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ISSN 1980-7767

ano 5
edição atual: número 24, março & abril de 2010

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22/1/2010

Cedar Lewisohn

Um curador de arte de rua. I should live so long.

Cedar Lewisohn fez a palestra no auditório do MASP, acho que sob patrocínio. Havia uma geladeirinha de Red Bull colada à mesa, tornando muito difícil documentar o evento excluindo a marca comercial.

Antes de iniciar a palestra, Lewisohn mostrou um documentário da exposição que ele montou na Tate Gallery há dois anos. E um mapinha da Tate e seus arredores, com os locais – dentro e fora do museu – que haviam sido pintados especialmente para o evento pelos artistas escolhidos por ele.

O documentário mostrava também os preparativos das pinturas: gruas levantando as equipes dos artistas e seus materiais artísticos até o alto dos muros a serem pintados; a colocação dos suportes de metal, a montagem com stencils. À parte, ele comentou sobre o protesto de alguns visitantes com a figura enorme de um negro empunhando uma teleobjetiva como se fosse um fusil. Foi considerada uma arte muito agressiva.

Mas é preciso ser um pouco agressivo às vezes, acrescentou.

E que é importante ter uma visão política das coisas.

Mas Lewisohn não chamou Banksy – o mais famoso e o mais agressivo dos artistas de rua da Inglaterra. Disse que Banksy é muito conhecido em Londres, e que ele buscou apresentar a diversidade.

Diversidade mas não muito.

Lewisohn mostrou o que ele considera um diálogo entre a arte de rua e a arte canônica ocidentale. Ele acha importante que as pessoas notem que a arte de rua não é graffiti “mindless”. O diálogo que é mostrado se dá no nível formal, não conceitual. Sixeart, o artista de rua de Barcelona é similar a Miró. Por causa das cores. Dubuffet e Basquiat também podem ser comparados. Por causa das figuras humanas atulhadas, uma em cima da outra. Lewisohn cita o que ele considera ser um gênero de fotografia, o “poverty photos”. E mostra como algumas obras de rua são iguaizinhas.

Na exposição da Tate estavam presentes os brasileiros Os Gêmos e Nunca. Lewisohn comenta que ter chamado o Nunca foi necessário porque a mensagem dele é mais direta, mais facilmente compreendida do que a dos Gêmeos.

Seguem-se de Kooning, Haring, Christo e as Guerrilla Girls. Somos lembrados da origem cubista da colagem, há uma rápida passagem realismo francês do início do século XX com sua pintura de superfície. E mais uma comparação, agora entre um orientalismo decorativo presente no modernismo e arabescos de rua.

Lewisohn suspira por uns valerem muito mais do que outros e isso o leva para o assunto publicidade.

Ele acha que a publicidade tem seu lado positivo, apesar da opinião de alguns esquerdistas.

“They may be right, but we shall see it from another point of view, there is some positive aspects in advertising.”

E ele considera muito importante que a arte de rua vá para os museus e para as galerias.

Essa sua opinião, aliás, foi o que lhe valeu a palestra no MASP, que expõe arte de rua na mostra De dentro para fora, de fora para dentro.

O primeiro motivo para a arte de rua ir para museus e galerias é que nesses lugares, as pessoas podem prestar mais atenção nela. Não diz quais pessoas.

O segundo motivo é que arte de rua é muito melhor que arte pública (a arte comprada pelo poder público para enfeitar as cidades). A arte pública depende de uma burocracia, de comitês julgadores. É uma arte de consenso. A arte de rua será sempre uma arte mais viva porque não precisa de burocracia. Depois de ser admirada pelas “pessoas”, a arte de rua então pode voltar para as ruas e ocupar de fato o lugar que é dela. Mais um motivo: a arte de rua atrai público jovem para os museus. Não só jovens. Mulheres e outras minorias também.

Mas a ida para o museu, contudo, pode causar alguns problemas para a arte de rua. Por exemplo: a superfície dos muros é mais irregular que uma tela ou a parede lisinha das galerias e museus. E os artistas, acostumados a pôr uma base grossa nos seus trabalhos de rua, precisam adaptar a técnica. Outro problema: às vezes o ambiente em torno, com uma calçada quebrada ou um mato crescendo por perto, pode fazer falta.

Ele acha que o contexto local às vezes pode ser importante.

10/1/2010

Do padecer da crítica

Este artigo, inicialmente, trataria de um assunto que considero muito mais nobre em sua essência, já que seria uma reflexão sobre o papel da crítica de arte na era da comunicação global.  Infelizmente, ao pesquisar sobre o assunto percebi que o problema se dava muito antes de se ter algo para criticar e ia muito além do que a própria crítica em si. Ao que parece, sustentar uma opinião tornou-se um motivo para que qualquer pessoa seja merecedora de um linchamento moral – e às vezes até físico – só por ter um ponto de vista divergente de alguém.

É óbvio que não se trata de generalizar indiscriminadamente a situação, e que ainda é muito edificante poder debater uma idéia, inclusive com pessoas de opiniões contrárias às nossas. Porém, com a democratização dos meios de comunicação, isso ficou muito mais difícil, sendo necessário analisar bem onde e com quem abrir a boca.  Opinar nunca foi tão fácil: twitter, blogs, redes sociais e até o quase finado e-mail são ferramentas que não requerem esforço e ainda agregam a vantagem do anonimato, que é um prato cheio para quem tem preguiça de assumir o que diz.   Se por um lado a internet democratizou a opinião pública, por outro deu voz a um sem número de pessoas às quais a maior dádiva seria o silêncio.

A opinião é, a meu ver, uma das características que nos distinguem de símios que reviram, com um fêmur em mãos, uma carcaça de bisão. É importante ressaltar, porém, que ter opinião não significa, necessariamente, que ela esteja certa, ou, ainda, que devemos levá-la a sério. Sobre isso, o filósofo Olavo de Carvalho comentou certa vez em seu True Outspeak que “o direito de se ter opinião é proporcional ao interesse sincero que você tem sobre o assunto. Se você não tem interesse sobre o assunto ou sequer lê alguma coisa, por que devemos ter o interesse de ouvir a sua opinião?”. Para complementar o raciocínio, ele propõe a criação de um supositório de opinião, que a meu ver seria a solução ideal para determinadas pessoas que ainda insistem em transferir o motivo de um debate do assunto para o sujeito.

