e nos salva – ele rejeita as teorias, os dogmas que nada oferecem além de piedosos consolos. Na realidade sua vida nada foi do que uma constante e difícil pesquisa da verdade. Ele coloca as pessoas exatamente como as vê, na escuridão. Ele as mergulha no vasto desconhecido, observando através das janelas delas mesmas, nos outros, o olhar dirigido tanto para o exterior como para o interior, para o alto ou para baixo. Ele compartilha da incerteza delas, de seu sofrimento. O Teatro lhe dá a possibilidade de encontrar uma unidade na qual o som, o movimento, o ritmo, a respiração e o silêncio estão reunidos com exatidão. Ele pede para ele mesmo – um objetivo inatingível, que se alimenta de sua necessidade de perfeição. Ele penetra dessa forma no caminho raro que religa o teatro grego e Shakespeare ao tempo atual – celebrando sem compromisso a verdade, uma verdade desconhecida, terrível, espantosa.”, afirma Peter Brook.

FICHA TÉCNICA

Textos: Samuel Beckett

Direção: Peter Brook

Colaboração: Lilo Baur e Marie Hélène Estienne

Elenco: Marcello Magni, Hayley Carmichael, Khalifa Natour

Iluminação: Philippe Vialatte

Espetáculo produzido pelo C.I.C .T. / Théatre des Bouffes du Nord, Paris, e por William Wilkinson para Millbrook Productions em co-produção com o Young Vic Theatre, Londres

Divulgação no Rio de Janeiro: JSPONTES COMUNICAÇÃO: João Pontes e Stella Stephany

PETER BROOK

Diretor de teatro e cinema britânico (21/3/1925). Um dos mais respeitados profissionais de teatro da atualidade. Nasce em Londres e estuda em Oxford. Começa a se interessar por teatro ainda na universidade, época em que é influenciado pelo trabalho de dramaturgos como Bertolt Brecht e Antonin Artaud. Propõe um teatro de caracterização psicológica dos personagens que torne visível a “invisível” alma humana.

Procura também imprimir caráter crítico e polêmico às montagens, substituindo a passividade do espectador pela participação do público no espetáculo. Faz sucesso a partir de 1955, quando dirige o ator Laurence Olivier na montagem de Titus Andronicus, de Shakespeare. A partir de 1962, torna-se co-diretor da tradicional Royal Shakespeare Company, ao lado de Peter Hall.

Nos anos 70, funda em Paris o Centro de Pesquisa Teatral, o qual dirige até hoje. Sua carreira é marcada por encenação de peças no circuito teatral nova-iorquino do West End e da Broadway, além de em Paris e Londres. Leva o teatro e a literatura para o cinema com A Sombra da Forca (1953), peça de John Gay, Moderato Cantabile (1960), romance de Marguerite Duras, e O Senhor das Moscas (1962), romance de William Styron. Em 1966 monta Marat-Sade, de Peter Weiss, cuja filmagem também dirige.

Em ópera, dirige “La Bohème”, “Boris Godounov”, “The Olympians”, “Salomé” e “Le Nozze de Figaro” no Covent Garden. “Faust” e “Eugene Onegin” no Metropolitan Opera House / New York; “La Tragédie de Carmen” e “Impressions of Pelleas”, no Bouffes du Nord / Paris; and “Don Giovanni” no Provence Festival.

Em 1968 transfere-se para Paris e funda o Centro Internacional de Criação Teatral, no qual trabalha até hoje na direção de atores e em novas montagens. Seu último sucesso no cinema é o filme Marabharata, de 1995.

23/6/2008

Milan Alram

A Galeria Tempo e a Casa do Saber convidam para a abertura da exposição de Milan Alram

Um Rio que passou…

Quarta-feira, dia 25 de junho, a partir de 19h.

Milan Alram, francês por nascimento e carioca por adoção, se notabilizou como fotógrafo na área de publicidade durante os anos de 1950 a 1970, criando expressivas imagens para as mais destacadas marcas nacionais e estrangeiras, como Coca-Cola, GE, L’Oreal, Air France, Esso.

A exposição que a Galeria Tempo e a Casa do Saber apresentam revela, no entanto, um outro olhar do fotógrafo: um Rio de Janeiro fincado no tempo – nos anos de 1950 e 1960 – com sua geografia exuberante, sua arquitetura elegante e um clima intimista que a cidade mantinha com sua gente – como a garota de Ipanema Helô Pinheiro, que posa na praia quando ainda não estava imortalizada por Tom Jobim e Vinicius de Moraes. É esse Rio fotogênico que estará em foco.

Às 20h, o historiador da Biblioteca Nacional e especialista em fotografia Joaquim Marçal falará sobre a trajetória da fotografia publicitária, contando com a presença de Milan Alram e exibindo suas imagens mais notórias. O encontro analisará o percurso que vai do uso do desenho à foto colorida nos anúncios publicitários, com projeção de imagens de propagandas da época, veiculados em revistas como O Cruzeiro e Manchete.

Milan Alram nasceu em Paris, em 1926, e veio aos 12 anos para o Brasil, com sua família. No Rio de Janeiro, estudou no Liceu Franco Brasileiro e, mais tarde, interessado em fotografia, participou das reuniões organizadas pelo Foto Clube Brasileiro, onde conheceu Hermínia e João Nogueira Borges, José Oiticica Filho, Chakib Jabor, entre outros fotógrafos. Trabalhou em diversas empresas e em 1949 começou a fotografar profissionalmente, fazendo fotografia industrial e publicitária. Foi um dos pioneiros da fotografia colorida na publicidade brasileira. Além de prestar serviços para as principais agências de propaganda, como J. W. Thompson, McCann Erickson, Grant Advertising e Standard, trabalhou para a Light por 16 anos consecutivos. Em 1967 voltou para a França com mulher e filhos, onde permaneceu até 1974, dando continuidade às suas atividades de fotógrafo publicitário. De volta ao Brasil, começou a atender aos crescentes pedidos de colegas, que revelavam seus filmes no laboratório particular de Milan. Em 1982 abriu o Kronokroma, laboratório fotográfico profissional, para atender os fotógrafos cariocas.

Joaquim Marçal é bacharel em Desenho industrial pela Escola Superior de Desenho Industrial da Uerj, mestre em Design pela PUC-Rio e doutorando em História Social pelo IFCS/UFRJ. É professor adjunto de fotografia do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio e pesquisador da Biblioteca Nacional, onde coordenou o projeto de resgate da coleção de fotografias de D. Pedro II, hoje inscrita no programa Memória do Mundo, da Unesco. Autor de História da fotorreportagem no Brasil – a fotografia na imprensa do Rio de Janeiro de 1839 a 1900.

Todas as obras da exposição estarão à venda.

Dia/horário
25 de junho de 2008 – Quarta-feira / 19h

Valor
Evento gratuito

Faça a sua reserva pelo telefone 2227-2237.
Vagas limitadas.

19/6/2008

Claudia Bakker

Goiaba \
Goiaba “Solaris/Barbarella”, foto de Tarso Ghelli

Galeria | ARTE EM DOBRO | RJ

a partir da primavera noturna | CLAUDIA BAKKER | exposição individual

Antes de partir para Portugal, onde fará sua primeira exposição internacional individual, a artista plástica carioca Claudia Bakker apresentará, a partir de 26 de junho, quinta-feira, na galeria Arte em Dobro, no Leblon, a exposição “A partir da primavera noturna”.

No total são 26 novos trabalhos que reúnem desenhos feitos com linha, objetos de tecidos e fotografia.

Claudia Bakker

Artista plástica residente no Rio de Janeiro, Claudia tem formaçao no Parque Lage e na Escola de Comunicaçao da UFRJ, onde fez Mestrado em Comunicação e Tecnologia da imagem (2001). Pioneira no Brasil em instalaçoes ao ar livre e efêmeras, trabalha sobre a metáfora do tempo e da cor no espaço. Desde 1994 realiza instalaçoes em diversas instituiçoes, como o Museu do Açude, Fundaçao Eva Klabin, Casa França Brasil,Paço Imperial e outros. A partir das instalações, desenvolve projetos com a fotografia, em que o registro das mesmas se transforma em outro trabalho. Dentre as várias mostras que participou,destacam-se a Coleção de Gilberto Chateaubriand no MAM, o Projeto Respiração na Fundação Eva Klabin, além de projetos no Oi Futuro e recentemente no Winzavod Center of Contemporary art em Moscow.

Saiba mais: www.claudiabakker.com.br

Galeria Arte em Dobro

Rua Dias Ferreira, 417 – 2º piso . Leblon . Telefones: 22591952 e 22948284

Abertura : dia 26 de junho, quinta-feira, às 19h
Exposição : de Segunda a Sexta, das 12h às 18h. Sábados das 10h às 14h.
até 26 de Julho, Sábado

Censura Livre | Entrada Franca

17/6/2008

Uma geral no Festlip

O Rio de Janeiro foi palco, entre os dias 4 e 15 de junho, da 1ª edição do FESTLIP – Festival de Teatro da Língua Portuguesa. Evento produzido pela Talu Produções, que reuniu grupos de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal e Brasil.

Dez companhias de teatro, duas de cada país participante, se apresentaram no circuito SESC-Rio. E, paralelamente, à programação teatral, o Festival também realizou oficinas de teatro, palestras, uma exposição no Espaço SESC, além de uma programação musical no Circo Voador, e uma mostra gastronômica.

De forma muito organizada, o FESTLIP deu conta do que se propôs: promoveu o intercâmbio cultural entre esses países. No encerramento do Festival, com direito a vários agradecimentos e aplausos, ficou a promessa de se repetir o feito com mais grupos e mais pessoas envolvidas.

O público, através de uma votação no final de cada apresentação, escolheu o grupo ‘revelação’ dessa edição. Porém, ficou bem claro que o prêmio, na verdade, homenagearia um representante ‘da revelação do FESTLIP’. O escolhido pelo público foi o grupo brasileiro Tropa do Balaco Baco, de Pernambuco, que participou do Festival com a peça ‘A paixão e a sina de Mateus e Catirina’. Prêmio a que o diretor Romualdo Freitas disse que o grupo não queria agradecer, mas dividir. E que a Tropa do Balaco Baco, nesse dia, representava a todos que participaram. Que cada um dos participantes voltaria para sua casa sabendo, como diria Caetano, que a nossa pátria é a língua portuguesa.

Vale lembrar: A próxima edição do FESTLIP está prevista para o mês de julho de 2009, no Rio de Janeiro, com desdobramento na cidade de Luanda, em Angola.  Na 2ª Edição será aberto um edital a partir de janeiro de 2009, dentro do site do FESTLIP, para a curadoria dos grupos candidatos.  Os países elegíveis serão Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe.

10/6/2008

Salão fotográfico nu artístico 2008

Casa da Glória
Salão fotográfico nu artístico 2008

Salão fotográfico nu artístico 2008

13 de junho de 2008 (sexta-feira)
20 horas
Ladeira da Glória, 98 (ao lado da igreja do Outeiro) – Estacionamento com segurança
Contato: Rubber Seabra – 9629-0983

22/5/2008

FESTLIP

FESTIVAL DE TEATRO DA LÍNGUA PORTUGUESA
– FESTLIP –

Produzido pela Talu Produções, o evento reúne grupos de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal e Brasil e promove o intercâmbio cultural com exposição, oficinas teatrais, palestras, leitura dramatizada, mostra gastronômica e musical.

Em junho, o Rio de Janeiro será palco da 1ª edição do FESTLIP – Festival de Teatro da Língua Portuguesa (www.festlip.com). De 4 a 15 de junho, grupos de teatro de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal e Brasil se apresentam no circuito SESC-Rio. Ao todo são 10 companhias, duas de cada país participante, e no final da temporada o público vai eleger o grupo revelação do FESTLIP. Paralelamente à programação teatral, o Festival também realiza oficinas de teatro, palestras, exposição no Espaço SESC, além de uma programação musical no Circo Voador, na Lapa, e uma mostra gastronômica no restaurante 00, na Gávea.

Inédito, o evento é produzido pela Talu Produções, sob direção artística da atriz e produtora Tânia Pires, e tem o objetivo de enriquecer as características comuns aos diversos grupos, além de promover o intercâmbio cultural dos países participantes. “O nosso objetivo é celebrar a riqueza e a diversidade teatral dos países lusófonos através do teatro, arte mais primitiva da expressão cultural”, avalia Tânia Pires.

O FESTLIP conta com o apoio de FURNAS, Aker Solutions, Ministério da Cultura, Rede SESC-Rio, Instituto Camões, todas as Embaixadas dos países participantes, e Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) e tem o público estimado em 12 mil pessoas, que terão acesso a ingressos com preços populares durante todo o festival.

FESTLIP – A PROGRAMAÇÃO

A programação do FESTLIP começa no dia 4 de junho com uma cerimônia oficial de abertura no Teatro SESC-Ginástico. No dia seguinte, 5 de junho, é inaugurada a exposição “O Teatro no Brasil e a chegada da Família Real”, no Espaço SESC, com curadoria de Álvaro de Sá. A mostra é composta por gravuras e ambientação cênica e vai traçar um breve painel do teatro no Brasil no século XVIII, com suas casas de ópera e sua transformação a partir da chegada da família Real em 1808.

Oficinas com diretores brasileiros renomados como Moacyr Góes, Sérgio Ferrara e Gilberto Gawronski serão realizadas para os atores participantes, contemplando a experiência desses encenadores em trabalhar a criação cênica com atores de diversas nacionalidades. As oficinas serão abertas para espectadores estudantes de teatro e demais interessados. Ao final do ciclo de oficinas uma leitura dramatizada dirigida por Sérgio Ferrara vai apresentar o texto teatral vencedor do “Prêmio Luso-brasileiro de dramaturgia Antônio José da Silva”, de 2007, organizado pela FUNARTE e pelo Instituto Camões de Portugal. As palestras ficam a cargo do dramaturgo e jornalista brasileiro Alcione Araújo, da escritora e jornalista moçambicana Rosa Langa e do ator, diretor e produtor teatral Eduardo Cabús.

Durante os 12 dias de atividades, o FESTLIP também realiza nos sábados dias 7 e 14 de junho, uma festa no Circo Voador, reunindo músicos de todos os países participantes: Mário Lúcio de Cabo Verde, Trio Vikeya de Angola, José Mucavele de Moçambique e Vivianne Tosto, Macau e Sandra de Sá representando o Brasil. A festa que contará com a presença dos atores do FESTLIP, será aberto ao público, com entrada franca, e contará com a apresentação do DJ português Señor Pelota para encerrar a noite.

Para complementar as atividades paralelas, o FESTLIP também terá uma Mostra Gourmet, no Restaurante 00. O chef Ray Cardoso assina o cardápio inspirado na culinária típica de cada país participante.

PROGRAMAÇÃO
FESTIVAL DE TEATRO DA LÍNGUA PORTUGUESA – FESTLIP

Teatro:

- Dia: sexta-feira, 6 de junho.
Teatro Ginástico: Grupo Tropa do Balaco Baco / Brasil (Pernambuco), com o espetáculo “A paixão e a sina de Mateus e Catirina”, às 19h.
Espaço Sesc Arena: Grupo de Curitiba / Brasil, com o espetáculo “Capitu”, às 21h.
Espaço Sesc Sala Multiuso: Grupo Gungu / Moçambique, com o espetáculo “Mulheres com H maiúsculo”, às 20h.

Entrada: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia) / R$ 2,50 (comerciário)

- Dia: sábado, 7 de junho
Teatro Ginástico: Grupo Henrique-Artes / Angola, com o espetáculo “Côncavo e Convexo”, às 19h.
Espaço Sesc Arena: Grupo da Garagem / Portugal, com o espetáculo “A hora do arco-íris”, às 21h.
Calçadão de Copacabana*: Grupo O Bando / Portugal, com o espetáculo “Luto Clandestino”, às 20h e às 21h.
* A apresentação deste espetáculo será realizada no calçadão de Copacabana em frente à Rua Santa Clara, com retirada de senha 1 hora antes do espetáculo no Espaço SESC.

Entrada: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia) / R$ 2,50 (comerciário)

- Dia: domingo, 8 de junho
Teatro Ginástico: Grupo Teatral do Centro Cultural Português do Mindelo / Cabo Verde, com o espetáculo “O doido e morte” às 19h.
Espaço Sesc Arena: Grupos Raiz di Polon / Cabo Verde, com os espetáculos “Duas sem três” e “Dom Quixote das Ilhas”, às 19h30.
Espaço Sesc Sala Multiuso: Grupo Etu-Lene / Angola, com o espetáculo “Atiraram o velho Katy-Ngotè para sua última morada”, às 19h.

Entrada: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia) / R$ 2,50 (comerciário)

- Dia: quinta-feira, 12 de junho
Teatro Ginástico: Grupo Tropa do Balaco Baco / Brasil (Pernambuco) com o espetáculo “A paixão e sina de Mateus e Catirina”, às 19h.
Espaço Sesc Arena: Grupo Mutumbela Gogo / Moçambique, com o espetáculo “As filhas de Nora”, às 21h.
Calçadão de Copacabana*: Grupo O Bando / Portugal, com o espetáculo “Luto Clandestino”, às 20h e às 21h.
* A apresentação deste espetáculo será realizada no calçadão de Copacabana em frente à Rua Santa Clara, com retirada de senha 1 hora antes do espetáculo no Espaço SESC.

Entrada: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia) / R$ 2,50 (comerciário)

- Dia: sexta-feira, 13 de junho
Teatro Ginástico: Grupo Teatral do Centro Cultural Português do Mindelo / Cabo Verde, com o espetáculo “O doido e a morte”, às 19h.
Espaço Sesc Arena: Grupo da Garagem / Portugal, com o espetáculo “A hora do arco-íris”, às 21h.
Espaço Sesc Sala Multiuso: Grupo Gungu / Moçambique, com o espetáculo “Mulheres com H maiúsculo”, às 20h.

Entrada: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia) / R$ 2,50 (comerciário)

- Dia: sábado, 14 de junho
Teatro Ginástico: Grupo Henrique-Artes / Angola, com o espetáculo “Côncavo e Convexo”, às 19h.
Espaço Sesc Arena: Grupo de Curitiba / Brasil, com o espetáculo “Capitu”, às 21h.
Espaço Sesc Sala Multiuso: Grupo Etu-Lene / Angola, com o espetáculo “Atiraram o velho Katy-Ngotè para sua última morada”, às 20h.

Entrada: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia) / R$ 2,50 (comerciário)

- Dia: domingo, 15 de junho
Teatro Ginástico: Grupo Raiz di Polon / Cabo Verde, com os espetáculos “Duas sem três” e “Dom Quixote das Ilhas” às 19h.
Espaço Sesc Arena: Grupo Mutumbela Gogo / Moçambique, com o espetáculo “As filhas de Nora”, às 19h30.
Espaço Sesc Sala Multiuso: Entrega Prêmio Revelação FESTLIP, às 22h.

Entrada: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia) / R$ 2,50 (comerciário)

Exposição:

- “O teatro no Brasil e a chegada da família real” – Curadoria Álvaro de Sá.
Período: de 5 a 15 de junho.
Horário: de terça-feira a domingo, das 14h às 18h.
Local: Espaço Sesc Copacabana
Entrada Franca

Oficinas Teatrais:
*para atores do FESTLIP e aberto para espectadores. Distribuição de senhas no local.

- Gilberto Gawronski
Dia: segunda-feira, 9 de junho.
Horário: das 14 às 18h
Local: SESC Arena

- Sérgio Ferrara
Dia: terça-feira, 10 de junho.
Horário: das 14 às 18h
Local: SESC Arena

- Moacyr Goes
Dia: quarta-feira, 11 de junho.
Horário: das 14 às 18h
Local: SESC Arena

Leitura dramatizada:

Vencedores de 2007 do “Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva”, organizado pela FUNARTE e Instituto Camões, dirigida por Sérgio Ferrara com atores participantes do FESTLIP.
Dia: quarta-feira, 11 de junho.
Horário: às 19h
Local: Espaço SESC Arena

Palestras:
*distribuição de senhas no local.