Quem quer ser levado a sério deve ser tratado seriamente, por isso é infundada a reação que alguns críticos têm de se sentirem ofendidos ao menor sinal de questionamento, como se isso fosse sinal da mais vil censura ou, no mínimo, exemplo de pura presunção – palavra que muitas vezes só é uma forma pomposa de julgar alguém que ousa saber mais do que outra pessoa. Nesse ínterim, o questionamento da idéia passa a ser tratado como questionamento do caráter. Para alguns, a crítica virou um mero exercício do jus esperniandi.

Vale ressaltar que crítico é qualquer pessoa que exerce o poder de crítica, palavra essa que, derivada do grego krinein, significa separar, julgar. A todo momento emitimos julgamentos acerca de alguma coisa, por mais trivial que ela seja: uma refeição ruim, uma embalagem não muito prática, um filme modorrento. Não é preciso ser um gourmet, um designer ou um cineasta para formar a nossa opinião, e é por isso que, neste aspecto, este artigo não diferencia profissionais ou amadores. A (in)capacidade de se fazer uma crítica séria e embasada  é abrangente àqueles que têm algo relevante a ser dito, independente de projeção profissional.

A grande arma do falso crítico é, como denominou Schopenhauer, a dialética erística, que se concentra em desqualificar o adversário para vencer um debate sem precisar ter razão ou sequer discutir o assunto proposto.  É o que vemos por aí quando se fala mais da pessoa do que da idéia, produzindo respostas baseadas unicamente em pressupostos sobre o caráter, a escolaridade, o nível cultural e, acredite, até a opção sexual da pessoa.

O fato é que a culpa não é unilateral. Por um lado estão muitos críticos ditos especializados, sentados em suas torres de marfim, ditando o que é in e o que é out, rebaixando artista e público a escravos de suas pretensões. Por outro, determinado nível de público que se utiliza apenas da própria “embocardia” mental para exercer seu direito de opinião, declarando guerra a quem ouse pensar diferente. Nesse badminton de vaidade, só quem perde é o público para o qual uma crítica é – oh! – apenas uma crítica. Dialogar, às vezes, deixa de ser um exercício filosófico para ser um exercício de autocontrole.

Como no dito popular, grandes mentes discutem idéias, mentes pequenas discutem pessoas.  Nesse contexto, acho interessante salientar um trecho de uma crônica de autoria de César Boschetti, na qual ele diz que “a crítica, se arrebatada e irrefletida, é simples bravata. Se maledicente e sem propósito, é mera calúnia. Se arrogante, apenas humilha e destrói. Se hipócrita, só confunde. Se fria e racional, torna-se tediosa. A crítica deve ser oportuna sem ser oportunista. Deve provocar, mas não ofender. Deve questionar ao invés de julgar. Deve ser inteligente, sem ser sábia. A crítica deve ter paixão para ser humana e indignar-se para ser autêntica. A crítica deve ser criança sem ser infantil e madura sem ser caduca.”

Fica cada vez mais difícil se posicionar ideologicamente sabendo que existe tanta intemperança, que acaba ocorrendo o que eu chamo de “hipolexia de rebote”, ou seja, o trabalho de manter uma discussão em um nível aceitável, sem cair em armadilhas manjadas, é tão grande, que às vezes é muito melhor ficar quieto para evitar uma úlcera. Até porque nunca devemos discutir com um incapaz, porque ele tende a levar tudo ao próprio nível para vencer por experiência. A esses, melhor seria se a invenção do professor Olavo fosse verdade.

1/12/2009

encontro Pró-AAESP (nota)

O Grupo Pró-AAESP, para reconstrução da Associação de Arte-Educadores do Estado de São Paulo, promove um encontro neste sábado, dia 5 de dezembro das 14h às 17h no Auditório Lupe Cotrim, da ECA, com transmissão por IPTV o que permite participação via internet.

Envio-lhes o convite virtual para participação e divulgação entre os alunos, os colegas, enfim todos que possam se beneficiar e colaborar.

Tema: Polivalência, Interdisciplinaridade e Interterritorialidade no Ensino da Arte.

INFORMAÇÕES E CONTATO: www.proaaesp.wordpress.com

endereço: www.iptv.usp.br

clicar 1: transmissões

clicar 2 : ao vivo

Para participar com questões: enviar mensagem para: proaaesp@hotmail.com

ECA: Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária – CEP 05508-020 – São Paulo – SP

30/11/2009

Café Espacial

Recebi a revista Café Espacial números 4 e 5 junto com o informativo Quarto Mundo número 3. As duas publicações formam uma combinação interessante, quase um diálogo proposital.

A Café Espacial é uma publicação de quadrinhos, arte, ilustração, literatura, fotografia e, acredito, qualquer coisa desde que ousada e interessante o suficiente.

O conto Contramão do Sergio Chaves, por exemplo, nos mostra que apesar dos blockbusters atuais, o fim do mundo pode sim ser um tema interessante. A revista ainda tem uma seção com resenhas musicais que, de uma vez só, conseguiu fomentar a minha curiosidade para conhecer umas 10 bandas das quais nunca tinha ouvido falar (culpa minha, sem dúvida).

Dos quadrinhos, o que mais gostei foi o F for Knife, de Biu e Shiko. “Entre sua janela e a do quinto andar ocorreu-lhe que Hulks são de Marte e Smurfs são de Vênus” é daquelas frases para virar tagline ou, um sendo pouco mais atual, um twitt. HQs, aliás, são o grande forte da revista. Propostas inteligentes e traços fantásticos.

Para não dizer que não falei de espinhos, achei as resenhas de cinema jornalísticas demais, muito didáticas. Acabam conflitando com o resto da revista. Não que tenha algo de errado em ser didático, apenas não me pareceu fazer parte da linguagem da publicação.