- Tema: “Extrato da mulher moçambicana no teatro e nas artes com o poder de transformação”
Com escritora e jornalista moçambicana Rosa Langa
Dia: quinta-feira, 5 de junho
Horário: às 19h.
Local: Espaço SESC Arena

- Tema: “Dramaturgia: duas ou três coisas que eu sei dela”
Com o dramaturgo e jornalista brasileiro Alcione Araújo.
Dia: sexta-feira, 9 de junho
Horário: às 19h.
Local: Espaço SESC Arena

- Tema: “O Drama sem cor”
Com o ator, diretor e produtor teatral brasileiro Eduardo Cabús.
Dia: terça-feira, 10 de junho
Horário: às 19h.
Local: Espaço SESC Arena

- Tema: “Extrato da mulher moçambicana no teatro e nas artes com o poder de transformação”
Com escritora e jornalista moçambicana Rosa Langa
Dia: quarta-feira, 11 de junho
Horário: às 18h.
Local: SESC Ginástico

Mostra Gourmet:

Período: de 4 a 15 de junho
Horário: a partir das 20h30.
Local: Restaurante 00.

Festa do FESTLIP

Dia 7 de junho: apresentação dos músicos Mário Lúcio / Cabo Verde, Trio Vikéia / Angola, José Mucavele / Moçambique, Vivianne Tosto / Brasil e Macau com participação de Sandra de Sá/Brasil. A festa será encerrada pelo DJ português Señor Pelota.

Dia 14 de junho: apresentação dos músicos Mário Lúcio / Cabo Verde, Trio Vikéia / Angola, José Mucavele / Moçambique, Vivianne Tosto / Brasil e Macau com participação de Sandra de Sá / Brasil. A festa será encerrada pelo DJ português Señor Pelota.

Local: Circo Voador – Arcos na Lapa s/n, Centro.
Horário: a partir das 22h.
Entrada Franca

ENDEREÇOS FESTLIP:
Espaço Sesc – Teatro Arena Rua Domingos Ferreira, 160 Copacabana
Espaço Sesc – Sala Multiuso Rua Domingos Ferreira, 160 Copacabana
Teatro Sesc Ginástico Av. Graça Aranha, 187 Centro
Circo Voador Arco da Lapa, s/n Lapa
Restaurante 00 Rua Padre Leonel Franca, 240
Gávea

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SOBRE OS GRUPOS E SINOPSES:

—-> Angola / Grupo Etu-Lene;
Peça: Atiraram o velho Katy – Ngotè para sua última morada
Diretor: Beto Cassua
Elenco: Neusa de Abreu Caleca, Ivete Lígia Ribeiro, Adão José, Avelino Sebastião, António Caetano de Oliveira
Duração do espetáculo: 1h15
Censura: 14 anos
O grupo se apresenta com o espetáculo Atiraram o velho Katy – Ngotè para sua última morada, a comovente história de um ancião que persuadiu seu filho, Caetano, a não se casar com a mulher que amava, e sim com Madó. O pai descobre, entretanto, que Madó está grávida de outro homem, e tenta alertar seu filho, que não lhe dá atenção. Desgostoso, decide se afastar do casal, indo morar num asilo.
O grupo teatral Etu-Lene, um dos mais populares de Angola, formou-se em Luanda em 1993 por jovens católicos que queriam revitalizar o teatro na cidade. Começaram se apresentando em igrejas, e ganharam nos últimos 14 anos os palcos angolanos e do exterior. Atualmente, dez integrantes participam da companhia, que privilegia comédias em seu repertório. O grupo conquistou prêmios importantes em seu país, como o Prêmio Cidade de Luanda, em 2001, e o Prêmio Nacional de Cultura e Artes, em 2002.

—-> Angola / Grupo Teatral Henrique-Artes;

Peça: Côncavo e Convexo
Diretor: Grupo Henrique Artes
Elenco: Flávio Ferrão, Hélio Taveira, Naed Branco, Ailton Silveiro, Anísia Correia
Duração do espetáculo: 1h20
Censura: 14 anos

O grupo apresenta o espetáculo Côncavo e Convexo, a emocionante história de um casal que sobrevive a todo tipo de embate, num roteiro baseado na situação política, econômica e cultural de Luanda, ambientada num cenário que privilegia signos como velas, latas vazias de cerveja, baldes coloridos e mobílias. O espetáculo venceu o prêmio de teatro angolense Cidade de Luanda 2008.
O Grupo Teatral Henrique-Artes surgiu em uma escola de Luanda, em 2000, e logo ganhou visibilidade no cenário artístico da cidade com espetáculos que abordam temas variados, explorando questões importantes para o indivíduo e a sociedade. O grupo ainda ganhou o prêmio de teatro da Cidade de Luanda em 2004.

—-> Moçambique / Grupo Gungu;

Peça: Mulheres com H maiúsculo
Diretor: Gilberto Mendes
Elenco: Gilberto Mendes, Samuel Malumbe, Elísio Cuinica Condo, Joanett Rombe, Emelda Macamo, Cecilia Cherinza, Vasco Condo
Duração do espetáculo: 1h40
Censura: 14 anos

O espetáculo Mulheres com H maiúsculo, procura incitar uma discussão acerca dos papéis do homem e da mulher na sociedade moçambicana. A peça gira em torno de quatro personagens: um executivo próspero e bem posicionado, que não consegue a mesma performance em casa; um deputado bem sucedido que não permite que sua noiva trabalhe; um empresário analfabeto, para quem a posse de dinheiro é sinônimo de poder e grandeza; e um homem que, por motivo da morte de seu irmão mais velho, tenta casar-se com a viúva, apoiando-se na tradição do “ku txinga”.
O Grupo Gungu foi criado em 1992 pelo escritor e diretor Gilberto Mendes, e destaca-se por suas montagens contemporâneas e a forte musicalidade em seus espetáculos, baseadas em histórias reais e contos africanos. O grupo já se apresentou em festivais da Noruega, Portugal, Espanha, França, Estados Unidos e Argentina, recebeu prêmios e menções honrosas, inclusive uma crítica do jornal português O Público que o considerou o melhor da cultura lusófona. Mendes foi premiado com Mérito Lusófono da Fundação Luso Brasileira para o Desenvolvimento da Língua Portuguesa, com o prêmio FUNDAC (Fundo Nacional da Cultura – Maputo), e recebeu medalha de honra da UNESCO.

—-> Moçambique / Mutumbela Gogo;

Peça: As filhas de Nora
Diretor: Manuela Soeiro
Elenco: Graça Silva, Lucrécia Paco, Yolanda Fumo
Duração do espetáculo: 1h20
Censura: 14 anos

O grupo moçambicano traz o espetáculo As Filhas da Nora, livre adaptação do texto de “Casa de Bonecas”, do norueguês Henrik Ibsen, feita pelo sueco Henning Mankell – que faz uma leitura a partir da experiência moçambicana. No texto original, a protagonista Nora abandona o marido e suas três filhas ao descobrir que sempre fora tratada como uma boneca, e não como uma mulher. A versão de Mutumbela Gogo trata das filhas que foram deixadas pela mãe. O que terá acontecido com elas? A partir desta questão, são debatidas as contradições e relações de afeto entre os indivíduos.
Mutumbela Gogo foi criado em 1986 pela diretora cênica Manuela Soeiro. A idéia, pioneira, era de conceber uma companhia verdadeiramente nacional, que discutisse a identidade moçambicana incorporando elementos da dança e música da região, e resgatando obras de escritores locais, ao invés de apenas reproduzir os clássicos europeus. Os espetáculos do grupo se desenrolam a partir da improvisação, o que permite observar criações coletivas em suas narrativas. No currículo da companhia, montagens em diversos países da Europa, e uma peça dirigida pelo cineasta sueco Ingmar Bergman. Mutumbela Gogo é reconhecido também pelo talento de seus atores: quase todos já participaram de filmes de diretores norte-americanos e ingleses.

—-> Cabo Verde / Raiz di Polon;

Peça: Duas sem três
Diretor: Mano Preto
Direto Musical : Mário Lúcio Sousa
Coreógrafa: Rosy Timas
Elenco: José Emanuel do Rosário Gonçalves Brandão, Elisabete Maria Fernandes, Luís Manuel Semedo da Rosa, José Rui Mendes Cardoso, Rosy Timas Tavares
Duração do espetáculo: 30min.
Censura: 14 anos

Peça: Dom Quixote das Ilhas
Diretor: Manu Preto
Direção Musical : Mário Lucio Sousa
Coreógrafo: Manu Preto
Elenco: Manu Preto
Duração do espetáculo: 30min.
Censura: 14 anos

O espetáculo Duas sem Três, do dramaturgo caboverdiano Mario Lúcio Sousa, trata da mulher e sua simbologia na sociedade e nos rituais africanos. O imaginário feminino é representado em um dueto das bailarinas da companhia.
A peça Dom Quixote das Ilhas, também escrita por Mário Lúcio Sousa, traz uma perspectiva regional para a obra de Miguel de Cervantes.
A Companhia de Teatro e Dança Contemporânea Raiz di Polon foi fundada em Cabo Verde em 1991 pelo diretor Mano Preto. O grupo destaca-se pela combinação de teatro, expressão corporal e música. Ganhou o Prêmio Especial do Júri no 5º Encontro Coreográfico da África e do Oceano Índico, e já se apresentou por toda Europa e África. Desde 1998 a companhia desenvolve um trabalho de promoção da dança contemporânea e integra o projeto Dançar o que é Nosso, um trabalho de cooperação entre a África, a América Latina e a Europa.

—-> Cabo Verde / Grupo Teatral do Centro Cultural Português do Mindelo;

Peça: O doido e a morte
Diretor: João Branco
Elenco: João Branco, Luis Miguel Morais, Paulo Santos, Silvia Lima
Duração do espetáculo: 55min.
Censura: 14 anos

O grupo encena a peça O doido e a morte, do português Raul Brandão. Considerada uma pérola na história da dramaturgia portuguesa, o texto trata de dois personagens: um político poderoso e um homem que adentra seu gabinete com uma bomba de grande impacto embaixo do braço. Uma representação da revolta de um indivíduo perante a crueldade, a incongruência e a degradação do mundo moderno.
O Grupo Teatral do Centro Cultural Português do Mindelo existe desde 1993 e já montou mais de 30 espetáculos, entre textos de autores consagrados com leituras “crioulas”, e de artistas caboverdianos. Participaram de inúmeros festivais e já se apresentaram em palcos de Portugal, Itália, Espanha, Holanda e Brasil, e já ganharam duas vezes o Prêmio do Mérito Teatral por Portugal e por Cabo Verde.

—-> Portugal / O Bando;

Peça: Luto Clandestino
Diretor: João Brites
Elenco: Maria Silva, Filipe Carvalho
Duração do espetáculo: 30min.
Censura: 14 anos

O espetáculo Luto Clandestino propõe ao espectador a experiência do voyerismo como parte de uma viagem introspectiva. Com fones de ouvido, o público observa pessoas desconhecidas e tem a oportunidade de matar a curiosidade a respeito de conversas íntimas, sobre medo, perversidades, amor, morte. Uma experiência de aproximação do outro que pode nos permitir enxergar melhor o mundo e a nós mesmos. O espetáculo faz-se na rua, em movimento, com 80 espectadores por apresentação. Os atores estarão equipados com sistema de emissão de rádio e o público com receptores.
O grupo Bando surgiu em 1974, em meio à agitação política e cultural por que passava Portugal. Conhecido internacionalmente, seu currículo conta mais de 65 espetáculos montados.

—-> Portugal / Grupo da Garagem;

Peça: A hora do arco-íris
Diretor: Ana Palma
Elenco: Maria João Vicente
Duração do espetáculo: 1h20.
Censura: 14 anos

A hora do arco-íris trata do teatro do qual participamos na sociedade: assumimos personagens ao longo da vida e aprendemos a viver com determinado rótulo, estigma, deveres e obrigações, de acordo com a encenação íntima em que nos inserimos. Maria vive na clausura de uma torre de marfim e faz uma análise de sua história, experimenta as vozes de personagens que fizeram ou ainda fazem parte de sua vida. Ao fazê-lo abdica, por um momento, do papel principal.
O Teatro da Garagem foi fundado em 1989, e dedica seu trabalho artístico à pesquisa e experimentação, explorando novas formas de linguagem, seja através do texto ou do desenvolvimento de novas formas cênicas. O dramaturgo Carlos J. Pessoa é o responsável pelos textos e pela direção artística do grupo.

—-> Brasil / Grupo de Curitiba

Peça: Capitu Memória Editada
Diretor: Edson Bueno
Elenco: Janja, Regina Maria Ortiz Bruel, Tiago da Luz, Marcelo Rodrigues de Oliveira
Duração do espetáculo: 1h20
Censura: 14 anos

Inspirada no romance Dom Casmurro, a peça Capitu Memória Editada está longe de ser apenas uma montagem da obra de Machado de Assis: propõe-se a refletir o universo do escritor no palco através da dúvida, do mistério, da memória e da fantasia. Além das lembranças de Bentinho, a trama também é contada por personagens paralelos e contemporâneos, que interagem com a obra de Assis e fazem referência a ele, convidando o público a preencher as lacunas, assim como fez o escritor.
O projeto Capitu Memória Editada foi iniciado pela atriz Janja, que interpreta a protagonista na peça. A adaptação e a direção do espetáculo é de Edson Bueno. A montagem é realizada desde 2005, e recebeu no ano seguinte o prêmio Gralha Azul – promovido pelo Centro Cultural Teatro Guairá, do Paraná.

—-> Brasil / Tropa do Balaco Baco (Pernambuco);

Peça: A paixão e a sina de Mateus e Catirina
Diretor: Romualdo Freitas
Elenco: Ronaldo Bryan, Pedro Gilberto, Mário Arantes, William di Castilho, Wellington França
Everaldo Marques, Givaldo Silva, Fabiana Moraes, Fábio Beserra, Fabian Queiroz, Lula Moreira, Romualdo Freitas, Wellington Santos, Dalva Laranjeiras
Duração do espetáculo: 1h20
Censura: 14 anos

O espetáculo A paixão e a sina de Mateus e Catirina é permeado de elementos do folclore nordestino. Trata-se da história de Catirina, que, grávida há mais de doze meses, tem desejo de comer língua de boi e tenta convencer Mateus, que é apaixonado por ela, a lhe presentear com a iguaria. Depois de muita insistência, Mateus arranca a língua do boi trazido especialmente do Maranhão para presentear a filha do coronel. O casal se envolve, então, em uma aventura para reanimar o animal moribundo.
A companhia Tropa do Balaco Baco – Equipe Teatral de Arcoverde surgiu da união de dois grupos teatrais de Arcoverde, cidade do sertão pernambucano. O grupo conquistou os prêmios de melhor espetáculo, direção, figurino e maquiagem da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco – APACEPE/2008 -, no Recife, PE.

Carolina Mesquita, por email em 5 de abril de 2009, gentilmente nos alertou para um erro no texto que recebemos da assessoria de imprensa do festival:
Há um erro na sinopse do Mutumbela Gogo o grupo quando foi fundado a diretora e administradora do teatro Avenida era de fato a Manoela Soeiro, mas a encenadora e diretora artística do Mutumbela Gogo até início de 1987 era Isadora Dias (brasileira) convidada pela Manoela a fundar O Mutumbela Gogo juntamente com outros entre os quais a Lucrècia, Victor Raposo, etc. Entre as peças dirigidas por Isadora Dias encontra-se a peça teatral Quatro Peças para um Cenário Roído de Mia Couto, adaptação para a escrita dramatúrgica realizada pelo próprio Mia. Além de ser bailarina e atriz sou pesquisadora da escrita do Mia. Isadora encontra-se no Brasil e recebeu importantes prêmios em sua carreira, Itaú Cultural com Visões Silenciosas, FUNARTE, prêmio klauz Vianna em dança, Fomento e Pac.

14/5/2008

A Mancha Roxa estréia nova temporada no Teatro Augusta

Comemorando 20 anos de sua criação, a peça de Plínio Marcos entra em cartaz em maio

A Mancha Roxa estréia nova temporada no Teatro Augusta Encenada pelo grupo Disritmia Cênica, A Mancha Roxa estréia sua 3ª temporada, dia 7 de maio, quarta-feira, no Teatro Augusta. Dirigida por Alexandra da Matta e encenada por sete jovens atrizes, a peça conta a história de seis mulheres que descobrem ter o vírus HIV, doença predominantemente masculina na época (anos 80) e conhecida como “mancha roxa”, ou apenas “roxa”.

O autor Plínio Marcos com toda sua ousadia denuncia um país onde a vida humana e a saúde pública são tratadas com descaso, retratando com extrema força e crueza as relações de opressão, rejeição, violência, solidariedade e rebeldia, de mulheres em situação limite. Uma realidade da época, porém não tão distante dos dias de hoje.

Em cartaz até 26 de junho, todas as quartas e quintas-feiras, às 21h, no Teatro Augusta, A Mancha Roxa celebra os 20 anos da peça, escrita em 1988 por Plínio Marcos. Também se iniciam as comemorações em homenagem aos dez anos da morte do autor, que acontece no próximo ano.

Mais informações pelo telefone (11) 3151-4141.

Sobre o Disritmia Cênica
Criado em 2005, o grupo Disritmia Cênica é formado por atores do Instituto de Arte e Ciência – INDAC (Escola profissionalizante de atores há mais de 20 anos empenhada com o ensino e a pesquisa teatral). Funcionando como um núcleo de estudos, o grupo se reúne semanalmente para leituras e exercícios teatrais. Suas peças estão sempre em busca de um teatro contemporâneo.

Sobre o autor
Um dos maiores poetas do teatro brasileiro, Plínio Marcos tem em seu tema predileto a marginália. Entre seus trabalhos, estão “Madame Blavatsky”, “Jesus Homem”, “Balada de Um Palhaço”, “Dois Perdidos numa noite suja”, “Abajur Lilás” e “Navalha na Carne”.

Informações: A Mancha Roxa, de Plínio Marcos. Drama. Em um presídio feminino, seis encarceradas sentem o drama de serem portadoras do vírus HIV, cujo nome popular nos anos 80 era justamente “a mancha roxa”. Com Grupo Disritmia Cênica. Dir: Alexandra de Matta. (45min). 16 anos. Teatro Augusta Sl. Experimental (R. Augusta, 943 – Cerqueira César-SP – Tel: 3151-4141); www.teatroaugusta.com.br ; Quartas e quintas, às 21h. Estréia 07/05 até 26/06.

Palestras simultâneas sobre pedagogia logosófica

No dia 16 de maio, sexta-feira, às 20h, a Fundação Logosófica promove o VI Encontro Nacional dos Docentes de Escolas Logosóficas (Endel), em Belo Horizonte, com a reunião de 464 especialistas dos Colégios Logosóficos. Além disso, para propagar os ensinamentos do educador Carlos Bernardo González Pecotche, estão programadas palestras gratuitas e abertas ao público, no mesmo dia e horário, em Brasília, Chapecó, Goiânia, Rio de Janeiro e Uberlândia. No Rio, os interessados podem conhecer a pedagogia logosófica na r. General Polidoro 36, Botafogo. Informações e inscrições: (21) 2543-1138 ou acesse www.colegiologosofico.com.br

Serviço
VI Encontro Nacional de Docentes em Escolas Logosóficas – ENDEL

Encontro em Belo Horizonte e palestras simultâneas em Brasília, Chapecó, Goiânia, Rio de Janeiro e Uberlândia.

Tema: A Pedagogia Logosófica

Data:16 de maio de 2008

Horário: das 20h às 21h15

Endereço: r. General Polidoro 36, Botafogo (próximo à estação de metrô)

Informações e inscrições: (21) 2543-1138 ou acesse www.colegiologosofico.com.br

8/5/2008

Cosmologia do impreciso

Cosmologia do impreciso

Dia 17 de maio – no Bar do Ernesto, 41, a partir das 20:30, com direito a chorinho e samba. Não perca!