O informativo Quarto Mundo, também muito voltado para HQs, tem no número 3 uma que mistura fotografia com traço. É uma proposta interessante e um exercício importante de linguagem mas confesso que me causou a mesma estranheza que senti quando vi Waking Life, uma animação que usa a técnica de rotoscopia, ou seja, desenhada em cima de uma referência filmada.

A Café Espacial número 5 traz o ensaio O olhar cansado, de Luc de Sampaio, sobre o qual comento no podcast em que entrevistei o fotógrafo, de quem sou grande fã.

16/11/2009

Rádio UNESP

Entrevista do Eric Novello na Rádio UNESP (mp3).

5/11/2009

Alma e Sangue (nota)

Lançamento do livro Alma e Sangue, o Império dos vampiros, de Nazarethe Fonseca, editora Aleph.

Quinta, dia 12 de novembro, a partir das 19h,
na livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista.
Rua Treze de Maio, 1947, Paraíso, São Paulo/SP.

1/11/2009

notinha sobre funcionalidade

O Aguarrás ganhou nesta edição um recurso visual em sua navegação. Agora a capa em destaque não permanece mais sendo sempre a da edição atual e passa a mostrar a edição a que corresponde o artigo ou a lista de artigos em questão.

Aproveitamos para deixar aqui alguns links úteis para quem se interessa sobre o assunto:

Bug reports e comentários são bem-vindos.

15/10/2009

O Milagre do Santinho Desconfiado (nota)

A diretora Lucia Coelho comemora 40 anos dedicados ao teatro infantil com a estreia do premiado texto “O Milagre do Santinho Desconfiado” de Marília Gama Monteiro.

ESTREIA: dia 24 de outubro (sábado), às 16h30

LOCAL: CENTRO DE REFERÊNCIA CULTURA INFÂNCIA/TEATRO MUNICIPAL DO JOCKEY

Rua Mário Ribeiro, 410 / Gávea – entrada de automóveis (estacionamento gratuito)

Rua Bartolomeu Mitre, 1110 / Gávea – entrada de pedestres

Tel: 21 2540.9853

HORÁRIOS: sábado e domingo, às 16h30

DURAÇÃO: 55 min

INGRESSOS: R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 (meia entrada)

CAPACIDADE: 150 espectadores

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: livre, indicada para a partir de 05 anos

TEMPORADA: até 29 de novembro

O Milagre do Santinho Desconfiado, espetáculo infantil com texto de Marília Gama Monteiro, estréia dia 24 de outubro próximo no Teatro Municipal do Jockey. A direção é da “mestra” Lucia Coelho (comemorando 40 anos dedicados ao teatro infantil), que estará também em cena, ao lado de Marcelo Dias (Prêmio Zilka Salaberry de Melhor Ator de teatro para crianças em 2007 com O Ovo de Colombo, encenado também por Lúcia Coelho), Severa de Brito, André Costa e Pedro Maia.

Este texto foi vencedor do Concurso Nacional de Dramaturgia do então Serviço Nacional de Teatro / SNT (atual Funarte) em 1970. Com uma dramaturgia construída em versos, O Milagre do Santinho Desconfiado revive um momento marcante da história do Brasil: a abolição da escravatura.

SINOPSE

A peça fala da escravidão e dos anseios abolicionistas através do encontro de dois personagens: um menino negro, escravo, e um menino branco, o abolicionista Euzébio de Queiroz quando criança.

Quem conta a história é Pai João, preto velho, narrador/testemunha do período da escravidão no Brasil. Ele é uma alegoria do negro sofredor e humilde, o “escravo que não é gente, mas que espera a sua redenção como se fosse um milagre do seu santo de fé”.

A história é contada em flashback, com texto enxuto e narração rítmica – sua dramaturgia é construída em versos. A história é contada através de esquetes, como uma história em quadrinhos. O quadro final, com a presença da princesa Isabel, que decreta a lei Áurea, representa o milagre maior de pai João: a princesa, como um rei medieval, o nomeia “gente”.

A MONTAGEM – ENCONTRO DE LINGUAGENS

A peça começa com uma brincadeira proposta às crianças da platéia, quando todas são convidados a confeccionar barquinhos de papel – estes barquinhos serão direcionados para um agitado mar azul de pano, representando as centenas de navios negreiros que traziam os escravos para o Brasil.

Além do trabalho dos atores e da música especialmente composta por Marcelo Alonso Neves, a diretora lança mão de diferentes linguagens para contar esta história – o teatro de sombras, o teatro de bonecos e o teatro de brinquedo. O primeiro entra em cena mostrando os mistérios da floresta e seus animais, e os navios em travessia pelo mar. O teatro de brinquedo, montado diante do público, é formado por personagens de papel que, manipulados pelos atores, tomam o seu lugar durante parte da narrativa.

E a peça segue envolvendo a plateia numa onírica viagem de luzes, cores e muita música. Os quadros de Debret foram inspiração para a escolha das cores e criação das cenas da peça.

A preparação vocal dos atores é de Jorge Maia, os bonecos são de Michel Sousa e Juliana Werneck, a luz é de Jorginho de Carvalho, e cenário e figurino são de Carlos Alberto Nunes.