A Editora 7Letras e o Bar do Ernesto convidam para o lançamento do livro

COSMOLOGIA DO IMPRECISO

de Oswaldo Martins

sábado, 17 de maio
a partir das 20h30

Bar do Ernesto
Largo da Lapa, 41, Centro

5/5/2008

Na catraca

30/4/2008

Fundação Logosófica recebe inscrições para concurso literário

Fundação Logosófica recebe inscrições para concurso literário

A Fundação Logosófica promove concurso literário com o tema: “A arte de ensinar e a arte de aprender”. Os trabalhos serão avaliados em duas categorias: educadores e estudantes universitários. Os participantes devem escrever o texto com elementos abordados na bibliografia indicada no regulamento. Distribuídos aos três primeiros lugares em cada categoria, os prêmios somam a quantia de R$ 34 mil. Os trabalhos podem ser enviados até 30 de junho.

15/4/2008

SOBRE “ABISMO ANHUMAS”

SOBRE “ABISMO ANHUMAS”

Numerosas gotas chovem onde estou… e não me molho
Conto os pingos e a soma é  seca
Não é a chuva soma de seus pingos, suor de nuvens
Uma gota apenas, é pouca coisa ou não
É um lago inteiro, é uma explosão de gotículas suspensas
Desmembrando o discreto, explodindo o unido, somando pingos no transfinito me engajo
Constato que estas operações implicam mudanças de estado, delas e de nós
Fazem sons, alteram a percepção
Faz calor e da amarrotada roupa dispo-me
Nu, passo a ferro dobras e vincos…
da minha pele transpiro um sem número de gotas, chovo-me.

Vou a sala ao lado, nua ou apenas vestida de portas,  janelas, quadros
Nela chovem todas as gotas e mesmo assim ela está seca
Não há na sala escoamento, e mesmo assim não transborda
Eu no entanto, transbordo, transpiro a sala chove-se.

Dois
metálicos lacrimários
desconta gotas
uma a uma se juntando em uma só flor
agouro divinatório
unidade improvável, um pingos .

Tunga, 2008

Exposição Abismo Anhumas, Marta Jourdan
17 de abril a 17 de maio 2008Galeria Mercedes Viegas
rua joão borges, 86   gávea   rio de janeiro   tel/fax  21  22944305
galeria@mercedesviegas.com.br
www.mercedesviegas.com.br

27/3/2008

Companhia do Gesto

Abril de oficinas Companhia do Gesto

Local: Espaço Café Cultural

Rua São Clemente 409 – Botafogo

Bate-papo: quinta, 27 de março, 20h30, no Foyer do Café Cultural.

Abril de oficinas Companhia do Gesto

OFICINA Teatro Gestual

com Luís Igreja

- 1o módulo – de 01 a 12 de abril.Máscaras (Neutra, abstrata, psicológica e meia-máscara)

3as e 5as de 9h às 13h (dias 01, 03, 08 e 10 de abril)

AULA SÁBADO: dia 12 de abril – de 9h às 13h

Carga horária 20h

Investimento 1o módulo: R$ 200,00

- 2o módulo – de 17 a 29 de abril

Clown

3as e 5as de 9h às 13h (dias 17, 22, 24 e 29 de abril)

AULA SÁBADO: dia 26 de abril – de 9h às 13h

Carga horária 20h

Investimento 2o módulo: R$ 200,00

(Inscrições 1o módulo + 2o módulo = R$ 320,00)

————————————————

OFICINA Voz e Musicalização

com Isadora Medella

- 1o Módulo – de 02 a 14 de abril

A voz

2as. e 4as. de 9h às 13h

Carga horária 16h

Investimento: R$ 200,00

- 2o Módulo – de 16 a 30 de abril

(não haverá aula segunda, dia 21 de abril)

Voz e Musicalização

2as. e 4as. de 9h às 13h

Carga horária 16h

Investimento: R$ 200,00

(Inscrições 1o módulo + 2o módulo = R$ 320,00)

————————————————

(Inscrições: 1o + 2o módulos da Oficina Teatro Gestual + 1o + 2o módulos da Oficina Voz e Musicalização = R$ 500,00)

Informações e inscrições: Anacris Monteiro

Zucca Produções

(21) 2556-5265

www. rireviver.com.br

www.zuccanet.com.br

23/3/2008

Cybèle Varela

Cybèle Varela

Com o patrocínio do

Ministério Italiano dos Bens e Atividades Culturais
Direção Geral para os bens literários e dos institutos culturais – DGBLIC

Instituto Nacional de Estudos Romanos – Onlus

Academia Angélica Costantiniana

CYBELE VARELA

AD SIDERA, per ATHANASIUS KIRCHER

Cybèle Varela

Uma exposição para recordar a figura poliédrica de Athanasius Kircher,
no mesmo lugar aonde há quatro séculos surgia o Museu do Mundo

8 de marzo a 10 de abril de 2008

Roma, “Sala Crociera” no Colégio Romano
Via do Colégio Romano, 27

Cybèle Varela expõe em Roma, Itália, na monumental e histórica “Sala Crociera”, no Collegio Romano, fundado pelos jesuítas no século XVII.  A exposição, intitulada AD SIDERA, per Athanasius Kircher, é realizada com o patrocínio do Ministério Italiano dos Bens Literários e Atividades Culturais, do Instituto Nacional de Estudos Romanos e da Academia Angélica Costantiniana.

A mostra
A exposição foi concebida e curada por Cybèle Varela com o objetivo de prestar homenagem ao celebre Padre Athanasius Kircher, de origem alemã, que fundou, naquele local, o chamado “Museu do Mundo”, museu este que se tornou uma etapa obrigatória durante a estadia daqueles que, na época baroca, visitavam a Cidade Eterna.  Considerado como o ultimo dos eruditos universais, Kircher, que falava dezesseis idiomas, dedicou-se ao estudo de, entre outros, egiptologia, geologia, medicina, musica e matemática.
A mostra de Cybèle, inaugurada em 7 de março, restará aberta ao público até 10 de abril.  Nela a artista apresenta cerca de 20 trabalhos, grande parte deles criados exclusivamente para a exposição, incluindo pinturas, fotografias digitais, livros, bem como uma cópia reformulada de um obelisco criado por Kircher e dedicado a rainha Cristina, da Suécia e, logo após, ao papa Clemente IX.  Faz igualmente parte da exposição uma instalação apresentada com um fundo musical do compositor alemão Peter Pannke.

O catalogo
O evento é documentado por um catálogo de 96 paginas publicado pela editora romana Gangemi. O livro reproduz os trabalhos apresentados e contém a introdução de Maurizio Fallace e de Peter-Hans Kolvenbach S.J, bem como textos dos seguintes autores: Paolo Portoghesi, Eugenio Lo Sardo, Francesco Sisinni, Alessandro Orlandi, Mauro Giancaspro, Enrico Salvatore Anselmi e Ariane Varela Braga.

Informaçoes
Artista: Cybèle Varela
Titolo mostra: Ad Sidera, per Athanasius Kircher
Abertura: 7 de marzo de 2008
Encerramento: 10 de abril de 2008
Local: Sala Crociera, Collegio Romano – via del Collegio Romano, 27  – 00186 Roma – Italia
website: www.cybelevarela.com

4/3/2008

O Eterno Feminino

O Eterno Feminino
exposição fotográfica

O Eterno Feminino

10 de março a 3 de maio de 2008

Segunda a sexta, de 9 às 13h / 14 às 18h
Sábados de 9 às 13h

Galeria Fotoativa
Praça das Mercês, 19
Comércio
Belém
Pará

Seis por 6

Seis por 6

Seis por 6

exposição até 22 de março de 2008
Galeria Graça Landeira – Unama
Av. Alcindo Cacela, 287 – Umarizal
Cep 66.06.902 Belém/Pará

http://www.unama.br/

(91) 4009-3148

19/2/2008

Frestas

Exposição Frestas na Galeria Theodoro Braga

Galeria Theodoro Braga
Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves
Av Gentil Bittencourt, 650 – Subsolo do prédio do Centur

Frestas

Contatos:
GEORGE VENTURIERI
Gerente da Galeria Theodoro Braga
Fones: (091) 3202 4313
Fax: (091) 3202 4351
Email: gtb@fcptn.pa.gov.br
Site: www.fcptn.pa.gov.br
segunda à sexta, de 08h30 às 12h30 e 14h30 às 18h

16/2/2008

ERES KIGAL – esculturas

Reestréia em Nova Iguaçu

Reestréia em Nova Iguaçu: ERES_KIGAL - esculturas

ERES KIGAL – esculturas

Cia. Teatro da Transcendência

Texto e Direção de Camila Diehl

com Wendell Soares, Vinícius Mochizuki, Átila Bezerra, Lucas Valentim

sábados e domingos, 20h

dias 16, 17, 23 e 24 de fevereiro/2008

ESPAÇO CULTURAL SYLVIO MONTEIRO

Rua Getúlio Vargas, 51 – Centro – Nova Iguaçu / RJ – Tel. 21 2667-2157)

70 minutos | 150 lugares | R$10 (inteira) e R$5 (meia)

Classificação: 18 anos

14/2/2008

Daniel Cruz

Presenças - Daniel Cruz

Exibição Presenças
Daniel Cruz
Segunda, 18 de fevereiro de 2008, 20h
Espaço cultural Banco da Amazônia
Av. Pres. Vargas, 800 térreo
Belém/PA
Tel 4008.3670
www.bancodamazonia.com.br

12/2/2008

Sociale

Propaganda colaborativa: o fim das agências tradicionais
Sociale Comunicação democratiza a criação publicitária.

A Sociale Comunicação, agência paulistana dos sócios Franco Rosário e Flávio Demarchi, criou, em dezembro de 2006, a primeira ferramenta de propaganda colaborativa do mundo. Em 2008, após um ano de operação, a empresa lança uma nova versão de seu site aproveitando a experiência adquirida para revolucionar o mercado publicitário brasileiro.

A ferramenta foi criada para auxiliar na divulgação de empresas e entidades de todos os tamanhos. Através do site  www.sociale.com.br, empresas, profissionais liberais e entidades podem solicitar a criação de qualquer peça de comunicação através do preenchimento de um simples formulário passo-a-passo. São criados desde folhetos até sites de internet, passando por outdoors, malas-direta e logomarcas. Tudo é feito através da internet e o cliente ainda escolhe o valor do seu investimento, ou seja, quanto vai pagar pelo trabalho.

Isto é possível graças a uma rede de colaboradores de diversas áreas, profissionais especializados do mercado responsáveis pela criação das peças, sob supervisão da agência, que garante a qualidade do trabalho e o prazo de entrega.

Como funciona
Primeiro o Cliente se cadastra gratuitamente e utiliza seu e-mail e senha para acessar a área de pedidos. Escolhendo a opção “novo trabalho” é apresentado um formulário passo-a-passo que deve ser preenchido com objetividade. Entre outros itens, a empresa irá definir o valor que deseja pagar e o prazo para receber as opções criativas. O trabalho é publicado no site, e os Colaboradores que se interessarem preparam sugestões do material solicitado. No prazo combinado o Cliente visualiza, através do próprio site, as opções de trabalho e escolhe aquela que mais gostou. O trabalho é então finalizado e entregue pronto para ser utilizado ou para ir para a gráfica.

Vantagens para os pequenos
A ferramenta apresenta diversas vantagens, principalmente às pequenas e médias empresas. A principal é permitir que elas tenham acesso a materiais publicitários de qualidade pelo preço que podem pagar. Outras vantagens são praticidade (a empresa tem acesso ao website exclusivo para solicitação e acompanhamento on-line dos seus serviços de publicidade e comunicação), atendimento feito por profissionais capacitados e grande diversidade de opções adequadas à necessidade.

E por operar através da internet, a Sociale está apta a atender empresas de todo o país. Segundo seu sócio Franco Rosário, “o objetivo maior da Sociale é democratizar os serviços de comunicação. De uma maneira simples, a idéia é mostrar para os nossos clientes que é possível trabalhar adequadamente sua marca e sua comunicação, com publicidade profissional e capacitada, pagando o preço justo por isso”.

Sobre a empresa
A Sociale é a primeira ferramenta de propaganda colaborativa do mundo. Ela representa uma nova forma de pensar o  trabalho  e  a  prestação de serviços  de  comunicação e publicidade. É uma empresa com uma nova e moderna arquitetura de processos e organização que traz benefícios para seus clientes e colaboradores.

Toda vez que um cliente solicita um trabalho ele define o valor que quer investir e a data em quer recebê-lo. seus clientes e colaboradores. O trabalho é analisado e direcionado à rede de colaboradores, que, dentro dos padrões estabelecidos pelo cliente, desenvolve opções criativas. O cliente então escolhe a melhor opção e o trabalho é desenvolvido até a entrega da solução final. Esta abordagem beneficia tanto os clientes quanto os colaboradores, permitindo-lhes maximizar os benefícios e a utilização de seu tempo para realização de seus trabalhos.


Contato

Franco Rosário
www.sociale.com.br
Blogs: comunicacaodemocratica.wordpress.com | sociale.wordpress.com
franco@sociale.com.br – MSN: sociale.comunicacao@hotmail.com – Tel.: 11-3522-5188 / 11-9159-8055

31/1/2008

Congreso Ibero-americano de Educación Artística

CONGRESSO IBÉRO-AMERICANO DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
(Nomeclatura oficial de Ensino de Arte, em Portugal, sede do evento)

22, 23 e 24 de maio de 2008

Local:
Escola Superior de Educação de Beja – Portugal

Datas Importantes:
- Submissão de proposta, resumo e CVs: 5 de Fevereiro de 2008
- Confirmação da aceitação da proposta até 5 de Março de 2008
- Inscrição no congresso: até 15 de Abril de 2008
- Envio dos textos completos: 5 de Abril de 2008

Instituições organizadoras:
- APECV: Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual;
- Instituto Politécnico de Beja: Escola Superior de Educação de Beja;
- Universidade de Évora: NECAA – Núcleo de Educação, Cultura e Artes Aplicadas.

Mais detalhes:
http://www.rede-educacao-artistica.org/ia_02_trans_temas.htm

27/1/2008

Oficina “O treinamento e a arte do ator”

OFICINA
O TREINAMENTO
E A ARTE DO ATOR

COORDENAÇÃO
Marilena Bibas

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INTERPRETAÇÃO – CORPO – VOZ

Interpretação – O Ator Criador

Técnicas Corporais – Ampliação da presença do ator – Ações Físicas

Técnicas Vocais – Trabalho sobre os ressonadores do corpo – Ações Vocais

Energia e Ação

Estudos de textos fundamentais de Brook, Grotowski e Barba

Dramaturgia do ator

Processo de criação do personagem

Montagem

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HORÁRIO

Terças e Quintas – 15:00 às 18:00 h

INÍCIO

12 de Fevereiro

INSCRIÇÕES NO LOCAL

Rua Conde de Irajá, 90 – Botafogo (Próximo ao Cobal) – Rio de Janeiro/RJ

2ª. a 6ª. de 11:00 às 18:00 H – (com Vânia)

Telefone: (21) 2539-7909

MAIS INFORMAÇÕES

Tels (21) 2537-5782 e (21) 9214-5099

PÚBLICO

Atores Profissionais e Estudantes de Teatro

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MARILENA BIBAS é Atriz, Diretora e Preparadora de Atores. Dirige o grupo OMAMË TEATRO desde 1994, com o qual já montou 13 espetáculos. Estudou no Centro di Scienze Teatrale Applicate, Teatro Porlach, Itália e participou do International School of Theatre Anthropology – ISTA, dirigida por Eugenio Barba. Recebeu bolsa de pesquisa da Rockefeller Foundation, Bellagio Center, dentro do projeto Sine Die com a artista plástica Anna Maria Maiolino e bolsa de estudos do Istituto Italiano di Cultura e Centro Ateneo Università di Roma para participação no Seminario Internazionale sulle Tecniche di Lavoro dell’ Attore em Fara Sabina e Trento, Itália. Foi professora do curso de formação da CAL Casa das Artes de Laranjeiras, durante 14 anos, nas cadeiras de Interpretação e Técnicas Corporais. Orientou cursos e oficinas no Centro Laban, Faculdades Estácio de Sá, Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Café Cultural. Atualmente faz parte do corpo docente da GET Escola de Formação de Atores em Linguagem de Televisão e dirige o LAC Laboratório do Ator Contemporâneo, onde recebe pessoas para treinamento avançado em Técnicas Teatrais. Como atriz, além dos trabalhos com o OMAMË TEATRO, se apresentou em espetáculos dirigidos por Jocy de Oliveira (Brasil e Alemanha), Pino di Buduo (Itália), Luigi Cinque (Itália), Aderbal Freire Filho, Antonio Amâncio, Regina Miranda (Cia. Atores-Bailarinos), Celina Sodré e Amir Haddad (com quem trabalhou por oito anos no Grupo Ta na Rua, do qual é co-fundadora). No momento Marilena Bibas apresenta o espetáculo Solo VOZES DE MULHERES (Premio Funarte Myriam Muniz) com direção teatral de Ivan Tanteri (Itália).

19/1/2008

Felix Richter

Recado do fotógrafo Felix Richter:

“Prezados amigos,
Na próxima terça-feira – 22.1.2008 – estou lançando o livro “Lições de um Brasil Selvagem” – com exposição de fotografias – na Galeria Tempo.
Ficaria feliz com a presença de todos,
Abraços
Felix”

Infelizmente não poderei ir ao Rio para o lançamento mas fica aqui a dica. O Felix é um fotógrafo incrível e eu espero de todo coração que o livro dele seja um absoluto sucesso.

Parabéns, Felix!

convite para o lançamento de Lições de um Brasil Selvagem, de Felix Richter.

A Tempo fica na Av. Atlântica, 1782 loja E, tel (21) 2255-4586.

13/1/2008

Geraldo Marcolini

Geraldo Marcolini
pinturas

Geraldo Marcolini - convite

inauguração: 16 de janeiro, quarta-feira, de 18h30 às 21h
exposição: 17 de janeiro a 26 de fevereiro de 2008

Centro Cultural Candido Mendes
Pequena Galeria
Rua da Assembléia, 10 subsolo
Centro
Rio de Janeiro / RJ 20011-901
Tel (21) 2531-2000 ramais 236/243

www.candidomendes.edu.br
artecentro@candidomendes.edu.br

3/1/2008

UFG lança Portal de Periódicos Eletrônicos

A Universidade Federal de Goiás (UFG) divulgou o lançamento de seu Portal Periódicos Eletrônicos, contando com 17 revistas que trazem resenhas e textos sobre resultados de pesquisas desenvolvidas na instituição. São cerca de 2 mil artigos científicos disponíveis para acesso gratuito, precisando somente fazer seu cadastro para obtenção de login e senha.

O projeto é da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da universidade e visa a democratização do acesso às pesquisas científicas e à qualificação dos periódicos da universidade.

O portal conta com 233 volumes publicados, cujos textos, além do português, também podem ser baixados na íntegra em inglês, francês e espanhol.

A maior parte dos artigos das publicações é assinada por pesquisadores da própria UFG e incluem pesquisas em diversas áreas do conhecimento, como cultura, filosofia, geografia, ciência animal, biologia, enfermagem e farmácia.

Entre os destaques estão as revistas Signótica, do Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística da Faculdade de Letras e Sociedade e Cultura, da Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia.

O portal também está recebendo trabalhos de pesquisadores de outras instituições de ensino e pesquisa do país. Para isso, é necessário que o autor encaminhe uma cópia do texto de acordo com as normas do serviço.

Mais informações: www.revistas.ufg.br.

30/11/2007

Balada Literária

Aconteceu de 15 a 18 de novembro o Balada Literária 2007, evento idealizado por Marcelino Freire e organizado por ele e Maria Alzira Brum Lemos. Aproveitando o mês da consciência negra, um dos encontros reuniu Ana Paula Maia, Xico Sá, Ferréz e o moçambicano Rogério Manjate para debater a literatura da periferia ou a representação do que é periférico na literatura. Alguns dos comentários:

“A literatura é uma margem entre as artes”, Xico Sá.