FICHA TÉCNICA

TEXTO: Marília Gama Monteiro

DIREÇAO: Lucia Coelho

ELENCO: GRUPO NAVEGANDO

Lúcia Coelho (Mãe preta)

Marcelo Dias (Pai João – o ator foi eleito o Melhor Ator e ganhou o Prêmio Zilka Salaberry de teatro para crianças em 2007 com O Ovo de Colombo, encenado por

Lúcia Coelho)

Severa de Brito (Mãe Branca)

André Costa (Zezé)

apresentando Pedro Maia (João/Tição)

CENÁRIO E FIGURINO: Carlos Alberto Nunes

ADEREÇOS E PINTURA DE ARTE: Nilton Katayama e Thieny Katayama

ASSESSORIA TEATRO DE SOMBRAS: Magda Modesto

MÚSICA: Marcelo Alonso Neves

BONECOS: Michel Sousa e Juliana Werneck

ILUMINAÇÃO: Jorginho de Carvalho

ASSESSORIA DE BONECOS: Magda Modesto

PREPARAÇÃO DE VOZ: Jorge Maia

PREPARAÇÃO DE CORPO: Marcelo Dias

FOTOGRAFIA: Mário Grisolli

PRODUÇÃO: Lucia Coelho, Marcelo Dias e Heloiza Quaresma

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Lena Brasil

ASSESSORIA DE IMPRENSA: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

5/10/2009

Pedregulho (nota)

Do dia 18 de Outubro de 2009 a 20 de Fevereiro de 2010, a CasaQuattro Comunicação, de Maria Baldan, vai reunir artistas plásticos, urbanistas, arquitetos, críticos, historiadores de arte e estética para a realização de quatro residências artísticas, grupos de estudos e mesa de debates no Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Moraes, mais conhecido como Pedregulho, projetado pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy. Todas as ações serão direcionadas a comunidade local e sem custo. Entre os principais envolvidos estão Jarbas Lopes, Marisa Flórido César e a Associação Chiq da Silva. Dessa experiência sairá um livro com um conteúdo significativo sobre questões atuais na relação entre a arte e a comunidade e será distribuído para todo o Brasil.

Pedregulho

O projeto de residência artística Pedregulho consiste na realização de quatro residências artísticas com promoção de atividades junto à comunidade do Conjunto Habitacional Prefeito Mendes de Moraes (mais conhecido como Pedregulho) acompanhadas de profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo, pesquisadores e/ou críticos de arte, história da arte e estética, e a elaboração de um livro com registros de todo o processo de vivência artística no complexo e seus desdobramentos.

Como instrumento de aproximação com o complexo e seus habitantes, a primeira fase do projeto será a realização de um Grupo de estudos aberto à comunidade, cujo objeto de observação será o projeto do Complexo, estudando-o a fundo em suas proposições ousadas, sua história e sua situação atual. O Grupo de estudos se reunirá ao longo de 2 dias consecutivos com carga horária estimada de 16 horas ao total, e deverão fazer parte todos os integrantes da Equipe do projeto (detalhada mais abaixo). Poderão ser chamados profissionais de arquitetura, urbanismo e áreas afins para integrarem o Grupo de estudos.

O que se pretende principalmente com a realização do projeto é lançar foco para a recuperação simbólica e estrutural deste edifício, símbolo de um período fundamental para a história política e cultural do país, a partir do qual traçamos vetores de problematização de questões culturais, sociais e econômicas, intrínsecas à utopia modernista.

30/9/2009

Alicia de Larrocha (nota)

Faleceu dia 26/09/2009 uma das maiores artistas de todos os tempos, Alicia de Larrocha, sobre quem já escrevi aqui.

Alicia foi uma das maiores artistas do século XX e começo do século XIX, seu repertório se entendia desde Scarlatti até Rachmaninov, embora sua mãozinha não se estendesse por mais do que uma oitava. Dona de um timbre único e inconfundível, agudos brilhantes e baixos poderosos, Alicia tinha pleno domínio do instrumento e uma personalidade musical que, embora fosse inventiva e rica, nunca perdia o senso de estilo ou a diferenciação das escolas estéticas. Scarlatti é Scarlatti, Mozart é Mozart, Chopin é Chopin e Rachmaninov é Rachmaninov.

Arrau, Horowitz & de Larrocha
Arrau, Horowitz & de Larrocha

Ao mesmo tempo era uma pessoa humilde, discreta e amável. Em uma entrevista de 1995, o repórter do New York Times conta que ela abafou o piano para não incomodar os vizinhos:

“Several thick rolls have been hidden beneath the sounding board of her Steinway grand — out of sight, but they do the job. I do not want to disturb the neighbors,” she said midway through a recent interview. Inspecting the old-fashioned coarse-hair material, she added: “I didn’t want them to complain. The very first day, a friend of mine put the stuff under the piano. I can practice very comfortably.”

Não há palavras para expressar essa perda. Tudo o que podemos é ouvir e nos maravilhar com o imenso legado que a Alicia nos deixou.

21/9/2009

Gestualidade na Cena Contemporânea

Companhia do Gesto realiza ciclo sobre a Gestualidade na Cena Contemporânea

Em sua passagem por São Paulo, após 15 anos, a Companhia do Gesto – em temporada com o espetáculo A MARGEM – realiza, de 5 a 26 de setembro, na UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA um Ciclo gratuito de quatro encontros sobre a Gestualidade na Cena Contemporânea.

O primeiro encontro, realizado dia 5 de setembro, contou com a presença de Álvaro Assad, diretor do espetáculo A Noite dos Palhaços Mudos, que falou sobre a tríade Teatro-Mímica-Humor ao lado de Luís Igreja, diretor da Companhia do Gesto. O bate-papo abordou os meios de pesquisa de cada diretor com foco no gesto em cena e as opções de usar ou não a palavra. Já Luís Igreja defendeu a ideia de que teatro gestual é teatro do ator vivo, com presença plena em cena, todo em alerta, pronto para o jogo do presente e para a resposta da plateia.

Dia 12 de setembro aconteceu o segundo encontro com a presença de Tiche Vianna e Ésio Magalhães, do Barracão de Teatro, de Campinas (SP). A atriz e diretora falou um pouco da história dela e de como chegou às máscaras (comédia dell’arte) e do processo como diretora e de criação do Barracão Teatro. Tiche também abordou de como um tema é suficiente para a constituição de uma dramaturgia que parte do encontro do corpo com o espaço e como a ação pode ser composta pelo diálogo entre movimento e pausa, som e silêncio. Para ela, o gesto na cena contemporânea tem seu lugar no espaço de encontro com o público.

Ésio, palhaço e ator, complementou falando que a máscara – e entenda-se também o nariz do palhaço como a menor de todas as máscaras – traz como técnica e ferramenta a cumplicidade com o público, puxa ele para dentro da cena, exige sua participação para comunicar. E falou da cena que se constrói a partir dessa relação, que exige do ator agir e reagir no presente, no instante em que a cena se faz.