“Sempre fui da turma que fez recuperação às terças e quintas”, Ana Paula Maia.

“O país foi construído pelos negros e pelos índios e hoje não há uma dedicação a essas pessoas”, Ferréz.

“Na padaria eu vivia escrevendo, fazia poesia no papel do pão e guardava no bolso”, Ferréz.

“Sou ator. A literatura veio por via do teatro”, Rogério.

“Sim, há uma influência (de Mia Couto). Mas a tarefa dele é escrever, não abrir portas. Ele não tem culpa se deixa os outros na sombra”, Rogério.

“Nunca senti preconceito pela minha literatura”, Ana Paula Maia.

“Falar de literatura é muito difícil. Não é igual ao rock que você pega a guitarra e toca”, Ferréz.

“Na Suíça, foram 15 minutos de aplausos após o espetáculo… e eles não entendiam a língua”, Rogério.

“Eu nunca subi o morro, não falo disso. (Minha literatura) não é urbana, não se passa na favela. Meus personagens estão mais a margem que a margem”, Ana Paula Maia.

“É fácil jogar a culpa nos políticos e esquecer a classe média que é o motor disso tudo”, Ferréz.

“Em Moçambique a reclamação hoje é que não há literatura urbana. Mesmo Mia Couto, que é da cidade, escreve sobre o ambiente rural. O imaginário ainda é todo rural”, Rogério.

“Só lendo muito será possível chegar lá”, Ana Paula Maia (respondendo por que não há escritores de periferia fazendo literatura fantástica).

“- Por isso pedimos, de joelhos pedimos: tirem-nos tudo… mas não nos tirem a vida, não nos levem a música!”, trecho da poesia de Noémia de Sousa lida por Rogério no fim do debate.

A Balada Literária já terminou, mas ainda dá tempo de pegar a Ressaca Literária no dia 8 de dezembro, 17 horas, no Centro Cultural b_arco com Luis Fernando Veríssimo. A entrada é franca.

27/11/2007

Salão fotográfico 2007

Kock Ham Chan gentilmente nos enviou o convite do Salão de fotográfico 2007, nu artístico 2a. edição.
Vai ser na Rua das Laranjeiras, 20, no Largo do Machado (RJ), dia 7 de dezembro às 20 horas.

Salão de fotográfico 2007, nu artístico 2a. edição


Leia também Quando a arte encobre o nu, de Eric Novello.

CONVOCAÇÃO AOS PROFESSORES DE ARTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

O grupo paulista reunido na plenária da XVII CONFAEB em Florianópolis/SC, em 3 de novembro de 2007, frente ao contexto em que se encontra a AESP, vem solicitar a convocação de uma Assembléia Geral Ordinária a ser realizada no dia 01/12/2007, sábado, às 09h no Auditório da FUNARTE / SP, com os seguintes objetivos:

- resgate do histórico;
- levantamento do acervo;
- levantamento da situação jurídica;

Proposição e ações, entre elas a eleição de nova direitoria nesta data.

Os abaixo assinados se comprometem a divulgar em suas listas e nas redes de ensino a convocação para a citada assembléia.”

Participantes da reunião: Ana Bittar, Antonio Sartori, Daniela Mattos, Denise Mattos, Edna Dantas, Eneila, Ingrid Koudela, Itamar Santos, Janete Sartori, Jurema Sampaio, Mirian Celeste, Nanci Boldrini, Pio Santana, Rejane Coutinho, Roberta Puccetti, Roseli Alves.

Assinaram a Ata, no final do dia: Mirian Celeste, Jurema Sampaio, Daniela Mattos, Rejane Coutinho, Itamar Santos, Ingrid Koudela, Ana Cláudia Sanches, Edna Dantas, Ana Mae Barbosa, Monica Pellegrini, Janete Sartoni, Denise Brioschi, Ary Potyguara, Nancia M. Boldrini, Antonio Satori, Eneila e Roseli Alves.

Esta convocação tem a aprovação de Maria Cristina Pires e Maria Christina de Souza Lima Rizzi, integrantes da última diretoria eleita, tendo sido consultadas antes desta divulgação.

São Paulo, 7 de novembro de 2007
Grupo paulista presente na XVII CONFAEB em Florianópolis/SC

Solicitamos a divulgação deste e-mail para todos os professores de Arte do Estado de São Paulo, seja em escolas, instituições culturais e Ong.

Auditório da FUNARTE / SP
Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos
(Próximo ao metrô Santa Cecília e Marechal Deodoro)
CEP: 01216-001

20/11/2007

Roof Cats no Severy da Glória

A banda Roof Cats se apresenta dia 22 de novembro (quinta-feira) no Severyna da Glória.
O show começa às 20h00 e o couvert artístico é 12 reais, saindo por 10 reais na lista amiga.
O Severyna é um tradicional restaurante de comida nordestina com atrações musicais.
O Roof Cats é uma banda cover que aposta em clássicos do rock, fugindo do estilo musiquinha de formatura. U2, Lenny Kravitz, The Cure e The Police são alguns dos grupos que contribuem para o repertório.
Roof Cats traz Cássia nos vocais, Rodrigo no baixo, AG e Paulinho nas guitarras e Flamarion na bateria.

31/10/2007

Gilberto Salvador inaugura mostra Reconstruções na Almacén Galeria

A mostra Reconstruções, que faz uma ponte entre a arte e a tecnologia industrial, começa hoje na Almacén Galeria.

Exposição utiliza componentes eletrônicos para ligar arte e tecnologia industrial

Aço inoxidável e componentes eletrônicos emprestaram um ar pós-pop-arte e concretista às 18 obras do escultor Gilberto Salvador, desenvolvidas durante os últimos três anos e que estão na exposição Reconstruções, na Almacén Galeria. A mostra, cuja visitação vai de 31 de outubro a 18 de novembro, é uma seqüência da realizada Galeria do Sesi, Espaço Cultural Fiesp, no ano passado.

Com obras de títulos como “La Thuerca Plata” e “Zíper Vermelho II”, a exposição faz uma ponte entre a arte e a tecnologia industrial de ponta e explicita sua escolha pelo formalismo. Estes objetos ganham uma nova poética, sob o ponto de vista do artista, como nas peças “Sorriso Bordeaux” (foto acima) e “Fritz”, que remetem às histórias em quadrinhos (Sobrinhos do Capitão).

Salvador acredita na recriação do significado de peças industriais comuns. “Os zíperes, parafusos e cadeados são temas de minha obra, e não me restrinjo ao seu significado literário e conceitual, mas são reconstruções”, explica o artista. Os conceitos geométricos e matemáticos estão presentes em cada escultura através de retas, planos, cortes e ângulos. “Dessa forma, é criada uma nova harmonia espacial que define uma nova poética para estes objetos”, acrescenta Salvador.

A aposta na exposição das novas obras de Gilberto Salvador reforça a estética concretista que a Almacén tem assumido nos últimos anos e ratifica a opção da galeria de mostrar ao público a produção atual de nomes já consagrados no cenário das artes plásticas brasileiras. O principal objetivo da Almacén é mostrar a trajetória desses artistas, a evolução de seus trabalhos, mas sem deixar de investir sempre em jovens talentos.

Serviço:
Reconstruções – Gilberto Salvador
Local: Almacén Galeria
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 2150, Bloco G, lojas F e M – Barra da Tijuca
Visitação: de 31 de outubro (quarta-feira) a 18 de novembro (domingo).
Horários: segunda, das 12h às 22h; de terça a sábado, das 10h às 22h e domingo, das 15h às 21h.
Telefone: (21) 3325 8622
Entrada franca

5/10/2007

José Alvarenga

José Alvarenga - Fotografias Urbanas

Fotografias Urbanas
José Alvarenga
9 de outubro a 10 de novembro de 2007
AL-FARABI
Rua do Rosário, 30/32
Centro – Rio de Janeiro
Tel (21) 2233-0879

26/9/2007

Newton Mesquita

Newton Mesquita faz exposição inédita na Almacén Galeria

Ícone da pop arte dos anos 60 expõe pela primeira vez no Rio em 21 anos

Newton MesquitaO pop arte dos anos 60 está de volta. E, para completar, um dos maiores representantes do movimento na época, Newton Mesquita, fará sua primeira exposição individual no Rio de Janeiro em 21 anos. A exposição será realizada na Almacén Galeria, apenas com obras inéditas, feitas especialmente para este evento, que ficará aberto à visitação de 27 de setembro a 14 de outubro.

Cada uma das 25 telas do pintor para esta exposição reflete a forma com que Newton olha a vida: amorosa, bonita, frágil, valiosa, presente. “Cada exposição de um artista reflete o momento que ele vivencia, seu espírito, sua visão sobre o mundo naquele período. São meus trabalhos que contam minha história”, afirma o pintor.

Pintor, escultor, desenhista, fotógrafo e arquiteto, Newton Mesquita expôs pela primeira vez em 1972, em Guarulhos, na Temporada de Arte e Cultura. O artista já lecionou na Faculdade de Arquitetura Mackenzie e dirigiu o Museu da Imagem e do Som de São Paulo entre 1991 e 1993. Entre suas principais mostras individuais estão duas exposições no Masp, em 1979 e 1980 e das mostras coletivas, merecem destaque as edições de 1979 e 1983 do Panorama de Arte Atual Brasileira. Newton recebeu o Prêmio Incentivo duas vezes, em 1976 e 1977.

Serviço:
Exposição Individual de Newton Mesquita
Visitação: segunda, das 12h às 22h; de terça a sábado, das 10h às 22h e domingo, das 15h às 21h.
Início: 27 de setembro, quinta-feira
Encerramento: 14 de outubro, domingo.
Endereço: lojas F e M do Casa Shopping. Avenida Ayrton Senna, 2150, Bloco G – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 3325 8622
Entrada franca

Oficina de teatro Gestual

Oficina de teatro Gestual

As inscrições estão abertas, vagas limitadas.

Todas as terças e quintas de outubro, da Máscara Neutra ao Clown, na Lapa.

Divulguem, compareçam.

6/9/2007

Casa Daros

Dia 30 de agosto no Leme, Ernesto Neto, artista que é um dos donos da Galeria Gentil Carioca, no centro do Rio, se juntou com 26 participantes de uma das primeiras oficinas da Casa Daros, de Zurique, que vai se instalar onde era Anglo-Americano, em Botafogo. Cavaram buracos, encheram de gesso, e conseguiram esculturas que eram continuidade do próprio ambiente local, a areia. Um começo promissor para uma instituição estrangeira.

Casa Daros - início Casa Daros - círculo grande, do início ao fim Casa Daros - círculo grande, do início ao fim Casa Daros - círculo grande, do início ao fim Casa Daros - círculo grande, do início ao fim Casa Daros - círculo grande, do início ao fim Casa Daros - arco grande, do início ao fim Casa Daros - arco grande, do iníco ao fim. Casa Daros - arco grande, do iníco ao fim. Casa Daros - arco grande, do iníco ao fim. Casa Daros - arco pequeno Casa Daros - arco pequeno Casa Daros - arco pequeno Casa Daros - arco pequeno Casa Daros - arco pequeno Casa Daros - arco pequeno Casa Daros - um “erro” (o gesso transbordou do molde de areia)

15/8/2007

II Semana de Arte e Pesquisa do IART

De 27 a 31 de agosto de 2007 acontece na UERJ a II Semana de Arte e Pesquisa do IART. No programa estão previstas palestras e mesas-redondas de especialistas de diversas áreas de conhecimento em Arte.

A abertura do evento é dia 27 de agosto, ás 18h, no auditório 91, com a palestra de Janice Caiafá e o lançamento do número 10 da revista Concinnitas, publicação do departamento.

Programação:

MESA 1. História e Confrontações
Mediador: Roberto Conduru
Terça 28, 9:00-12:00

Rafael do Sacramento Fonseca
“Michael Angelvus Pictor” – Michelangelo Buonarroti retratado por Francisco de Holanda

Ana Angélica Teixeira Ferreira da Costa
Uma história da visualidade dos séculos XVII ao XXI: formação e desenvolvimento do olhar e da subjetividade contemporânea

Fernanda Ferreira Marinho Câmara
Discussão autográfica: uma problemática atual

Kriciane de Assumpção Ferreira
Entre o táctil e o visual – sobre a natureza da produção plástica infantil

MESA 2. Espaço e Visualidade
Mediador: Vera Beatriz Siqueira
Terça 28, 18:00-21:00

Inês de Araújo
Falsas pistas

Gilton Monteiro Santos Junior
Eduardo Sued: o labirinto lírico da pintura

Joana Xênia Rabelo Ferreira
A construção do espaço em Piero della Francesca, Velásquez e Picasso

MESA 3. Transfigurações e Narrativas
Mediador: Aldo Victório
Quarta 29, 9:00-12:00

Gustavo Borges Corrêa
Drag-queens, travestis e transformistas: os travestimentos transgenéricos e as representações do feminino no carnaval carioca

Rafael do Sacramento Fonseca
Peter Greenaway, Frans Hals, Hironymus Bosch e a gula

Pablo Oliveira dos Santos Alves
Universo funk

MESA 4. Imagem e Sacralidade
Mediador: Ricardo Gomes Lima
Quarta 29, 18:00-21:00

Evelyne Azevedo
A arte de Amana: permanências e rupturas na arte do período de Akhenaton

Bony Braga Schachter
Taoísmo: arte e sacralidade

Analu Steffen
A estética diaspórica e a dádiva das Pêssankas

MESA 5. Corpo e Processualidade
Mediador: Regina de Paula
Quinta 30, 9:00-12:00

Kate Lane Costa de Paiva
O uso do corpo no candomblé: saber e memória

Maria Cristina Rezende de Campos
O corpo emana: elementos da plástica corporal xavante

Elena O’Neill
Fotografia performática

Roberta Schiberras Grigoletti
Processos, vivências, situações: sobre as delimitações da obra de arte contemporânea

MESA 6. Arquivos e Monumentos
Mediador: Roberto Corrêa dos Santos
Quinta 30, 18:00-21:00

Mariana Gomes Paulse
León Ferrari: estranhamento e intensidade

Amana Carneiro da Matta
Operações anti-monumentais e o diálogo arte-sociedade a partir das obras de Jochen Gerz e Esther Shaleu-Gerz

Cristina Thorstenberg Ribas
Desarquivando o arquivo de emergência: documentos

Cátia Alves Pinto
Projeto de catálogo de desenhos infantis

MESA 7. Imagem e Subjetividade
Mediador: Malu Fatorelli
Sexta 31, 9:00-12:00

Pablo da Cunha
Reflexões sobre a Santíssima Trindade da arte: espectador, obra e espacialidade

Daniela Corrêa Seixas
Desenhos de caderno

Monica Cauhi Wanderley
O ato subjetivo

28/7/2007

Alberto Sughi

Não escondo a minha grande admiração pelo trabalho de Alberto Sughi. Gosto de tudo que ele faz, desde seus desenhos e pinturas até os artigos escritos. É com grande prazer que reproduzo aqui o email que recebi de seu filho, Mario, de igual talento e simpatia.

EXHIBITION

Alberto Sughi

Rome, Complesso del Vittoriano
Salone delle Mostre Temporanee
Via San Pietro in Carcere
Saturday 21 July – Sunday 23 September 2007

Under the patronage of the President of the Republic of Italy

“The play by Eugene Ionesco (The Rhinoceros) is obviously a metaphor representing modern society, which transforms men into monsters. Is this a possible clue one could use to interpret the work of Alberto Sughi?… Sughi has probably read Sartre’s Essay Being and Nothingness (1943) and the ideas of this philosopher seem to have entered into his work; the comparison between beings and the world of objects and acts and ‘nothingness’, conscience which tries to go beyond this limit leading to anxiety and inertia within the classes and their various roles, and particularly the image of the bourgeoisie as the sign of a crisis, in fact, of the impossibility of creating relationships, if not alienated, as we would say today. All this forms part of a critical awareness that Sughi, better than others, has succeeded in expressing through his work.” (A.C. Quintavalle).

Ritratto nella stanza

The anthological exhibition entitled “Alberto Sughi” on show at the Complesso del Vittoriano from 21 July to 23 September 2007, aims to show the artistic and ideological development of one of the most important figures in Italian and European painting over the last 50 years, and contains about eighty paintings and sixty drawings produced from 1946 to today.

Andare dove?

The exhibition “Alberto Sughi”, under the patronage of the President of the Republic of Italy and of the Ministry for Cultural Affairs, the Lazio Region and Rome City Council, has been set up and organised by Comunicare Organizzando. The curator of the exhibition is Prof. Arturo Carlo Quintavalle.

Sala d’attesa

The exhibition
Alberto Sughi is one of the major Italian artists of the generation emerging during the 1950s, which chose realism, in the context of the debate between abstract and figurative art in the post-war period. His paintings display daily life without heroes, and atmospheres which, in 1956, the critic Enrico Crispolti defined as “existential realism”.

Solitude and the inability to communicate, malaise and pleasure are the dominant themes of Sughi’s work, feelings which are rendered pictorially through a deliberately meagre, rough and almost monochrome palette.

The “Alberto Sughi” exhibition at the Vittoriano allows the visitor to follow the painter’s artistic career: his anonymous, ordinary people with eyes and gestures lacking in expression, staring at a temporal and spatial void, dramatically absorbed, denied dialogue, perhaps searching for evasive meanings. La maschera al cinema (1958), Donna sul divano rosso (1959), Uomini al bar (1960), Uomo solo al bar (1960), Pierrot (1962), Donna che si spoglia (1963), La stanza di un uomo (1968), La cena – Donna sola (1976), Ragazze al caffè (1990), Piano Bar Italia (1996), Una periferia (2004), Bar del crocevia (2006)… These titles accompany silent expectation, tense card games, smouldering cigarette butts. Scenes captured in a fleeting moment, like individual stills from a film stopped at a particular frame and isolated from its original context.

Donna al bar

During his long artistic career Alberto Sughi has been an astute observer of life, of the most characteristic aspects of modern society. His examination of poverty is ruthless, his eye is impartial and harsh, reproducing events, feelings and perversions with neither indulgence nor condemnation. His social criticism emerges against the degenerate middle classes, his anger, sadness and unease are palpable, but Sughi feels no need to take a moral standpoint, only to produce a well-documented statement within a severe context. “The painter is not only the creator of his works. He is also the first person to observe them with indulgence, and sometimes with severity. When he decides that the painting is finished, always a difficult decision to take, his judgement generally concerns the structure of the composition; the energy of the trait, the intensity of the colour, and so on. The question of the meaning of the work is a subject which, strangely, he/she only touches upon. Artistic expression is the result of a reflection that has developed over time, giving a particular quality to the artist’s work, and which then becomes one with the formal structure of the work.” (A. Sughi).

Alberto Sughi, born in Cesena in 1928, is a painter who has managed to transform the search for origins, whether Cubist or of the ideological realism of the 1950s, into an extraordinary expression of art as a form of introspection. He has managed to go beyond the idea of painting as the transcription of various themes using, for his own artistic research, the language of the Informal and the Metaphysical, the language of Dada and of Expressionism.

Sughi is extraneous to artistic movements, even though he was involved in the definition of a group, that of “existential realism”, and has managed to construct a new type of painting with a subtle narrative element, through cycles of paintings. Sughi constructs stories through a series of works, or even within a single work, and then connects them together in cycles. He has also painted large canvases, four of which will be on show in this exhibition, in some of which he has deliberately proposed a new theme, that of urban spaces and their obsessive presence, as in the painting “Città di notte” of 1958.

Sughi’s work represents an exceptional case within the panorama of Italian art. Perhaps his originality, his revolution, is elsewhere: in his capacity to perceive the relationship that has always existed between the arts, and in particular between painting and the cinema. His works from the 1950s and ‘60s interact, as no others in Italy, either before or since, with Visconti and Antonioni, Fellini, Rosi and Germi, the latter also as a personal friend. Within the context of Italian art, Sughi’s work, in its rapport with that of Francis Bacon, Alberto Giacometti, Germaine Richier and the Informal movement, represents an essential step towards a new idea of figurative art.