Os próximos encontros acontecem nos dias 19 e 26 de setembro, sempre aos sábados, às 19 horas, na UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA. Antônio Januzelli e Henrique Schafer, da Universidade de São Paulo (USP) são os convidados do dia 19 de setembro e Ana Achcar, do Rio de Janeiro e Kil Abreu, de São Paulo falam com o público no dia 26.

PROGRAMAÇÃO

19 de setembro, sábado, às 19 horas

Antônio Januzelli e Henrique Schafer – Universidade de São Paulo/ SP

Como tocar aquele que vê? Com esse mote o diretor Antônio Januzelli e o ator Henrique Schafer falam sobre o trabalho para atingir a presença cênica através de uma escuta delicada e contínua da respiração, dos poros, dos músculos e dos órgãos.

Antonio Januzelli é ator, diretor, professor e pesquisador. Doutor em Teatro pela Universidade de São Paulo e coordenador do Lince – Laboratório do Ator do Departamento de Artes Cênicas, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e representante do Depto. de Artes Cênicas da ECA na AIEST – Asociación Iberoamericana de Escuelas Superiores de Teatro.

Henrique Schafer é graduado em Licenciatura em Artes Cênicas na Universidade de São Paulo. Em São Paulo, há mais de 15 anos, coordena projetos pedagógicos de teatro em instituições diversas, inclusive como professor e diretor. Foi indicado em 2005 para o Prêmio Shell, como ator, por sua atuação no monólogo O Porco.

26 de setembro, sábado, às 19 horas

Ana Achcar – Rio de Janeiro/ RJ e Kil Abreu – São Paulo/ SP

Doutora em Teatro com tese que trata da formação do palhaço de hospital e professora de Interpretação da Escola de Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, onde ministra cursos de jogo da máscara e jogo do palhaço, Ana Achcar é também coordenadora do Programa Enfermaria do Riso, que forma estudantes de Teatro para atuarem como palhaços em hospitais.

No encontro, Ana aborda o exercício da relação entre riso e corpo na formação do ator/palhaço hoje. A ação, espaço e tempo, o objeto, a palavra, e como se constroem na perspectiva do jogo da máscara do palhaço e do lugar que o corpo do ator assume na experiência do risível e no deslocamento de limites da cena contemporânea.

Jornalista e crítico, Kil Abreu é pesquisador de teatro e pós-graduado em Artes pela Universidade de São Paulo (USP). Foi curador do Festival de Teatro de Curitiba, crítico do jornal Folha de São Paulo e Diretor do Departamento de Teatros da Secretaria Municipal de Cultura/SP. Atualmente compõe o júri do Prêmio Shell de São Paulo. No Ciclo , Kil aborda a especialização da mão de obra e os redimensionamentos que a criação artística está passando pautados no rigor dos meios expressivos.

Para Roteiro:

GESTUALIDADE NA CENA CONTEMPORÂNEA – Dias 5, 12, 19 e 26 de setembro, sábados, às 19 horas, no Espaço Décimo Primeiro andar da UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA. Direção Geral – Luís Igreja. Direção de Produção e Coordenação do Ciclo– Ana Carina. Convidados – Álvaro Assad, Tiche Vianna, Ésio Magalhães, Antonio Januzelli, Henrique Schafer, Ana Achcar e Kil Abreu. Duração – 90 minutos. Recomendável para maiores de 14 anos. GRÁTIS. Retirada de ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria.

UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA – Avenida Paulista, 119 – Estação Brigadeiro – Fone: (11) 3179-3700. Acesso para deficientes físicos. Bilheteria – De terça a sexta das 9 às 22 horas e sábados, domingos e feriados das 10 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades do SESC). Capacidade do Espaço Décimo Primeiro Andar – 50 lugares. www.sescsp.org.br

31/8/2009

Curso de roteiro com Octavio Cariello

Cariello Roteiro
Curso de Roteiro para Histórias em Quadrinhos no Espaço Cultural Terracota

Octavio Cariello já atuou nas grandes editoras de quadrinhos do mundo e neste curso ele apresentará a estrutura do roteiro para HQs segundo os padrões das maiores, permitindo que os interessados, desenhistas ou não, possam dominar este gênero que vem ganhando cada vez mais mercado no Brasil. Entre os assuntos abrodados estão: criação de personagens, elaboração de universos, elementos das narrativas gráficas, elaboração de projetos, entre outros.
O curso tem início em 16 de Setembro de 2009 e é certificado pela Universidade Cruzeiro do Sul
Dia e horário: quartas, das 19h30 às 22h30.

Matrículas e dúvidas no email contato@terracotaeditora.com.br
ou pelo telefone 11-2645-0549

http://www.terracotaeditora.com.br

Espaço Cultural Terracota – Av. Lins de Vasconcelos, 1886 – Vila Mariana – São Paulo/SP

30/8/2009

podcast do Aguarrás

É com grande prazer que anuncio a criação do podcast do Aguarrás.

Podcast é um arquivo de áudio. Está sendo chamado de “rádio na web” mas este me parece um conceito estranho, já que o rádio pressupõe uma programação cheia e linear. Independente de questões filosóficas sobre o podcast, podemos resumir como “áudio”.

O podcast do Aguarrás entra no ar ainda em setembro e o primeiro convidado é o artista plástico, fotógrafo e designer Danilo Salvego. A periodicidade é quinzenal e o arquivo de áudio pode ser reproduzido livremente desde que sem qualquer alteração ou edição e com um link para o podcast.

Desde já agradecemos a divulgação!

28/6/2009

dia mundial do Rock

A Livraria Cultura convida você para comemorar o Dia Mundial do Rock (more…)

22/4/2009

Tripalium

Tripalium (more…)

2/4/2009

Luiz Costa Lima

Luiz Costa Lima lança
O controle do imaginário & a afirmação do romance (more…)

28/3/2009

Ana Vitória Mussi

Ana Vitória Mussi
Mergulho na imagem
abertura: 31 de março de 2009, de 19 às 22h.
Galeria Tempo
Av. Atlântica 1782 – loja E – Copacabana (RJ/RJ)
Tel (21) 2266-4588 (more…)

6/3/2009

Paradigmas

Paradigmas

A Tarja Editorial convida para o lançamento de

Paradigmas – volume 1
Sexta-feira, 20 de março de 2009, 18:30h
Bardo Batata – gastronomia e cultura
Rua Bela Cintra, 1333 – Jardins
São Paulo / SP – (11) 3068-9852

Autores: Ana Cristina Rodrigues, Bruno Cobbi, Camila Fernandes, Cristina Lasaitis, Eric Novello, Jacques Barcia, Leonardo Pezzella Vieira, M. D. Amado, Maria Helena Bandeira, Osíris Reis, Richard Diegues, Roberta Nunes, Romeu Martins.

4/3/2009

Oficina de criação literária

Os amigos e colaboradores do Aguarrás Alexandre Faria e Oswaldo Martins vão lecionar uma oficina de criação literária no Rio de Janeiro.

Shopping Nova América, na Livraria Nobel. Tem metrô do lado.

Sábados, de 10 às 13h, a partir de 21 de março.

(21) 8823.4513 / 8143.8622

Oficina de criação literária

Não perca!

21/2/2009

2º FC do B

2º edição do Concurso Literário FC do B – Panorama 2008/2009.

O projeto FC DO B tem o propósito de promover a literatura através do incentivo aos escritores, além de ajudar a difundir e renovar a Ficção Científica nacional.

A edição passada do concurso recebeu mais de duzentos trabalhos de todo o país e do exterior, resultando numa coletânea com diversidade temática e de surpreendente qualidade.

Para participar e para maiores informações, visite o site do concurso: http://www.fcdob.com

9/12/2008

Manifestações 3

O vernissage da exposição Manifestações 3 será no dia 11 próximo, quinta-feira, de 19 às 23h, no MuBE.

A exposição vai de 12 de dezembro de 2008 a 11 de janeiro de 2009 e conta com o trabalho de vários alunos/escultores, inclusive da Clarissa Von Uhlendorff.

Não perca, vai ficar pouco tempo.

2/11/2008

edição 16

Sobre a capa da edição 16 (ano 3) do Aguarrás (more…)

15/10/2008

Michelangelo no MuBE

O cartaz na entrada da exposição de Michelangelo no MuBE diz que se trata de uma mostra didática.

Didática it is.

Indo de uma em uma por cada reprodução em gesso das obras do artista, chega-se às suas principais características. (more…)

10/10/2008

Meio Ambiente leva jornalistas e educomunicadores ao SESC-Vila Mariana

Como se comportam os jornais brasileiros frente ao tema das mudanças globais? Que estratégias de comunicação vem o governo adotando no tratamento dos conflitos que envolvem o meio ambiente? Existe, no Brasil, uma política de educação ambiental? Os investimentos do setor privado têm compensado suas contribuições para a acirrramento dos problemas ambientais? Que papel cabe, nesse contexto, às ONGs, ao Terceiro Setor e ao sistema formal de ensino? O que é “stress ecológico” e como as crianças e adolescentes se envolvem na luta pela preservação da natureza? (more…)

cursos gratuitos

Estão abertas inscrições para cursos gratuitos de teatro, contador de histórias e oficinas de criatividade. vagas limitadas.

As atividades integram a segunda fase da programação de capacitação de professores da Cenapec – Biblioteca Adir Gigliotti como Ponto de Cultura, também aberta à comunidade em geral. Inscrições terminam no dia 13/10. (more…)

29/9/2008

Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2007

Tarja Editorial e Bardo Batata convidam para o lançamento do livro

Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2007

Sábado, 4 de outubro de 2008 – 18h às 21h

Bardo Batata – gastronomia e cultura
Rua Bela Cintra, 1333 – Jardins
São Paulo
(11) 3068-9852

22/9/2008

Docente Doutor UNESC

Saiu o Edital do Processo Seletivo para Docente Doutor na Área de Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC (formato PDF).

Secretaria do PPGE/UNESC
Universidade do Extremo Sul Catarinense
Av. Universitária, 1105 – Bairro Universitário
C.P. 3167 – CEP: 88806-000 – Criciúma – SC
Fone : +55 48 3431-2500 /  +55 48 3431-2502

17/9/2008

Ficção Científica no Século XXI: Ainda é Possível?

Entre os dias 20 e 21 de setembro, o Itaú Cultural dá início à segunda edição do programa bienal Invisibilidades, este ano com o tema Ficção Científica no Século XXI: Ainda é Possível?, com curadoria de Fábio Fernandes. O encontro debate as possibilidades da ficção científica, dada a velocidade dos avanços e novidades da ciência e da tecnologia neste novo século.

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1/8/2008

Geraldo Marcolini e Sidney Philocreon

Geraldo Marcolini e Sidney Philocreon

amarelonegro arte contemporânea

4 a 30 de agosto de 2008
Segunda a sexta das 11 às 19h, sábado das 11 às 16h.

Rua Viscode de Pirajá, 111 loja 6
Ipanema
Rio de Janeiro RJ
Tel (21) 2247-3086

1/7/2008

Workshop com Jorge Mautner

Casa da Gávea – cineclube promove

“Workshop com Jorge Mautner” / segundo encontro

Ingressos: R$20,00 e R$15,00 (sócios do Cineclube da Casa da Gávea)

Nesta terça, 01 de julho, às 20h

Jorge Mautner exibe e comenta “Jeca Tatu”, de Mazzaropi

Duração de 95 minutos

Gênero – Comédia – Preto e Branco

Ano: 1959

Sinopse

Jeca é um roceiro preguiçoso de dar dó, mas esta preguiça está com os dias contados, pois seu ranchinho esta ameaçado pela ganância de um latifundiário sem coração. Agora ele vai usar todo seu jeito matreiro para conseguir seu cantinho de terra.