Alberto Sughi is certainly one of the most important painters to emerge during the complex post-war art scene, in the debate between realism and abstraction, and one of the artists who have continued their artistic research with the greatest coherence, becoming a point of reference for Italian painting, at least from the end of the 1950s and throughout the 1960s. In the 1950s and ‘60s Sughi combined the European Informal movement with American Abstract Expressionist painting to suggest a different way of developing, a path that, from the 1950s to today, has always tended towards a reflection on time and the meaning of existence, never limited to a representation of reality in pictorial form. Over the years Alberto Sughi has constructed a new kind of painting. He has chosen a very different path from other artists, even though he has always maintained a dialogue with the intellectuals connected with realism; sometimes Sughi’s work has been labelled “existential realism”, a successful formula used to identify a group of painters who were certainly realists, but also astute observers, open to new horizons.

They established a dialogue with other realities, other artistic research, as well as an awareness of the complexity of every artistic endeavour and the need to paint in a new, individual, way, differing from analytical or synthetic Cubism, and also from the Realist movement as such.

Sughi is constantly aware of the philosophies of existence and therefore also of the great intellectual crisis in Western society. He therefore undertakes a constant dialogue with artists who have expressed this crisis, from Bacon to Sutherland, and to Hopper, with the oneiric dimension of Otto Dix, or the early Grosz, or of Beckmann. The expectations, the non-events, the void within existence, the difficulties of working in the world of objects, people’s isolation; all of this is portrayed in the theatre of the ’50s, in the existential reflections of Jean Paul Sartre, and it is also in the paintings of Alberto Sughi.

However, as underlined by Arturo Carlo Quintavalle, “…it is not enough to consider the links with Francis Bacon, who adds a critical erotic element to his existentialism, bordering on the savage, which has no counterpart in Sughi’s work; it is not enough to consider Giacometti, who makes the incommunicability between individuals sublime with his filiform shadows, suspended in space, whereas, in fact, Sughi represents figures in their solidity…However, it seems to me that the originality of Sughi’s work consists in his attention to objects that are never merely the background to a scene where the protagonists are elsewhere, but that become protagonists themselves …What Sughi has discovered is therefore the annihilation of figures…which is also why there are so few portraits in Sughi’s works , why a portrait would destroy that sense of non-identity and, to some extent, the horror of belonging to the middle classes, which is the dominant theme in the painter’s compositions”.

Uomo con cane (Periferia)

The artist
Sughi was born in Cesena on 5 October, 1928. His artistic development is almost always expressed in thematic cycles, resembling cinematographic sequences. Firstly, the so-called green paintings, dedicated to the relationship between man and nature (1971-1973). Then La cena (1975-1976) and, at the beginning of the 1980s, the twenty paintings and fifteen studies of the Immaginazione e memoria della famiglia. From 1985 he produced the series La sera o della riflessione. From the year 2000 he created the Notturno cycle.

After classical studies, and artistically self-taught, he learnt the rudiments of his art from his uncle. Sughi first exhibited in a collective exhibition in Cesena in 1946 and, in the same year, he spent a period of time in Turin, where he worked as an illustrator for the newspaper Gazzetta del Popolo.

Between 1948 and 1951 he worked in Rome, where he met various artists, among whom Marcello Muccini and Renzo Vespignani from the Gruppo di Portonaccio, a fundamental meeting for Sughi, both from the personal and the artistic point of view. He returned to Cesena in 1951. These were the years when the “existential realism” movement was formed. Renato Guttuso supported it and Antonello Trombadori compared it to the style of Edward Hopper. At the beginning of the ‘70s, Sughi moved from the city of Cesena to the nearby hills of Carpineta and started work on the cycle La cena, a clear metaphor for middle class society, containing a certain Germanic realism, resembling the works of George Grosz and Otto Dix, enveloped in almost metaphysical atmospheres, isolating every character and freezing them within the scene.

Ettore Scola chose one of the paintings from the Cena cycle as a poster for his film La Terrazza, and Mario Monicelli was inspired by Sughi’s atmospheres and colours in his Un borghese piccolo piccolo. In 1978, La cena was exhibited in Moscow at the Manezh Gallery.

In 1980 Sughi started work on a new narrative cycle, entitled Immaginazione e memoria della famiglia. Together with his large triptych, Teatro d’Italia, painted between 1983 and 1984, it showed that the artist had returned to the theme of modern society. Teatro d’Italia is, in fact, a great social allegory.

Sughi has taken part in all the most important contemporary art events, from the Biennale Internazionale d’Arte in Venice to the Quadriennale in Rome – of which he has also been Director – and to numerous exhibitions. Both Italian and foreign museums have shown many retrospective exhibitions of his work. On 28 November 2005, Carlo Azeglio Ciampi presented him with the prestigious Vittorio De Sica Prize, as homage to an artist who, ever since his early works, has shown a particular feeling for the cinema, even going as far as to state that “the cinema taught me how to paint”.

Among others, the following critics have written about the work of Alberto Sughi: G. Amendola, G. Bassani, F. Bellonzi, R. Bossaglia, F. Caroli, E. Cavalli, L. Cavallo, G. Cavazzini, R. Civello, E. Crispolti, M. De Micheli, A. Del Guercio, F. Ferrarotti, D. Guzzi, P. Levi, R. Lucchese, M. Lunetta, A. Marotta, G. Menato, D. Micacchi, R. Nigro, G. Pellegrini, G. Proietti, G. Raimondi, P. Restany, M. Rosci, G. Santato, S. Sinisgalli, V. Sgarbi, F. Solmi, A. Trombadori, M. Venturoli, R. Zangheri, S. Zavoli.

Catalogue: Skira. The catalogue, presented by Arturo Carlo Quintavalle, with an introduction and description of the works, includes an interview between the artist and the critic Sergio Zavoli, and also contains a list of exhibitions, a bibliography and a selection of texts by the artist.

FREE ENTRANCE
Opening times: every day from 10.00 a.m. to 19.30 p.m.. The exhibition closes at 19.00 p.m.
For information: tel. 06/6780664
For further information: www.albertosughi.com

Press Office: Novella Mirri: tel. 06/32652596; mobile: 335/6077971; ufficiostampa@novellamirri.it

Rome, July 2007
Translation by Joelle Mary Crowle

25/7/2007

cordel e capoeira

Próximos sábado e domingo (28 e 29 de julho), às 14 horas, no Parque Lage, o colega Lobisomem, da Abadá Capoeira, apresentará LITERATURA DE CORDEL & CAPOEIRA para crianças dentro da programação do FESTIVAL INTERCÂMBIO DE LINGUAGENS.

Haverá contação de história do folclore através da literatura de cordel, mini-aula e roda de capoeira. Na ocasião, ele também lançará o folheto ABC DA CAPOEIRA PARA CRIANÇAS.

Os capoeiristas adultos são bem vindos para ajudar e participar da roda de capoeira.

DATA: SÁBADO E DOMINGO – 28 E 29 DE JULHO DE 2007

HORA: 14 HORAS

ENDEREÇO: PARQUE LAGE – RUA JARDIM BOTÂNICO, 414

ENTRADA FRANCA!

15/7/2007

Anima Mundi 2007

O Anima Mundi deste ano estava às moscas. Vazio, com um ar triste e aquela tradicional mistureba de filmes bons e ruins no mesmo saco.

Os russos são sempre os russos, mas foi Apnée, um francês, quem salvou o festival. O filme, sozinho, revoluciona tudo o que entendemos de animação. Afinal, o que é animação? É um filme onde cada fotograma foi produzido individualmente mas que, colocados em sequência, criam a ilusão de movimento. Apnée é tudo isso e nada disso. O filme, em computação gráfica, cria a ilusão de movimento mas não tem movimento. A imagem tem um tratamento realista e o filme não é. A história é narrada através de imagens paradas mas não é fotografia. É 3D refinadíssimo e extremamente bem feito (e sabe disso). É quase um live action mas não é live. Nem action. Absolutamente fantástico. Revolucionário.

A sessão da UPA na Oi Futuro fechou com chave de ouro o Anima Mundi 2007. Os filmes por si só já seriam motivo mais que suficiente. A Oi Futuro, ainda por cima, deu um show de organização. Cadeiras marcadas, oficinas gratuitas com pouca fila e alta produtividade, tudo limpo, bem cuidado, ar condicionado decente, atendentes inteligentes e seguranças gentis e bem informados.

Felizmente para nós, a internet salva e os melhores da UPA podem ser vistos no YouTube.

5/7/2007

F. F. Moniz

F. F. Moniz entrou em contato para nos contar sobre seu livro, ebook na verdade, disponível na íntegra online. Com isso, descobri o seu blog, o documentário “As inscrições latinas na paisagem carioca” e o videorelease do livro Como se tornar um assassino bem-sucedido (guia prático em 5 lições)“. A Conjvração Carnavalesca, em pdf, pode ser baixado livremente.

Livros online sempre me lembram de Marshall McLuhan (entre outras coisas, criador do termo aldeia global). Dele, as citações que mais gosto:

News, far more than art, is artifact.All advertising advertises advertising.

This information is top security. When you have read it, destroy yourself.

I may be wrong, but I’m never in doubt.

20/6/2007

Claudio Dauelsberg e Ney Conceição

Claudio Dauelsberg e Ney Conceição @ Eva Klabin
No próximo dia 21 de junho, às 20h30, Claudio Dauelsberg, piano, e Ney Conceição, contrabaixo, se apresentam na Fundação Eva Klabin, na Lagoa, dentro do projeto Quintas com Música. No repertório, Heitor Villa-Lobos, Tom Jobim, Maurice Ravel, Johannes Brahms, Cláudio Santoro e do próprio Claudio Dauelsberg. Antes da apresentação do concerto, haverá visita guiada pela Fundação Eva Klabin, às 19h, e um coquetel no belo jardim da casa-museu, o que propicia a interação entre música, artes plásticas e a convivência social entre os freqüentadores.

[texto de Marcos Noronha]

19/6/2007

destaques da programação SESC Rio

MARAT OU A HORA EM QUE PERDEMOS A CABEÇA
23/6 – Internos de um hospital psiquiátrico se apropriam de personagens que viveram os terríveis acontecimentos da Revolução Francesa de 1789 e representam o assassinato e fim de Jean Paul Marat, líder popular, sanguinário, defensor da carnificina e do terror. Com a Nonada Cia. de Arte, texto e direção de Fabio Cordeiro. 20h. R$ 4 (com.), R$ 8. 16 anos. Sesc São João de Meriti

leitura de peças

OS CONTOS DE CANTUÁRIA
22/6 – Contos da oralidade medieval, fantasias ousadas, desatinadas ou moralizantes, nas quais o cancioneiro, trovador ou poeta mendicante denuncia os desmandos dos soberanos. O texto de Geoffrey Chaucer, escrito no século 14, é uma gama rica de comportamentos ancestrais, ainda vigentes e de grande atualidade, apesar de transcorridos mais de 600 anos. Direção de Marcos Henrique Rego. 15h. Grátis. 12 anos. Sesc São João de Meriti

MÚSICA

SOM PAN-AMERICANO
22/6 – O Grêmio Musical Paquequer apresenta uma amostra do estilo musical característico dos países que participam dos Jogos Pan-americanos. 16h às 18h. R$ 2,50 (com.), R$ 5 (est., id.), R$ 10. Livre. Sesc Teresópolis

VITRINE MUSICAL
22/6, 20h – Sergio Ricardo mostra repertório de MPB. 12 anos. 29/6, 20h – Pierre Gaioni apresenta o CD MPB, Sim. 14 anos. 20h. R$ 5 (com.) e R$ 10. Sesc Madureira

COISAS NOSSAS
24/6 – Bambas do samba e seus convidados contam histórias e cantam as melhores composições desse gênero. Este mês: Gisa Nogueira, Rafael de Moraes e o grupo Pano Pra Manga apresentam canções de Noel Rosa, Cartola e Chico Buarque de Hollanda. Participação do ator Bruno Salgueiro e direção artística de Cauê Harada. 17h. Grátis. Livre. Sesc Tijuca

DANÇA
23/6 – Formado por três bailarinos cadeirantes e três sem deficiência física, o grupo Ciranda Sobre Rodas demonstra que todos podem usar a dança para explorar e demonstrar seu gesto, bem como as diversas possibilidades que uma cadeira de rodas traz enquanto movimentação. Direção da dançarina e fisioterapeuta Adakrishna Sampaio Saraiva de Oliveira. 21h. R$ 2 (com.), R$ 4 (est., id.), R$ 8. Livre. Sesc Teresópolis

TERÊ PRO ROCK
23/6 – Ana Zélia e Carrt são as bandas teresopolitanas que se encontram com as cariocas Catchside, Planar, R. Sgma e Kaza 17. Coordenação de Marcela Lahaud Pinheiro e Aloísio Moraes. 16h às 22h. R$ 3 (com.), R$ 6 (est., id.), R$ 12. 16 anos. Sesc Teresópolis

FESTA JUNINA
Música, quadrilhas, co-midas típicas, brincadeiras e grupos de forró animam aquela que é nossa festa mais popular. Sesc Três Rios – 2/6, 18h às 24h. R$ 1 (com.), R$ 2. Sesc Barra Mansa – 14 a 17/6, 18h às 24h. R$ 1 (com.), R$ 2. Sesc Engenho de Dentro – 16/6, 15h às 20h. R$ 3 (com.), R$ 6. Sesc Petrópolis – 16/6, 6h às 19h. R$ 0,50 (com.), R$ 1. Sesc São Gonçalo – 16/6, 16h. Grátis. Sesc Madureira – 23 e 24/6, 14h às 22h. Grátis.

ENCONTRO DAS ARTES
As mais variadas mani-festações artísticas e seus desdobramentos reunidos em um evento multicultural. Este mês: homenagem a Noel Rosa. 19/6 -18h – Abertura: Apresentação artística da Cia de Dança Lídio Freitas – Jaime Aroxa; 19h – Palestra: A Crônica e o Samba em Noel Rosa – com Marcos Antônio de Azevedo, mestre em Semiologia pela UFRJ; 20h – Encerramento: Dançando com Noel – Apresentação artística da Cia. de Dança Lídio Frei-tas – Jaime Aroxa. 20/6 – 19h – Espetáculo musical: Rosas de Noel – com Marcos Novato, voz e vi-olão, acompanhado da Orquestra Vira Lata. Grátis. Sesc Tijuca

[texto original de Paulo Gramado, editado]

18/6/2007

Valsa nº 6

“Valsa nº 6″, de Nelson Rodrigues, no SESC Campos, dias 29 e 30/6, com entrada franca

Valsa nº 6Fragmentos de memórias são evocados em cena: sabe-se que Sônia foi assassinada, aos 15 anos, por seu médico enquanto tocava a “Valsa nº 6″, de Chopin. Sônia era apaixonada por Paulo e sonhava com o dia em que ele beijaria a sua boca. Mas, ao mesmo tempo, ela repudiava o contato físico com qualquer homem. Nelson Rodrigues trabalha a contradição como uma marca da passagem, da transição. Sônia está entre a menina que foi e a mulher que será. Mas a Sônia que se vê em cena, lembrando-se do seu assassinato, também está numa transição entre a vida e a morte. Este é o fio da meada da peça “Valsa nº 6″, atração teatral do SESC Campos dos próximos dias 29 e 30/6, às 20h, com entrada franca. A direção é de Antonio Guedes.

O diretor Guedes tem a carreira identificada com a obra de Nelson Rodrigues: seu espetáculo de maior repercussão foi “A serpente” – que lhe valeu duas indicações para o Prêmio Shell em 1998. Além disso, foi convidado para fazer a apresentação do volume 4 da nova edição de ‘Obras Completas de Nelson Rodrigues’, e participou do seminário ‘Nelson Rodrigues e a cultura brasileira’, realizado no Festival Recife do Teatro Nacional.

Valsa nº 6

A montagem

A atriz Mariana Oliveira possui uma escala de nuances extremamente ampla o que, associado às suas características físicas, permite que esta atriz, de 26 anos, se assemelhe a uma adolescente, tendo, ao mesmo tempo, a experiência e a maturidade necessárias para compreender as camadas de sentidos que tecem este texto.

O espaço terá várias telas que, às vezes, criarão espaços translúcidos e às vezes, delimitarão planos na cena, recortando o espaço. Buscando concretizar a idéia de uma Sônia que se multiplica, trabalha-se com a projeção de sombras, multiplicando, para o público, a imagem da atriz. O monólogo, assim, será, repentinamente, povoado de imagens, criando um movimento que tomará todo o espaço cênico.

“Valsa nº 6″ é uma das peças que instauram a modernidade no teatro brasileiro, propondo uma ruptura com o teatro tradicional. E traz questionamentos fundamentais para o debate a respeito da dramaturgia contemporânea. A dramaturgia vem sendo objeto de estudos, atualmente, no mundo todo e considerada como uma inesgotável variedade de tendências.

Ficha técnica
Direção: ANTONIO GUEDES
Cenário: DORIS ROLLEMBERG
Figurino: MAURO LEITE
Com MARIANA OLIVEIRA

“VALSA Nº 6″
SESC CAMPOS – Rua Alberto Torres 397 – Tel: 22-2725-1209
Dias 29 e 30/6
20h
Classificação 14 anos
Entrada franca

(texto: Paulo Gramado)

Conexões Literárias

Ferreira Gullar e convidados participam de roda de leitura no SESC Rio, com entrada franca, dias 22 e 29 de junho

Na programação, destaque para o encontro com Adriana Calcanhotto

poeta Ferreira GullarO poeta Ferreira Gullar é o homenageado do projeto “Conexões literárias” do SESC Rio e participa de rodas de leitura, com artistas convidados, nas unidades de Madureira (22/6) e da Tijuca (29/6). Os convidados do escritor serão o poeta Salgado Maranhão, além da cantora Adriana Calcanhotto. Sempre com entrada franca. As rodas de leitura terão temas específicos. Com o poeta Salgado Maranhão, no SESC Madureira (22/6), será sobre a criação poética, com leitura de poesias por Marcela Moura (atriz) e Leandro Wirz (poeta). Encerrando a série, Ferreira Gullar e a cantora Adriana Calcanhotto protagonizam roda de leitura no SESC Tijuca (29/6) sobre letra e música – e a leitura das poesias será feita pela cantora e compositora.

A programação inclui também contação de história. “Brinquedo Poético” aborda a literatura infantil de Gullar: os livros “Um gato chamado gatinho”, “Um rei que mora no mar”, “Doutor Urubu” e outros serão contados. O projeto propõe traçar um painel da personalidade e da literatura de Ferreira Gullar, aproximando o artista dos seus leitores.

Rodas de Leitura

22/6
19h
Ferreira Gullar e o poeta Salgado Maranhão. Leitura de poesias por Marcela Moura e Leandro Wirz.
SESC Madureira – Rua Ewbanck da Câmara 90 – Tel 3350-7744

29/6
18h
Ferreira Gullar e a cantora Adriana Calcanhotto. Leitura de poesias pela cantora.
SESC Tijuca – Rua Barão de Mesquita 539 – Tel 3238-2434

Contação de histórias

28/6
15h
SESC Tijuca – Rua Barão de Mesquita 539 – Tel 3238-2434

Mostra de Vídeos

Trechos de entrevistas e filmes traçam o perfil do poeta.

27/6
15h
SESC Tijuca – Rua Barão de Mesquita 539 – Tel 3238-2434

(texto: Paulo Gramado)

Cartas

Espetáculo “Cartas”, dia 22/6, às 20h, no SESC CAMPOS, com entrada franca

As relações humanas vistas sob a ótica da troca de correspondência

Espetáculo Cartas @ SESC CAMPOS - Rua Alberto Torres 392O Grupo Quatro, através do espetáculo “CARTAS”, traz à tona o universo que povoa as relações humanas. E que trazem em si o sabor de grandes lições, através de correspondências sobre estética, política, viagens, sentimentos, vida e função do artista no Brasil dos anos 30, 40 e 50. O espetáculo, com entrada franca, estará em cartaz no teatro do SESC CAMPOS, no próximo dia 22/6, às 20h. Com textos de Clarice Lispector, Fernanda Montenegro, Fernando Pessoa, Fernando Sabino, Márcio Vassalos, Martha Medeiros, Maury Gurgel, Pero Vaz de Caminha e Aucilene Freitas. A direção é da atriz Jane Rangel

Nessa leitura de “CARTAS”, sem trocadilho, o grupo reforça que destinatário e remetente, autor e leitor de cartas, são homens que diariamente revezam suas funções e emoções. Mas que ambos anseiam por notícias e por um interminável diálogo de (re)transmissão da vida em prol da memória que se transforma em letras e palavras, consequentemente.