Um clássico da filmografia de Mazzaropi. Às vezes engraçado, em outros momentos de uma beleza tocante, ele trata com muita singeleza a figura do homem do campo e a questão da reforma agrária neste filme que é uma declarada homenagem de Mazzaropi ao seu conterrâneo Monteiro Lobato.

www.casadagavea.org.br

Praça Santos Dumont, 116 sobrado – Gávea

Rio de Janeiro – RJ

Tel.: 21 2239-3511 / 21 2512-4862

24/6/2008

Fragments

Centro Cultural Banco do Brasil apresenta

“Fragments”

companhia de Peter Brook apresenta no CCBB quatro textos de Samuel Beckett legendados em português, em curta temporada de uma semana

ESTRÉIA: dia 26 de junho (5a f), às 19h30

LOCAL: Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil

- Rua Primeiro de Março, 66 / Centro  Tel: 21 3808-2020

HORÁRIOS: de 5a a domingo, às   19h30           DURAÇÃO: 60 min.

IDIOMA: inglês com legenda em português.

INGRESSOS: R$10,00 e R$5,00 (meia entrada)             CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 12 anos

CURTA TEMPORADA: somente uma semana, de 26 a 29 de junho (more…)

23/6/2008

Milan Alram

A Galeria Tempo e a Casa do Saber convidam para a abertura da exposição de Milan Alram

Um Rio que passou…

Quarta-feira, dia 25 de junho, a partir de 19h.

Milan Alram, francês por nascimento e carioca por adoção, se notabilizou como fotógrafo na área de publicidade durante os anos de 1950 a 1970, criando expressivas imagens para as mais destacadas marcas nacionais e estrangeiras, como Coca-Cola, GE, L’Oreal, Air France, Esso.

A exposição que a Galeria Tempo e a Casa do Saber apresentam revela, no entanto, um outro olhar do fotógrafo: um Rio de Janeiro fincado no tempo – nos anos de 1950 e 1960 – com sua geografia exuberante, sua arquitetura elegante e um clima intimista que a cidade mantinha com sua gente – como a garota de Ipanema Helô Pinheiro, que posa na praia quando ainda não estava imortalizada por Tom Jobim e Vinicius de Moraes. É esse Rio fotogênico que estará em foco.

Às 20h, o historiador da Biblioteca Nacional e especialista em fotografia Joaquim Marçal falará sobre a trajetória da fotografia publicitária, contando com a presença de Milan Alram e exibindo suas imagens mais notórias. O encontro analisará o percurso que vai do uso do desenho à foto colorida nos anúncios publicitários, com projeção de imagens de propagandas da época, veiculados em revistas como O Cruzeiro e Manchete.

Milan Alram nasceu em Paris, em 1926, e veio aos 12 anos para o Brasil, com sua família. No Rio de Janeiro, estudou no Liceu Franco Brasileiro e, mais tarde, interessado em fotografia, participou das reuniões organizadas pelo Foto Clube Brasileiro, onde conheceu Hermínia e João Nogueira Borges, José Oiticica Filho, Chakib Jabor, entre outros fotógrafos. Trabalhou em diversas empresas e em 1949 começou a fotografar profissionalmente, fazendo fotografia industrial e publicitária. Foi um dos pioneiros da fotografia colorida na publicidade brasileira. Além de prestar serviços para as principais agências de propaganda, como J. W. Thompson, McCann Erickson, Grant Advertising e Standard, trabalhou para a Light por 16 anos consecutivos. Em 1967 voltou para a França com mulher e filhos, onde permaneceu até 1974, dando continuidade às suas atividades de fotógrafo publicitário. De volta ao Brasil, começou a atender aos crescentes pedidos de colegas, que revelavam seus filmes no laboratório particular de Milan. Em 1982 abriu o Kronokroma, laboratório fotográfico profissional, para atender os fotógrafos cariocas.

Joaquim Marçal é bacharel em Desenho industrial pela Escola Superior de Desenho Industrial da Uerj, mestre em Design pela PUC-Rio e doutorando em História Social pelo IFCS/UFRJ. É professor adjunto de fotografia do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio e pesquisador da Biblioteca Nacional, onde coordenou o projeto de resgate da coleção de fotografias de D. Pedro II, hoje inscrita no programa Memória do Mundo, da Unesco. Autor de História da fotorreportagem no Brasil – a fotografia na imprensa do Rio de Janeiro de 1839 a 1900.

Todas as obras da exposição estarão à venda.

Dia/horário
25 de junho de 2008 – Quarta-feira / 19h

Valor
Evento gratuito

Faça a sua reserva pelo telefone 2227-2237.
Vagas limitadas.

19/6/2008

Claudia Bakker

Goiaba \
Goiaba “Solaris/Barbarella”, foto de Tarso Ghelli

Galeria | ARTE EM DOBRO | RJ

a partir da primavera noturna | CLAUDIA BAKKER | exposição individual

Antes de partir para Portugal, onde fará sua primeira exposição internacional individual, a artista plástica carioca Claudia Bakker apresentará, a partir de 26 de junho, quinta-feira, na galeria Arte em Dobro, no Leblon, a exposição “A partir da primavera noturna”.

No total são 26 novos trabalhos que reúnem desenhos feitos com linha, objetos de tecidos e fotografia.

Claudia Bakker

Artista plástica residente no Rio de Janeiro, Claudia tem formaçao no Parque Lage e na Escola de Comunicaçao da UFRJ, onde fez Mestrado em Comunicação e Tecnologia da imagem (2001). Pioneira no Brasil em instalaçoes ao ar livre e efêmeras, trabalha sobre a metáfora do tempo e da cor no espaço. Desde 1994 realiza instalaçoes em diversas instituiçoes, como o Museu do Açude, Fundaçao Eva Klabin, Casa França Brasil,Paço Imperial e outros. A partir das instalações, desenvolve projetos com a fotografia, em que o registro das mesmas se transforma em outro trabalho. Dentre as várias mostras que participou,destacam-se a Coleção de Gilberto Chateaubriand no MAM, o Projeto Respiração na Fundação Eva Klabin, além de projetos no Oi Futuro e recentemente no Winzavod Center of Contemporary art em Moscow.