“Quem escreve; para quem escreve; por que escreve; como escreve; quando escreve; e em que contexto histórico escreve”. São indagações que desejamos alcançar para afirmar que “narrar é resistir”, como já disse Guimarães Rosa. Num cenário lírico e instigante, o Grupo Quatro propõe, com o espetáculo CARTAS, o entrelaçamento da literatura com o teatro proporcionando, assim, ao espectador, momentos saudosos de encontro e troca com arte.

Espetáculo “Cartas”
dia 22/6
20h
SESC CAMPOS – Rua Alberto Torres 392
Tel – 22-2725-1209
Entrada franca

(texto: Paulo Gramado)

11/6/2007

Visões periféricas

Visões periféricas

Projeto Cyro Martins vai às escolas

1ª. Etapa – outubro-dezembro de 2006

A Secretaria de Estado de Educação do RS, via Gabinete Pedagógico, indicou para participar na 1ª etapa do projeto o Colégio Estadual Erico Veríssimo (28ª CRE- Alvorada – Dir. prof. Marcos Nardi Polwelmiez e Coord. Pedag. Profa. Sheila Cristina Mellos); Colégio Santos Dumont (4ª CRE – Gramado – Dir. Profa. Maria Inez Zanotto Catani e Coord. Pedag. Profa. Gilda Maria Pellicioli); Instituto Estadual de Educação João Neves da Fontoura (24ª CRE – Cachoeira do Sul – Dir. Profa. Dulce Maria Marques Lopes). Nesses estabelecimentos, distribuíram-se a professores, coordenadores pedagógicos, bibliotecas e alunos cerca de 3.500 exemplares do livro Um menino vai para o Colégio, de Cyro Martins, texto desencadeador do projeto.

Desde a proposta inicial, a receptividade foi excelente. Surpreendeu-nos até porque tivessem pouco tempo para ler e preparar trabalhos, bem como por estarem sob a pressão dos compromissos de final de ano letivo.

Evidenciou-se intensa interatividade multidisciplinar, permitindo que professores e alunos tivessem uma experiência efetiva de ensino e aprendizagem com caráter interdisciplinar, pois diferentes áreas do conhecimento se complementaram, interagindo e se ampliando mutuamente, construindo outros conhecimentos. Essa proposta mobilizou praticamente todas as disciplinas, muitos professores e alunos desde a 4ª série do Ensino Fundamental até os de cursos de formação para o magistério e de educação de adultos.

Realizaram-se maquetes reproduzindo a paisagem campeira e a urbana descritas no livro. Nelas, detalhes como instalação de energia elétrica propiciaram tanto o encantamento de descobertas ao elaborarem o trabalho como ao apreciá-lo: trenzinho e cata-vento em movimento, ruas e casas iluminadas; graciosas construções em madeira e palitos de picolé; noções de perspectiva conjugadas à criatividade e ao senso de síntese. De esquetes com episódios do livro a poemas a seu respeito, de receitas culinárias à feitura de doces oferecidos aos visitantes; de mapas, vídeos, fotos, filmagens e dramatizações com personagens e cenários caracterizados. De um CYRONÁRIO, em formato de caderno ilustrado – com expressões colhidas no texto lido e ‘traduzidas” para a linguagem corrente dos alunos a um glossário inclusive inserindo pictoricamente as palavras originais em espécie de pergaminhos e as versões contemporâneas inscritas em molduras em formato de monitores de computador, insinuando transformações tecnológicas, de visão da realidade, mudanças de tempo e espaço. Desenhos, caricaturas, poemas, reconstituição da época em que o relato ocorre – em torno de 1920-, tudo harmoniosa e cuidadosamente apresentado e exposto para que cada membro da escola aprecie e compartilhe a realização, revelando envolvimento e esmero dos participantes e seus orientadores.

À medida em que esses trabalhos – ora expostos na escolas – forem sendo encaminhados para nós, iremos elaborar um dossiê que será inserido em nosso site www.celpcyro.org.br e deverá orientar uma seleção a ser reapresentada durante as comemorações do centenário de Cyro Martins – agosto de 2007 a agosto de 2008.

Desse modo, retribuiremos o que foi realizado, pelo que agradecemos, acrescentando nosso entusiasmado reconhecimento pela disponibilidade e criatividade com que responderam ao projeto, desejando a todos os participantes belas realizações no próximo ano letivo, bem como que a etapa seguinte de nosso CYRO MARTINS VAI ÀS ESCOLAS também encontre a receptividade que teve neste 2006.

Profa. Maria Helena Martins – Coord. do projeto CYRO MARTINS VAI ÀS ESCOLAS
Profa. Aymara Celia – Vice- coordenadora
Profa. Elizabeth Rizatto – Colaboradora
Av. Borges de Medeiros, 453 Conj. 82 – CEP 90020-023 – Porto Alegre – RS – Brasil – Tel/Fax: 0xx-51-3224-4233 e 0xx-51-3224-8209

Ô DANADA

Em comemoração ao Dia dos Namorados, a poetisa e atriz Elisa Lucinda e o cantor, compositor e violonista Marcos Lima apresentam “Ô DANADA”, um show de poesia e música, nesta terça, dia 12, no Estrela da Lapa (www.estreladalapa.com.br).
- Rua Mem de Sá, 69 – Lapa tels. 2507-6686 / 2509-9626
- Couvert artístico: R$15,00

Ô DANADA

[texto João Pontes e Stella Stephany, assessoria de imprensa]

Mesa-redonda com CHEMA MADOZ e Catherine Coleman

Mesa-redonda com CHEMA MADOZ e Catherine Coleman

Data: 13/06
Horário: 18h30
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
End: Rua 1º de março, 60 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 3808-2020
Auditório, 4º andar
Censura: livre
GRÁTIS!

apoio Instituto Cervantes

O Instituto Cervantes organiza mesa-redonda com o fotógrafo espanhol Chema Madoz e a crítica de fotografia Catherine Coleman, dia 13/06, ás 18h30, no CCBB. Autoridades no mundo da imagem, fotógrafo e crítica vêm ao Brasil para inaugurar a expo “Poética”, de Chema Madoz, com curadoria de Coleman.

Serão exibidas 64 fotografias recentes de Madoz, produzidas entre 2000 e 2005, nas quais o fotógrafo cria metáforas e jogos visuais a partir de objetos cotidianos. A proposta de Chema Madoz é dirigir o olhar do espectador a coisas que estavam ocultas ou passavam despercebidas.

A exposição….

“Está claro que o mundo é pura paródia. Tudo o que vemos nele é a paródia de outra coisa, inclusive é a mesma coisa com uma forma mais ainda enganosa”. – Georges Bataille

EXPO “POÉTICA” – CHEMA MADOZ
apoio Instituto Cervantes

O artista e seu trabalho

O trabalho do fotógrafo espanhol transmite o conceito de que toda matéria está cheia de sentido, e seu lugar no mundo lhe dá significado. Chema Madoz trabalha com o sentido das coisas como se se tratasse efetivamente da matéria. A tarefa de materializar o sentido é, sem dúvida, um exercício poético. Por isso, pode-se dizer que Madoz utiliza os objetos e
sua representação gráfica como se fossem palavras de um vocabulário nítido.

“Analisando o perigoso mapa de sinais que emitem as coisas a partir o lugar que ocupam no mundo, Madoz individualiza e desordena, confronta e anipula até conseguir mostrar uma nova ordem, uma face oculta do sentido, uma nova verdade simbólica que ressalta através do impacto a desordem da lógica. As coisas, os objetos, situados em um novo lugar, despidos do ambiente natural onde realizam sua função, estão frente à câmera emitindo outros sinais diferentes. Transformados em signos estão agora literalmente falando. Ou melhor, são imagens que estão literariamente falando. Porque, partindo da estética da semelhança, Madoz desloca o sentido natural dos conceitos para outras compreensões, explorando ao máximo suas capacidades simbólicas: analogias, metáforas, paradoxos ou metonímias visuais que oferecem ao espectador um jogo de percepção poética e lhe exigem uma colaboração ativa.” – sintetiza o diretor da revista cultural espanhola “El Europeo”, Borja Casani.

A obra de Madoz tem, portanto, uma ampla vizinhança literária. Suas composições se aproximam do poema minimalista e da contraposição de imagens poéticas que produzem uma explosão metafórica.

Nitidamente há uma linha que conecta a obra de Madoz com os artistas que se expressam através da ironia dos objetos, como Marcel Mariën ou Marcel Broodthaers de, por exemplo, Casserole et moules fermées, que o mesmo Broodthaers explica de maneira tão próxima à obra de Madoz: “A brusca saída dos mexilhões da caçarola não segue as leis da ebulição, segue as leis do artifício e é resultado da construção de uma forma abstrata”. Também é conhecido seu encontro com Joan Brossa, com quem colaborou em um livro em comum (Fotopoemario) antes da morte deste em 1998, e sua obra foi comparada com os poemas visuais do poeta catalão, com o qual sem dúvida compartilha um fino senso de humor e a capacidade de estabelecer associações entre objetos que produzem evidências, mas Madoz, põe seu objetivo além da mera presença do objeto e seus deslocamentos semióticos, contribuindo com a dimensão finalmente fotográfica de sua obra.

Chema Madoz trabalha na delicada fronteira que existe entre o real e o imaginário.

Há conceitos que Madoz costuma recorrer assiduamente: o tempo com suas medidas e seus medos; os sentimentos, estranhamente de aço na sua obra, como se lê na carta do cinco de corações feitos com anzóis ou n violento par “Tu” e “Eu”, ou as cáusticas alusões ao consumo, onde utiliza ironicamente os estudados e contundentes recursos da fotografia propagandista.

Muitos artistas trabalham como em uma mesa de ping-pong e jogam a ambos os lados sucessivamente. Entretanto, Madoz realiza sempre um equilibrado exercício de contenção. O fotógrafo tenta aparecer o menos possível na sua obra e deixa que as coisas, os objetos, falem por ele. Por isso os coloca em um espaço neutro e à distância.

Serviço:
Poética – CHEMA MADOZ
Data: 12/06 a 15/07
Horário: 10 às 21hs (terça a domingo)
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
End: Rua 1º de março, 60 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 3808-2020
Censura: livre
GRÁTIS!

LEAD Comunicação
Flávia Tenório e Priscila Bessa
Tel (55 21) 2222-9450 / cel 9348-9189
leadcom@gmail.com

Cassino da Urca

Prefeitura do Rio e Instituto Europeu de Design apresentam o projeto arquitetônico de revitalização do Cassino da Urca

Projeto foi aprovado pela Prefeitura e as obras começam em julho.

A inauguração será em março de 2008.

O Prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, o Secretário das Culturas, Ricardo Macieira, e o diretor-geral do Instituto Europeu de Design (IED), Stefano Paschina, apresentam dia 12 de junho de 2007, às 10h, no Palácio da Cidade, o projeto arquitetônico de revitalização do Cassino da Urca, que acomodará um centro de excelência em pesquisa e desenvolvimento de design, moda, artes visuais e comunicação, e espaços culturais voltados para a cidade. As obras começam em julho próximo para serem concluídas parcialmente em março de 2008.

O projeto arquitetônico de revitalização do Cassino da Urca, feito pelo arquiteto Ado Azevedo para o IED, foi aprovado pela Prefeitura no final de maio, depois das avaliações cuidadosas do Patrimônio Histórico e da Secretaria de Urbanismo. As obras de restauro começam pelas fachadas e telhados para, em apenas oito meses, devolver à cidade do Rio de Janeiro este prédio simbólico da cultura brasileira, que já foi hotel, depois cassino e sede da TV Tupi no Rio de Janeiro. O Cassino revitalizado vai interferir positivamente na estruturação urbana da cidade, dando nova vida à Urca.

Mais informações: CW&A Comunicação
Claudia Noronha / Beatriz Caillaux
21 2286.7926 ou 3285.8687
claudia@cwea.com.br / beatriz@cwea.com.br

6/6/2007

Projeto Seleção Brasil em Cena – Concurso de Dramaturgia 2007

Inscrições serão abertas dia 28 de maio e encerradas em 28 de junhoO Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro realiza, pelo segundo ano consecutivo, o Projeto Seleção Brasil em Cena – Concurso de Dramaturgia de 2007, de âmbito nacional. As inscrições estão abertas a partir de 28 de maio e até 28 de junho. O regulamento do concurso bem como fichas de inscrição estão disponíveis no site da instituição (www.bb.com.br/cultura). O objetivo principal do projeto é fomentar a literatura dramática bem como o surgimento de novos dramaturgos, através de leituras dramatizadas de textos inéditos de autores brasileiros, em qualquer categoria. Podem concorrer textos de brasileiros natos ou estrangeiros naturalizados. O primeiro lugar ganha R$ 5 mil e a encenação de seu texto pelo CCBB; o segundo R$ 3 mil e o terceiro R$ 1 mil. O êxito do projeto pode ser mensurado pelos números da edição inaugural. O Projeto Seleção Brasil em Cena – Concurso de Dramaturgia recebeu, em um mês, nada menos que 311 textos de todo o país. Destes, 12 foram eleitos e apresentados a um público de 960 pessoas.

As leituras foram dirigidas por alguns dos mais importantes encenadores do teatro contemporâneo brasileiro – Ivan Sugahara, Stella Miranda, Gilberto Gawronski e Moacir Chaves. Ao longo do processo, 46 atores, indicados por seis renomadas escolas de teatro participaram das leituras, juntamente com dezenas de estagiários em cenotécnica, iluminação e figurinos. O dramaturgo Pedro de Senna, carioca que atualmente vive em Londres, foi o grande vencedor com o texto A tragédia de Ismênia – A princesa de Tebas, concorrendo com Vocês estão com fome?, de Liane dos Santos, O profeta do espanto, de Edmilson dos Santos, GNS, de Walter Coe, Velha é a mãe, de Fábio Porchat, Perfídia quase perfeita, de Carlos Correia Santos, Basílio, o destemido, de César Moura, Última Carta, de Paulinho Faria, Mississipi e Missouris, de Walter Coe, Malzibier e Berimbau, de Éber Inácio. Vale destacar que os textos são analisados sem que os selecionadores saibam o nome dos autores. Sendo assim, um mesmo autor pode concorrer com vários textos.

Os textos selecionados serão lidos pela comissão julgadora – formada por no mínimo quatro e no máximo seis profissionais de artes cênicas – ao longo de três meses. Após a seleção, os textos terão leitura dramatizada no Teatro 2 do CCBB entre 31 de outubro e 16 de dezembro. O voto do público (realizado no verso do ingresso, anonimamente) perfaz 80% da avaliação, e dos diretores responsáveis pela leitura dramatizada os 20% restantes.

Além do prêmio em dinheiro, Pedro de Senna terá a montagem de seu texto realizada pelo CCBB-RJ em novembro de 2007, sob a direção do premiado Moacir Chaves. Foi o mesmo Moacir que dirigiu a leitura dramatizada desse texto no período de seleção e por isso, obedecendo à mecânica do concurso, será o responsável pela montagem. Esse ano, o nome dos jurados será conhecido apenas após a divulgação do resultado no site do www.bb.com.br/cultura, até 120 dias após o término das inscrições.

O texto a ser inscrito no Projeto Seleção Brasil em Cena – Concurso de Dramaturgia deverá ser encaminhado para cadastro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) à Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro -RJ, Cep. 20010-000, de terça a domingo, no horário das 10h às 18h, ou postados pelos Correios, através de carta simples ou Sedex, com Aviso de Recebimento. Os textos deverão ser inéditos. O primeiro lugar recebe R$ 5 mil e a montagem do seu texto pelo CCBB. O regulamento completo consta do site www.bb.com.br/cultura.

Outros esclarecimentos podem ser obtidos com a coordenação da mostra pelos telefones 21 2547-3315, 21 2547-3221, 21 2547-2145 ou no Centro Cultural Banco do Brasil, telefone 21 3808-2100.

[texto: Mônica Riani, assessoria de imprensa]

Novos Brasis anuncia contemplados de 2007

Depois de um mês e meio de análises de uma comissão de especialistas, foram anunciadas as organizações contempladas pela edição 2007 do programa Novos Brasis, que apóia iniciativas inovadoras de transformação social através da tecnologia. O montante destinado neste ano será de R$ 1,8 milhão.

No total, oito estados brasileiros estão representados pelos seguintes projetos: Olhar Circular, da ong Saudáveis Subversivos (Alagoas); Jogos Educativos para Informática, do Instituto Certi Amazônia, e Rede Ribeirinha de Comunicação, da ong Mamirauá (Amazônia); Expresso Digital, da ong Instituto de Ecocidadania Juriti (Ceará); Fabriqueta de Software, do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (Minas Gerais); A Bagagem das Mulheres da Floresta, do Conselho Nacional dos Seringueiros (Pará); iTEIA, do Instituto InterCidadania (Pernambuco); Portal Moda Brasil, do Inbracultmode e Oficina Legal, da Ong Projeto Legal (Rio de Janeiro) e Da Floresta para a Cidade, da Cidade para o Mundo – da Hutukara Associação Yanomami , (Roraima).

Este ano todas as ongs contempladas terão, durante 12 meses, um curso de capacitação à distância realizado pelo Instituto Hartmann Regueira, de Minas Gerais: o PDG.org (Programa de Desenvolvimento em Gestão para Organizações de Terceiro Setor-on-line). Os projetos selecionados têm como foco principal o desenvolvimento de soluções sociais em comunidades vulneráveis, beneficiando crianças e jovens. As iniciativas também têm a possibilidade de serem replicadas em outras localidades.

Desde 2004, o programa Novos Brasis já investiu cerca de R$ 4 milhões, beneficiando mais de 30 mil pessoas através dos mais de 50 projetos que já se tornaram realidade. “Por meio do programa o Oi Futuro busca contribuir para fazer a diferença na vida de milhares de pessoas que passam a ter acesso ao conhecimento de forma mais rápida e autônoma”, revela Samara Werner, diretora de projetos do instituto. “A construção de tecnologias sociais é uma das metas. Educação à distância, produção de software, o uso social do celular e a formação e fortalecimento de redes de conhecimento são exemplos de projetos a serem apoiados”, completa.

O edital foi aberto a organizações do Terceiro Setor e outros perfis de instituições sem fins lucrativos. Após a seleção, o Oi Futuro acompanha a implantação de cada iniciativa, através do auxílio na gestão e na avaliação do impacto das atividades. Por apostar no desenvolvimento de soluções sociais, o Novos Brasis dispõe, ainda, de uma rede virtual de relacionamento, focada na troca de experiência entre os parceiros. “Além disto, também promovemos um encontro anual onde os integrantes de todas as organizações se conhecem pessoalmente e iniciam conversas para parcerias concretas”, lembra a diretora.

[texto: Marcio Batista, Comunicação Corporativa - Oi]

31/5/2007

Corpus Christi @ Revista Digital Art&

CORPUS CHRISTI

Segundo minha memória infantil, somada a dados colhidos na wikipédia o feriado de Corpus Christi é um festa da Igreja Católica que “celebra a presença de Cristo na Eucaristia” que se realiza na “quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade“.

As procissões pelas ruas da cidade fazem parte do Código Canônico (art. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, “para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo“.

No Brasil assumiu um caráter amplo pela sociedade e já se caracteriza como festa popular, além do aspecto religioso.

A Revista Digital Art& gostaria de mostrar como essa festa acontece nos lugares mais diversos do Brasil.

Os “tapetes” feitos com os mais diversos materias, nas ruas por onde a procissão passa, são verdadeiras obras de arte. Assim, se na sua cidade existe a tradição, e os tapetes são feitos, que tal fotografa-los e mandar prá gente?

Orientações para participar:

- Envie sua foto digital, como anexo único, até 15 de junho, para o e-mail editor@revista.art.br,
- As fotos devem ser nos formatos JPG ou GIF, de até 500kb,
- No corpo do e-mail, escreva o nome completo do autor da foto, CPF, telefone de contato, nome do lugar onde a foto foi tirada e a data em que foi feita,
- Menores de idade devem enviar o nome e CPF dos pais ou responsáveis no mesmo e-mail.
- No e-mail também deve estar identificado se o autor da foto é amador ou profissional de fotografia,
- Só será aceita uma foto por participante.
- A Revista Digital Art& não se responsabiliza por problemas legais de direito autoral das imagens, sendo que o envio identificado significa que o autor do e-mail assume a autoria da fotografia.

TODAS AS FOTOS RECEBIDAS, QUE ATENDEREM AOS REQUISITOS DESCRITOS ACIMA, SERÃO PUBLICADAS, IDENTIFICADAS, NA REVISTA NO DIA 20 DE JUNHO

Depois da publicação, por votação direta e aberta dos visitantes do site www.revista.art.br, até dia 30 de junho, a foto considerada a melhor, vai receber de presente uma camiseta da Revista Digital Art&!

ATENÇÃO: O objetivo principal do evento é o de divulgar a festa e as manifestações culturais e artísticas populares do nosso povo e, desta forma, NÃO tem caráter comercial nem religioso e NÃO remunera financeiramente seus participantes em nenhuma hipótese. Nenhuma das fotos será usada pela revista para qualquer fim além deste evento.

Ao enviar sua imagem para participar o autor assume conhecer o regulamento e concordar com ele.

Vamos participar?

28/5/2007

Edith Derdyk em mostra em São Paulo

A artista e estudiosa das Artes paulistana Edith Derdyk, formada em artes plásticas e autora de livros sobre ensino de arte consagrados na área, participa com duas produções no Projeto Octógono de Arte Contemporânea, iniciada dia 26, na Pinacoteca do Estado.

Edith tem um vasto histórico como artista plástica já tendo participado de diversas mostras individuais em lugares como Centro Universitário Maria Antônia, Paço das Artes, Centro Cultural São Paulo, MASP e a Pinacoteca do Estado.

Nessa exibição a artista apresenta uma instalação, de nome “Onda Seca”, que é formada por um conjunto de 28800 folhas de papel empilhadas no chão do Octógono alcançando alturas variáveis de 1,5m a 10cm, numa extensão de 10m.

Também faz parte da mostra o vídeo “Folha a Folha”, em parceria com Raimo Benedetti, que mostra muitas folhas de papéis brancos desfolhando, uma a uma, com movimentos mínimos de mãos invisíveis.

No dia 26 também foi lançado o livro Desenhos, novo trabalho da artista, que apresenta o percurso de Edith Derdyk tendo o desenho de seus projetos e textos como condutor e protagonista do pensamento construtivo de sua poética.

Outros Livros da Artista:

Ora Bolas, com Pauo Tatit. Cosac&Naif, 2005.
Formas de Pensar o Desenho, Scipione, 2003.
Rato, com Paulo Tatit, Cosac&Naih, 2003.
Linha de Horizonte, Escuta, 2001.
Linha de Costura, Iluminuras, 1997.
O Desenho da Figura Humana, Scipione, 1990.

24/4/2007

Lica Cecato e Michel Melamed @ CCBB

Da divulgação do evento: “Nesta terça-feira, dia 24 de abril, às 19h30, a cantora e compositora Lica Cecato e o poeta Michel Melamed se apresentam, de graça, no Centro Cultural Banco do Brasil, dentro do projeto “Errática – poema ao vivo”. Lica Cecato apresentará um espetáculo multimídia, onde recitará e cantará poemas de vários autores, entre eles os brasileiros Haroldo e Augusto de Campos, e o japonês Nii Kuni. Além disso, haverá animação gráfica feita por André Valias. A cantora e compositora estará acompanhada de Dodó, que fará bases eletrônicas para os poemas. Um dos grandes momentos da apresentação, será quando Lica tocará Theremin, o primeiro instrumento eletrônico criado no mundo, e que poucas pessoas sabem tocar! Lica Cecato escreve e fala japonês fluentemente e tem um público muito fiel no Japão, onde já se apresentou diversas vezes. O projeto Errática traz, a cada terça-feira, dois convidados para o palco do Teatro I do CCBB, onde fazem leituras de poesias e performances que dão vida às palavras. Além das encenações, há exibição de vídeos, animações e trilha sonora. O projeto tem curadoria de André Vallias e Eucanaã Ferraz.

Lica Cecato

26/3/2007

Mário Zanini – Territórios do Olhar

Mostra comemora centenário de Mário Zanini

Mário Zanini – Territórios do Olhar”, em comemoração ao centenário do artista.

Mostra comemora centenário de Mário Zanini

FAAP – Sala Anne Penteado

R. Alagoas, 903, mezanino

Higienópolis

São Paulo

tel. 3662-7000

Terça a sexta, das 10h às 20h

Sábado e domingo, 10h às 17h

Abertura 25/3

Até 13/5

22/3/2007

Carlos Vergara

Carlos Vergara
Abertura na quarta-feira, dia 28 de março, das 19 às 23 h.
Exposição até 28 de abril de 2007
Segunda a sexta, das 10 às 19h; aos sábados das 10 às 14 h.

Manoel Macedo Galeria de Arte
Rua Lima Duarte, 158
Carlos Prates
Belo Horizonte – MG
(31) 3411-1012
mmgaleria@veloxmail.com.br
www.manoelmacedogaleriadearte.com.br

20/3/2007

Alberto Sughi

AlbertoSughi - uomo nel paesaggio

Fiquei muito contente ao receber o release da enorme retrospectiva que a Biblioteca Malatestiana, em Cesena, na Itália, está fazendo do Alberto Sughi.

Biblioteca Malatestiana

Alberto Sughi
Retrospective Exhibition

Curator: Vittorio Sgarbi
Catalogue: SKIRA

This exhibition is a large retrospective, with over 50 works on display, covering the career of Alberto Sughi, the famous artist and citizen from Cesena. Loneliness and the inability to communicate, suffering and pleasure are the dominant themes of his profound poetics, from sensuality to social criticism, often tinged with bitter irony, depicted using a deliberately meagre and rough palette, tending towards the monochrome in his more recent works, yet so effective.

Alberto Sughi During his long career Alberto Sughi has always been an attentive observer of modern life and the most striking aspects of our daily existence. He has made a shockingly accurate study of human poverty, with an impartial eye, and he meticulously reports events, feelings and perversions, without sentimentality or condemnation. He leaves the observer to make moral judgements. His painting does not explain, it simply represents, without filtering. His social criticism emerges in his clear depiction of the degeneration, anger, sadness and suffering of the upper middle classes, but he does not feel the need to discuss the moral implications, confining his work to the well-documented report within a severe and silent context.

The exhibition that will be held inside the prestigious Biblioteca Malatestiana (a splendind Renaissance Library), has been strongly wanted by the city of Cesena, to celebrate a great artist and one of his most illustrious citizens.

(translated by Joëlle Crowle)

Alberto Sughi

From 23/03/2007 to 22/07/2007
Cesena, Biblioteca Malatestiana,
1 Piazza Bufalini – Cesena

PHONE 0039 0547 610892
FAX 0039 0547 21237
http://www.malatestiana.it

www.albertosughi.com
studiosughi@albertosughi.com

Alberto Sughi

Visitem também o Studio Sughi e o blog de Alberto Sughi, no Absolute Arts. Seu último artigo foi “A Painting Lesson“, um doce relato do início de sua carreira.

Mario Sughi

Mario Sughi, ilustrador.

Mario Sughi
Nero su nero (preto sobre preto)

Observação da editora: Mario é filho de Alberto Sughi, de quem sou grande fã, tanto das pinturas e dos desenhos, como dos artigos sempre inteligentes, bem escritos e inovadores.

14/3/2007

Parabéns, Grão!

Em cerimônia realizada na Sala Baden Powell na noite desta 3ª feira, foram anunciados os vencedores do Prêmio Zilka Sallaberry, que premiou os melhores espetáculos de teatro infantil de 2006 no Rio de Janeiro.

E o grande vencedor da noite foi O PEQUENINO GRÃO DE AREIA de João Falcão, que ficou com os prêmios de melhor espetáculo e melhor texto.

A peça estava também indicada para melhor direção, cenário e iluminação.

Confiram os demais vencedores em http://www.zuccanet.blogger.com.br

No próximo final de semana, dias 17 e 18 de março, acontecerão as últimas apresentações do espetáculo no Teatro da UFF em Niterói.

Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 09 – Icaraí
TEL: (21) 2629-5020
sábados e domingos às 17h
DURAÇÃO: 50 minutos
INGRESSOS: R$ 15,00 (meia entrada para crianças, estudantes e idosos)
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: livre

A partir de 31 de março, a peça fará curta temporada na Barra da Tijuca, com o lançamento da programação da mostra infantil do Teatro Antônio Fagundes pelo projeto CBTIJ em Ação.

Saiba mais sobre o CBTIJ em www.cbtij.org.br.

O Pequenino Grão de Areia conta com o patrocínio do Opportunity e está participando da Caravana Funarte Petrobras de Circulação Nacional de Teatro.

9/3/2007

Pro Dia Nascer Feliz

Melhor Filme pelo Júri Popular do Festival de Gramado (2006)

Pré-estréia no Centro Experimental Cícero Dias, localizado no Complexo Esportivo Santos Dumont, em Recife.

A exibição do documentário terá debate mediado por Zuenir Ventura com o diretor João Jardim e alunos que participaram do projeto.

Serviço:
Dia 16 de março de 2007
A partir das 19 horas
Entrada franca

2/3/2007

Leonardo da Vinci – A Exibição de um Gênio

Foi aberta ao público ontem, 1º de março de 2007, a mostra “Leonardo da Vinci – A Exibição de um Gênio”, que foi inaugurada no dia 28 de fevereiro, durante um evento fechado, somente para convidados. Apresentando mais de 150 peças, todas com a ‘marca’ de autoria do “multimídia” (inventor, cientista, arquiteto, engenheiro, filósofo, anatomista e, mais conhecidamente, pintor) é, segundo a divulgação dos organizadores, a exposição de maior abrangência sobre as habilidades desse “gênio”. As peças expostas nesta mostra foram feitas por artistas e artesãos, com base nos projetos e desenhos do mestre, usando técnicas de execução do século XV.

Leonardo da Vinci - A Exibição de um Gênio Leonardo da Vinci - A Exibição de um Gênio

Mas há “novidades” também bastante interessantes. Com auxílio da tecnologia o “Homem Vitruviano”, o princípio da “Proporção Divina” e a criação da “Última Ceia” poderão ser vistos em 3D interativo no subsolo da Oca, no parque Ibirapuera, SP. A exibição de documentários e vídeos completam a mostra.

Os 13 setores da exposição são: “Estudos Anatômicos”, “Arte da Guerra”, “Máquinas Civis”, “Códices”, “O Pai da Aviação”, “Máquinas Hidráulicas e Aquáticas”, “Instrumentos Musicais e Ópticos”, “Estudos sobre Física e Mecânica”, “A arte da Renascença”, “O Homem Vitruviano”, “Desenhos da Batalha de Anghiari”, “Documentário” e “Vídeos em 2D e 3D sobre o Homem Vitruviano e a Última Ceia”.

SERVIÇO:
De segunda a sexta-feira, das 9h às 19h. Sábado, domingo e feriado, das 10h às 20h. Não há data para o término.
Subsolo da Oca no Parque Ibirapuera. Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3.
Fone – 11 6846-6000.
Inteira: R$ 30.
Meia-entrada: R$ 15.
Grátis para crianças até 2 anos. Crianças de 3 a 6 anos pagam meia-entrada. Menores de 12 anos entram somente acompanhados por responsável
Informações: exposicaoleonardodavinci.com.br

28/2/2007

Jorge Fonseca

Jorge Fonseca – Exposição Individual

12 objetos em técnica mista (tecido, madeira, plástico, etc) e bordados.

Abertura: às 20 horas do dia 8 de março (terça-feira)
Período Exposição: até 30 de março de 2007
Local da Exposição: Galeria Anna Maria Niemeyer / Shopping da Gávea
Rua Marques de São Vicente, 52/205 – Gávea – RJ

Tel: 21-22399144 (14 às 21h)
Fax: 21-22592082
E-mail: galamn@centroin.com.br

Jardim do Poder

O Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília inaugura a mostra Jardim do Poder, com curadoria de Felipe Chaimovich.

A mostra é sobre a origem de Brasília, a partir do paisagismo do palácio de Versalhes, usado por Lúcio Costa como referência para a urbanização da cidade, e reúne dez obras contemporâneas, que tematizam contrastes sócio-políticos da vida nacional. Entre os artistas estão Ge Orthof, Iran do Espírito Santo, Laura Lima, Lia Chaia, Marcelo Cidade, Marepe, Paulo Bruscky, Sergio Romagnollo, Regina Silveira e o coletivo Chelpa Ferro.

Com realização e patrocínio do Centro Cultural Banco do Brasil, Jardim do Poder tem apoio do Ministério da Cultura, por intermédio da Lei Rouanet, e é a primeira realização da Expomus Contemporânea, selo da Expomus — Exposições, Museus, Projetos Culturais, encarregada da coordenação da mostra. O projeto expográfico é de Felipe Tassara, a comunicação visual e o design gráfico de Carlito Carvalhosa e a coordenação, pela Expomus Contemporânea, de Rejane Cintrão.

Jardim do Poder fica aberta ao público de 25 de março a 08 de julho, de terça a domingo, das 10h às 21h, com entrada gratuita.

Patrocínio de Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Apoio Cultural: Ministério da Cultura, por intermédio da Lei Rouanet

Jardim do Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília
Centro Cultural Banco do Brasil
SCES, Trecho 2, conjunto 22
70200-002 Brasília – DF Informações: (61) 3310 7087

6/2/2007

A Teatralidade do Humano

O ciclo “A Teatralidade do Humano” faz sua última rodada de debates hoje e amanhã (terça e quarta), às 19h30, no Oi Futuro (RJ), com o tema “Arte e Imagem”. No cardápio, uma performance dos irmãos Guimarães, de Brasília, executada pela atriz Vera Holtz (quarta), e a presença dos debatedores Antônio Carlos Silva, Heloísa Buarque de Holanda, Evaldo Mocarzel, Hermano Vianna, Sérgio Sá leitão, André Parente, Ivana Bentes, Cláudio da Costa e Xico Chaves.

4/2/2007

Biblioteca Virtual de Artes Cênicas

A Biblioteca Virtual de Artes Cênicas é um veículo de divulgação e informação destinado a especialistas e pesquisadores, alunos e professores de Artes Cênicas e também a espectadores, amantes do teatro, da dança, da performance e usuários da rede em geral. A Biblioteca Virtual de Artes Cênicas sites que permitem ao usuário o acesso a arquivos e acervos existentes on line. Com especial atenção à pesquisa e à reflexão teórica sobre teatro no Brasil, a BVACL ocupa-se também de manifestações ligadas às Artes Cênicas realizadas em outros países.

3/2/2007

edital da Caixa

Saiu o edital para a ocupação da Caixa Cultural em Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo para eventos realizados entre julho de 2007 e junho de 2008. Aceitam propostas de espetáculos de música, teatro, dança, exposições de artes plásticas e fotografia, mostras de cinema e lançamentos literários. Online o edital, inscrições e as plantas dos espaços.

26/1/2007

É Carnaval

É Carnaval de Paulo Villela

É Carnaval
de Paulo Villela

Abertura: 5 de fevereiro de 2007, às 19h
Exposição: 5 de fevereiro de 2007 a 8 de abril de 2007
Restaurante Botequim
Entrada Franca

Da divulgação: “Conhecido por seu traço elegante e irônico, pelos tipos e cenas cariocas, Paulo Villela vai mostrar uma coleção de obras inspirada no Carnaval. ‘Minha preocupação sempre está ligada às questões do desenho, como curvas, retas e vazios, mas acho que meu trabalho está cada vez mais carnavalesco’, brinca. Os trabalhos serão na maioria em técnica mista sobre papel. Paulo Villela utiliza tinta acrílica, pastel seco, pastel oleoso, lápis cera e canetas de nanquim, pretas e coloridas. Ele faz também trabalhos tendo como suporte tela, tecido ou papel colados a tábuas de demolição lixadas.”

É Carnaval de Paulo Villela

25/1/2007

Centro Cultural São Paulo

O Núcleo de Ação Educativa – NAE – do Centro Cultural São Paulo, que, segundo a própria descrição “foi criado em 2002 para reunir e sistematizar atividades de educação não formal que já aconteciam anteriormente no CCSP como monitorias e ateliês de artes plásticas”, oferece, em seu site um material interessante para professores [pdf] que estejam pensando em incrementar suas aulas com visitas ao espaço, que oferece várias atividades.

Inclusive uma boa dica é o Telecentro, que é um local onde é possível ter acesso a internet gratuitamente. Vale muito a pena também conhecer o acervo do espaço. Os Bancos de Peças Teatrais, sobre Televisão e sobre Dança podem ser consultados via web. O arquivo Multimeios, idem.

A Exposição Virtual Artistas ilustradores apresenta um material muitíssimo interessante. E a exposição (esta, física) Coletiva Fotojornalismo, organizada pela Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de São Paulo com trabalhos selecionados entre 2005-2006, que abriu no último dia 20 de janeiro, e que eu fui ver no fim de semana passado, está muito boa.

O Centro Cultural São Paulo fica na Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – São Paulo/SP; e funciona de terça a sexta, das 10h às 20h; sábados e domingos das 10h às 18h; Piso Flávio de Carvalho.

16/1/2007

um Século de Arte Brasileira

Coleção Gilberto Chateaubriand: um Século de Arte Brasileira – 175 obras em exposição, incluindo peças pertencentes a Gilberto Chateaubriand. Na mostra, Anita Malfatti, Brecheret, Cândido Portinari, Cícero Dias, Di Cavalcanti, Djanira, Flávio de Carvalho, Goeldi, Guignard, Ismael Nery, Lasar Segall, Pancetti, Tarsila do Amaral e Vicente do Rêgo Monteiro.

Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 99, Centro Cívico, Curitiba/PR).
De terça a domingo, das 10h às 18h.
Informações: (41) 3350-4412.
12/12 a 4/03
R$ 4 e R$ 2

Tradições do Brasil

Tradições do Brasil: imagens captadas por fotógrafos como Fabio Colombini e Marco Antonio Sá, que ilustram expressões do folclore, artesanato e da cultura popular brasileira.

Club Transatlântico (Rua José Guerra, 130, Chácara Santo Antônio, São Paulo).
Segunda a sexta, das 9h às 22h; sábados, das 18h às 22h.
Informações: (11) 2133-8600
15/1 a 15/2

20/12/2006

Traços e Laços

Kabum! Novos produtores e a Secretaria do Trabalho e Assistência Social e Esporte convidam para o lançamento da Coletãnea Traços e Laços, Memória da Região Nordeste de Amaralina.

Local: Casa de Serviços Viva Nordeste
Rua Alto da Alegria, s/n, Beco da Cultura.
21 de dezembro, 17 horas

tel: 3345.5657 (no convite não veio o código de área)

18/12/2006

O Compadre de Ogum

Centro Cultural Banco do Brasil e Subprefeitura da Sé apresentam a exposição

O Compadre de Ogum
com serigrafias de Carybé (Hector Júlio de Pari Bernabó) sobre a obra de Jorge Amado
De 18 de dezembro a 28 de janeiro de 2007
Entrada Franca

“A exposição traz 22 serigrafias, de 50cm x 35cm, que retratam pessoas comuns e mostram o ser humano com a sua carga de trabalho e afetividade. Carybé trabalha com a linha, o volume e o espaço. Seus traços simples formam figuras, freqüentemente compostas de formas geométricas capazes de identificá-las, de captar sua essência num lampejo.” (divulgação)

O Compadre de Ogum
Exposiçao de serigrafias de Carybé
de 18 de dezembro de 2006 a 28 de janeiro de 2007.
Passagem Literária Consolação
(passagem subterrânea da Rua Consolação próxima à Avenida Paulista)
de 2ª a 6ª feira, das 07h às 22h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 22h.
ENTRADA FRANCA

12/12/2006

Tatuí

Casa de Cultura Paulo Setúbal reabre com 3 exposições:

  • Paulo Setúbal – Profissão: Escritor (curadoria: Camila Duprat)
  • Tatuí(s) – Crônicas de uma Cidade (curadoria: Camila Duprat)
  • André Vallias – p0es1a digital (1991/2006) (apresentação: Adolfo Montejo Navas)

Casa de Cultura Paulo Setúbal convida

Dia 17 de dezembro de 2006, domingo, às 11h
Praça Manuel Guedes 98, Tatuí – SP

4/12/2006

Entre a Fé e a Febre: Retratos

Guy Veloso de site novo, com youtube e vernissage dia 06 de dezembro de 2006 no Museu de Arte Sacra de Belém.

Guy Veloso

A exposição fica em Belém até o dia 14 de janeiro de 2007.

30/11/2006

Sistema Brasileiro de Museus

A instituição do Sistema Brasileiro de Museus através do decreto nº 5264, assinado em 2004, no Dia da Cultura, foi um marco decisivo na afirmação e consolidação da Política Nacional de Museus como política pública de cultura e um passo fundamental para a sua integração ao Sistema Nacional de Cultura.

A criação do Sistema Brasileiro de Museus, por intermédio do poder executivo, atendeu a demanda de profissionais que, atuando no campo museal, apontavam, há mais de duas décadas,  para a necessidade de se constituir uma rede pública com o objetivo de articular profissionais e instituições museológicas.

O projeto de criação do Sistema Brasileiro de Museus foi ampla e democraticamente debatido, a sua implantação caracterizou-se pela participação de diferentes setores da sociedade brasileira e o seu funcionamento aponta para a importância de alianças férteis e bem construídas entre o poder público e a sociedade civil.

O Sistema Brasileiro de Museus tem servido de estímulo e inspiração para  sistemas estaduais e municipais de museus e tem contribuído para a construção de uma política cultural inclusiva, democrática, participativa e plural. É dentro desse mesmo espírito e com grande alegria que lançamos o sítio eletrônico do Sistema Brasileiro de Museus. Oxalá! ele se afirme e se consolide como uma ferramenta importante para a troca e disseminação de informações, para a integração de profissionais e instituições, para o compartilhamento de experiências e para a valorização e o fortalecimento do campo museal.

24/11/2006

Arquivo Aberto na Mariana Moura

A Galeria Mariana Moura, do Recife, faz uma comemoração de peso nos seus dois anos de existência: Arquivo Aberto traz o ótimo Nazareno e mais Jeanine Toledo, José Patrício, Carlos Mélo, Alice Vinagre, Gil Vicente, Marcelo Silveira, Alexandre Nóbrega e Laura Vinci. Também convidado Tunga e mais Artur Lescher e Emmanuel Nassar. Até 06/01/07.

13/11/2006

Aleijadinho e seu tempo

Tirar arte de contexto é coisa que os museus fazem desde que foram inventados, na Revolução Francesa. Não atentamos para a violência quando se trata de algum totem indígena. Quando a religião é a nossa, a coisa fica mais clara.

Por isso, o CCBB montou um ambiente quase de igreja para a exposição do Aleijadinho. Escuridão, sons de sino e distanciamento entre obra e público, com estátuas e oratórios protegidos por vidros. Há também a evocação da riqueza, a matéria sugerindo o espírito, estratégia de todas as religiões quando ficam maduras e distantes de suas origens. Aqui, um setor dedicado ao ouro.

 Espírito Santo em madeira policromada
Espírito Santo em madeira policromada
Mas, ainda assim, é claro que as condições de recepção são bem outras do que as originalmente pretendidas. O resultado é estimulante. Pois ao diminuir o religioso, a arte sobressai. Não se trata da técnica, sempre tão louvada no artista. Mas no que ele trouxe de seu para um mundo tão ideologicamente pré-determinado.

Há uma tensão que é sempre a mesma, quando se trata de convivência de culturas e que é a da necessidade de escolha entre a riqueza simbólica da cultura dominada e a riqueza material da cultura dominante. Na biografia pessoal do artista, como se sabe, tratava-se de manter viva a herança materna, escrava negra do pai português. E com um agravante: a manutenção desse “outro” deveria ser feito em diálogo com uma instituição que pregava submissão e obediência, a Igreja.

 retrato de Aleijadinho feito por Euclásio Pena Ventura em óleo sobre pergaminho

retrato de Aleijadinho feito por Euclásio Pena Ventura em óleo sobre pergaminho
Na penumbra do CCBB fica mais fácil ver a subversão do poder. Nas expressões humanas dos santos, à la Velásquez, outro inadaptado. No Espírito Santo com todas as penas e garras de uma ave comum. Nos olhos de vidro das estátuas, um ponto de encontro de africanos, portugueses e, talvez, asiáticos de Macau.

Bem analisadas as coisas, não haverá pureza em parte alguma, ainda bem. O que comove em Aleijadinho é sua luta bem sucedida em manter o espaço já multidimensional do barroco aberto à inclusão de vestígios, rastros, necessariamente únicos, autorais, locais e temporais. A ecos de fiéis assim como aos de inconfidentes.

Na exposição, uma preciosidade: o filme dirigido por Joaquim Pedro de Andrade com roteiro de Lúcio Costa traz para nós a arquitetura do artista. Ao contrário das obras laudatórias, seus exteriores eram sóbrios. O interior é que merecia o detalhamento. Mas, nas estruturas e fachadas, um movimento de formas, uma energia que não havia antes.

Centro Cultural Banco do Brasil. Aleijadinho e seu tempo.
Rua Primeiro de Março 66, de terça a domingo das 10 às 21 h.

7/11/2006

Evandro Carneiro

Evandro Carneiro

Evandro Carneiro raramente expõe suas esculturas. Esta é uma boa oportunidade, não perca!

“A exposição é uma releitura de cabeças já existentes na minha trajetória. Selecionei esculturas realizadas em diversos momentos da minha obra. Modifiquei, fiz cortes, agreguei e repaginei, reduzi algumas e ampliei outras. [...] Diferentemente do corpo humano inteiro, que se justifica por si só e que tem uma complexidade de soluções formais e inúmeros vetores plásticos facilitadores da criação, a cabeça, fechada em si mesma, precisa de um caráter, um temperamento e uma história convincente que a justifique na imaginação do artista. Mesmo que esta história seja efêmera e acabe no exato momento em que a obra é concluída. Para então começar sua grande viagem na cabeça dos que a vêem”. – Evandro Carneiro

Evandro Carneiro

Marcia Barrozo do Amaral Galeria de Arte
Shopping Cassino Atlântico, Rio de Janeiro/RJ
Abertura: 09 de novembro de 2006, às 18h
Exposição: 10 de novembro a 02 de dezembro de 2007
Entrada Franca

3/11/2006

Alain Hanel

Alain Hanel

Alain Hanel.

Dá para notar que a gente gosta do trabalho dele?

1/11/2006

N Múltiplos

Leda Catunda
Leda Catunda
Paisagem com flores – 2006
Acrílica sobre tecido
52 x 40cm
Tiragem: 6 exemplares

Acontece na Arte 21 Galeria, no Shopping Cassino Atlântico, Rio de Janeiro / RJ, a exposição N Múltiplos. A exposição fica de 10 de novembro de 2006 a 27 de janeiro de 2007. Curadoria de Ligia Canongia.

Roberto Cabot
Roberto Cabot
Jogativo – 2006
Silicone
Aprox. 90 x 110 cm
Tiragem: 20 + 3 p.a.

Participam da exposição Eduardo Sued, Daniel Feingold, Paulo Jares, Paulo Vivacqua, Niura Bellavinha, Thiago Rocha Pitta, Leda Catunda, Nuno Ramos, Mário Cravo Neto, Ronaldo Grossman, José Damasceno, Antonio Dias, Ernesto Neto, Luiz Zerbini, Roberto Cabot, José Pedro Croft, Carlos Vergara, Georg Dokoupil, Jac Leirner, Laura Vinci, Waltercio Caldas, Mariana Manhães e Maria Carmem Perlingeiro. Alguns dos trabalhos apresentados são inéditos e foram feitos especialmente para a exposição.

30/10/2006

Saci x Halloween

O Halloween é uma festa de origem pagã celebrada, todo ano, no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. E realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos onde chegou pelas tradições dos imigrantes irlandeses, em meados do século XIX.

A história desta festa tem mais de 2500 anos e origina-se entre o povo celta, que acreditava que no último dia do verão (31 de outubro, no hemisfério norte), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para espantar estes espíritos, os celtas colocavam em suas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados e abóboras enfeitadas. Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, período conturbado da história religiosa mundial e, como muitas outras tradições populares, passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Assim, quem comemorasse a data era considerado “bruxo” também e, desta forma, era perseguido e condenado à morrer queimado na fogueira pela Inquisição. Como não conseguiu acabar com a tradição pagã, a igreja “inventou”, na mesma época vem a comemoração do Dia de Finados (2 de novembro), numa tentativa de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval.

No Brasil a comemoração desta data é relativamente recente e chegou através da influência da cultura americana, principalmente pela televisão e pelos cursos de língua inglesa, pois estes comemoram esta data com seus alunos como uma forma de vivenciar a cultura norte-americana.

Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, não deveria ser comemorada, o que eu discordo.

É certo que o Brasil tem um folclore significativo e que este deveria ser mais valorizado, mas nosso folclore também é originado em tradições e costumes trazidos por outros povos, não?

O próprio mito do Saci sofreu influências das diversas culturas que formam o universo da chamada “Cultura Brasileira”. Surgido entre povos indígenas da região Sul do Brasil, ainda no período colonial (os estudiosos acreditam que a data provável é no fim do século XVIII), ao “migrar” para o norte do país, ambos, o mito e o personagem sofreram influências da cultura africana e o Saci transformou-se num jovem negro com apenas uma perna (de acordo com o mito, o jovem perdeu a outra perna numa luta de capoeira), que usa um um gorro vermelho e um cachimbo (itens da cultura africana).

Suas “travessuras” como “esconder objetos domésticos”, “fazer ruídos estranhos para assustar cavalos e bois no pasto”, etc, como contam as tradições, são bem semelhantes aos relatados como “ações” dos duendes e gnomos de origem celta. E, igualmente, não são “maldades”, mas sim “brincadeiras”. Conta a lenda que quem consegue capturar um Saci terá “autoridade” sobre ele e terá desejos atendidos. O que é semelhante com os gnomos e duendes, e também com os “gênios das lâmpadas” do oriente, não? Todos eles findam em uma mesma origem: a necessidade humana de arranjar soluções “mágicas” para problemas e conflitos pessoais (falta de dinheiro, amores não correspondidos, etc.) que não se sente apta a resolver e, desta forma, uma solução “mágica” se mostra como perfeita. A forma de representação desse mito pode variar, mas não acredito que a valorização de identidade cultural brasileira necessite do aniquilamento de novas tradições.

A criação, por lei, pelo governo de São Paulo (de abrangência municipal, na capital, e estadual), em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro) vejo como tão “imposta” quanto a declarada “imposição” cultural do Halloween… Se as pessoas resolveram comemorar o Haloween é porque esse mito repercute nelas, seja por desconhecimento do outro, seja por identificação pessoal. Não é com “lei” que se mantém tradições e cultura de um povo, mas com educação!

Cultura é uma coisa viva e, desta forma, incorpora novos elementos ao longo do tempo… Como um dia incorporamos o Saci, a Mula-sem-Cabeça, etc. e mesmo as “lendas urbanas”… Somos, em essência, multiculturais.

Assim, dia 31 de outubro, com Saci ou Halloween, mais importante do que implicar com uma tradição e forçar a manutenção de outra, o essencial é saber o que cada uma significa, sua origem e história, e os motivos da existência ou permanência da tradição numa cultura.

14/10/2006

Leopoldina

Se você estiver perto da Estação da Leopoldina entre as 17 e 19 h., entre. Até essa hora você não paga. Depois, até domingo, começa a venda de ingressos para a programação da RioCena Contemporânea.

Leopoldina

Mesmo que você não fique para a festa, vale o local. É uma oportunidade para se sentir, em tamanho grande, o que se sente diante de qualquer obra de arte: uma espécie de manutenção do presente em outros tempos, futuros e passados. Ou vice-versa.

Não que a Estação Ferroviária Terminal Barão de Mauá, o nome certo do enorme edifício da Francisco Bicalho, seja uma obra de arte em si. Neoclássico, contemporâneo de outras construções da reforma urbana da cidade do início do século XX, era para apresentar seu aspecto funcional, na linha de ferro e vidro comum a gares européias do período. O que dá a ela essa dimensão de arte contemporânea é a inserção de mais vidro e mais ferro, e de luzes que se aproveitam de ambos. O resultado são trens velhos, degradados, que se mostram lindíssimos na diferença exata entre o que é recuperar o passado e atualizá-lo. Não tem nada recuperado, pelo contrário, mas tudo é atual.

Leopoldina

Há sempre a discussão sobre como pôr arte contemporânea em espaços históricos e o visitante poderá observar um bom resultado. Muito desse sucesso, é verdade, se deve ao tema trem, viagem. Pois não se açambarca de vez todo o espaço da estação, há o terreno que se estende, na parte posterior, até quase o horizonte (com direito a pôr-do-sol na hora sugerida à visita). Forma-se portanto um espaço imaginário, um vazio onde se dá o diálogo transparências contemporâneas versus os vidros neoclássicos. Uma outra circunstância favore as passagens suaves: não é um mundo em preto-e-branco, esse. Os ferros, que fazem curvas, enferrujam em tonalidades ricas. Luz e sombra convivem.

Leopoldina

A Estação da Leopoldina tem esse nome porque seus trens faziam a ligação com a cidade mineira de Leopoldina, de onde vinha o café – a riqueza da época – para o porto do Rio. Sua primeira linha, inaugurada por D. Pedro II em 1873, parava no meio do caminho em um lugar chamado Pântano. De lá para cá, as paradas de meio de caminho mudaram de nome mas continuam existindo. A contemporaneidade e o neoclassicismo se unem com suavidade.

O edifício não tem sua ala esquerda. Visto de frente, ele não se assenta na simetria que caracteriza as construções de sua época. Há um plano de reforma do Estado para o local. Falam em construir um anexo. Não na parte que não existe, mas atrás, na amplidão do olhar. Sempre haverá perdas.

12/10/2006

Novo espaço cultural em Campinas

A Região de Campinas acaba de ser presenteada com mais um espaço cultura. Inaugurado no último dia 22 de setembro, o Teatro Municipal Sylvia de Alencar Matheus, em Vinhedo, cidade de 54 mil habitantes na região de Campinas/SP (18km), conhecida por ser a sede do parque temático Hopi-Hari.

A reforma do antigo prédio na área central da cidade foi custeada pela Unilever, que doou recursos financeiros para as obras, que começaram em outubro do ano passado. De acordo com informações da Secretaria Municipal de Cultura, o novo teatro tem capacidade para receber grandes produções, como óperas e musicais. São cem spots de luz, sistema de som de três mil watts de potência e caixa cênica que permite até dez cenário, além de dois grandes camarins com capacidade para abrigar até 15 atores cada.

A antiga construção mantém-se “viva”, agora representada pelo o moderno Teatro Municipal de Vinhedo, com 3 mil m2 de área construída e capacidade para 520 espectadores. O projeto prevê ainda a instalação de uma biblioteca junto ao prédio. São três mil metros quadrados de área construída e 520 poltronas. O lugar é lindo, bem feito e com qualidade superior a muitas capitais. É de iniciativas como esta que o Brasil precisa!

O teatro fica na rua Monteiro de Barros, 101, Centro, telefone (19) 3826-2821.

7/10/2006

Por um fio

Agora em setembro, até 5 de novembro, no Espaço Cultural CPFL, em Campinas-SP, está acontecendo uma exposição com dez artistas contemporâneos brasileiros.

Vale a pena a visitação! Mostrando a “complexidade da arte contemporânea brasileira e a diversidade de meios com os quais os artistas trabalham”, a exposição apresenta pinturas, objetos, instalações, desenhos e também trabalhos produzidos nos “novos meios”, como vídeo, instalações, vídeo-instalações interativas, arte na Internet, fotografias e moda. Os trabalhos estão muito interessantes e, devido a diversidade, é até difícil escolher “um” do qual se goste mais.

Com a curadoria da crítica de artes visuais Daniela Bousso (que é historiadora, crítica de artes visuais e curadora independente, além de Diretora do Paço das Artes em São Paulo e curadora do Prêmio Sergio Motta) e traz, entre outros, trabalhos de multimídia Rejane Cantoni e Daniela Kutschat (Percepção e Interatividade), Giselle Beigulmann (Internet e Celulares), Fernanda Chieco (Desenho), Marina Saleme (Pintura), Caetano Dias (Fotografia). Tudo isso ainda é acompanhado de apresentações de performances, Djs, e Vjs durante a programação. Segundo as informações oficiais da mostra, “...entre outros assuntos, a mostra pretende enfocar como o corpo pode ser índice de subjetividade na arte contemporânea”.
Período da exposição: de 15 de setembro a 5 de novembro
Horário da visitação: 10h às 21h
Agendamentos de visitas monitoradas: (19) 3256-8204

1/10/2006

Hildebrando de Castro

Hildebrando de Castro

Na pintura de Hildebrando de Castro, a derrocada da geometria.
Galeria Laura Marsiaj, em outubro de 2006.

25/9/2006

Yamandú Canosa

Yamandú Canosa

“enchente” – clique para ampliar

Yamandú Canosa saiu, em setembro de 2006, de Barcelona e estacionou suas paisagens na Galeria Laura Marsiaj, em Ipanema, e é interessante pensar sua exposição como exatamente isso, um percurso, uma caminhada. Mais e melhor que uma metáfora de uma rua com suas imagens díspares e seus códigos visuais variados, a exposição é uma metonímia, um outro caminhar, que não existia antes e que não representa nada além de si mesmo e que é uma continuidade da rua, agora com um apontamento dos processos de cognição: essa imagem vem de uma palavra, essa outra de um azul, a cor do nada espacial.

27/7/2006

Construtivismo à brasileira

O construtivismo à brasileira não costuma ter retas muito retas, nascido que é entre a pouca vontade em seguir leis e a fragilidade de quem as faz, novas, a cada susto.

E, além disso, há sempre alguma curva a limitar a matemática.

Rochelle Costi

Foto (detalhe) de Rochelle Costi, que ocupou a Galeria Silvia Cintra, em Ipanema, no mês de julho de 2006.

14/7/2006

A coleção de Carlos Leal

A coleção de Carlos Leal

Eis um fantástico exemplo da imbricação entre presença e representação. Aqui, o mais “real” de tudo, entre árvore pintada e passarinho vivo, é o buraco de bala à esquerda  – e que não é presença nem represença mas ausência, a da bala. Assim, o buraco é igual à própria foto, que também é o vestígio de uma presença, uma representação que não deixa de ser ícone da presença que não está mais lá.

A foto é de Orlando Azevedo, chama-se “Gaiola na árvore” e fez parte da exposição de fotos brasileiras do colecionador e editor Carlos Leal, que inaugurou, em julho de 2006, o novo Centro Cultural da Caixa Econômica Federal, no Rio de Janeiro.

26/5/2006

Tatiana Blass

Tatiana Blass

Bonita a idéia de uma observação que se derrama na paisagem observada. É de Tatiana Blass, que expõe neste final de maio na galeria box 4 de Ipanema. o título da exposição é: “Um dia seco, claro e quente, com a paisagem mais vazia“.