Saiba mais: www.claudiabakker.com.br

Galeria Arte em Dobro

Rua Dias Ferreira, 417 – 2º piso . Leblon . Telefones: 22591952 e 22948284

Abertura : dia 26 de junho, quinta-feira, às 19h
Exposição : de Segunda a Sexta, das 12h às 18h. Sábados das 10h às 14h.
até 26 de Julho, Sábado

Censura Livre | Entrada Franca

17/6/2008

Uma geral no Festlip

O Rio de Janeiro foi palco, entre os dias 4 e 15 de junho, da 1ª edição do FESTLIP – Festival de Teatro da Língua Portuguesa. Evento produzido pela Talu Produções, que reuniu grupos de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal e Brasil.
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10/6/2008

Salão fotográfico nu artístico 2008

Casa da Glória
Salão fotográfico nu artístico 2008

Salão fotográfico nu artístico 2008

13 de junho de 2008 (sexta-feira)
20 horas
Ladeira da Glória, 98 (ao lado da igreja do Outeiro) – Estacionamento com segurança
Contato: Rubber Seabra – 9629-0983

22/5/2008

FESTLIP

FESTIVAL DE TEATRO DA LÍNGUA PORTUGUESA
– FESTLIP –

Produzido pela Talu Produções, o evento reúne grupos de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal e Brasil e promove o intercâmbio cultural com exposição, oficinas teatrais, palestras, leitura dramatizada, mostra gastronômica e musical.

Em junho, o Rio de Janeiro será palco da 1ª edição do FESTLIP – Festival de Teatro da Língua Portuguesa (www.festlip.com). De 4 a 15 de junho, grupos de teatro de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal e Brasil se apresentam no circuito SESC-Rio. Ao todo são 10 companhias, duas de cada país participante, e no final da temporada o público vai eleger o grupo revelação do FESTLIP. Paralelamente à programação teatral, o Festival também realiza oficinas de teatro, palestras, exposição no Espaço SESC, além de uma programação musical no Circo Voador, na Lapa, e uma mostra gastronômica no restaurante 00, na Gávea.

Inédito, o evento é produzido pela Talu Produções, sob direção artística da atriz e produtora Tânia Pires, e tem o objetivo de enriquecer as características comuns aos diversos grupos, além de promover o intercâmbio cultural dos países participantes. “O nosso objetivo é celebrar a riqueza e a diversidade teatral dos países lusófonos através do teatro, arte mais primitiva da expressão cultural”, avalia Tânia Pires.

O FESTLIP conta com o apoio de FURNAS, Aker Solutions, Ministério da Cultura, Rede SESC-Rio, Instituto Camões, todas as Embaixadas dos países participantes, e Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) e tem o público estimado em 12 mil pessoas, que terão acesso a ingressos com preços populares durante todo o festival.

FESTLIP – A PROGRAMAÇÃO

A programação do FESTLIP começa no dia 4 de junho com uma cerimônia oficial de abertura no Teatro SESC-Ginástico. No dia seguinte, 5 de junho, é inaugurada a exposição “O Teatro no Brasil e a chegada da Família Real”, no Espaço SESC, com curadoria de Álvaro de Sá. A mostra é composta por gravuras e ambientação cênica e vai traçar um breve painel do teatro no Brasil no século XVIII, com suas casas de ópera e sua transformação a partir da chegada da família Real em 1808.

Oficinas com diretores brasileiros renomados como Moacyr Góes, Sérgio Ferrara e Gilberto Gawronski serão realizadas para os atores participantes, contemplando a experiência desses encenadores em trabalhar a criação cênica com atores de diversas nacionalidades. As oficinas serão abertas para espectadores estudantes de teatro e demais interessados. Ao final do ciclo de oficinas uma leitura dramatizada dirigida por Sérgio Ferrara vai apresentar o texto teatral vencedor do “Prêmio Luso-brasileiro de dramaturgia Antônio José da Silva”, de 2007, organizado pela FUNARTE e pelo Instituto Camões de Portugal. As palestras ficam a cargo do dramaturgo e jornalista brasileiro Alcione Araújo, da escritora e jornalista moçambicana Rosa Langa e do ator, diretor e produtor teatral Eduardo Cabús.

Durante os 12 dias de atividades, o FESTLIP também realiza nos sábados dias 7 e 14 de junho, uma festa no Circo Voador, reunindo músicos de todos os países participantes: Mário Lúcio de Cabo Verde, Trio Vikeya de Angola, José Mucavele de Moçambique e Vivianne Tosto, Macau e Sandra de Sá representando o Brasil. A festa que contará com a presença dos atores do FESTLIP, será aberto ao público, com entrada franca, e contará com a apresentação do DJ português Señor Pelota para encerrar a noite.

Para complementar as atividades paralelas, o FESTLIP também terá uma Mostra Gourmet, no Restaurante 00. O chef Ray Cardoso assina o cardápio inspirado na culinária típica de cada país participante.

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14/5/2008

A Mancha Roxa estréia nova temporada no Teatro Augusta

Comemorando 20 anos de sua criação, a peça de Plínio Marcos entra em cartaz em maio

A Mancha Roxa estréia nova temporada no Teatro Augusta Encenada pelo grupo Disritmia Cênica, A Mancha Roxa estréia sua 3ª temporada, dia 7 de maio, quarta-feira, no Teatro Augusta. Dirigida por Alexandra da Matta e encenada por sete jovens atrizes, a peça conta a história de seis mulheres que descobrem ter o vírus HIV, doença predominantemente masculina na época (anos 80) e conhecida como “mancha roxa”, ou apenas “roxa”.

O autor Plínio Marcos com toda sua ousadia denuncia um país onde a vida humana e a saúde pública são tratadas com descaso, retratando com extrema força e crueza as relações de opressão, rejeição, violência, solidariedade e rebeldia, de mulheres em situação limite. Uma realidade da época, porém não tão distante dos dias de hoje.

Em cartaz até 26 de junho, todas as quartas e quintas-feiras, às 21h, no Teatro Augusta, A Mancha Roxa celebra os 20 anos da peça, escrita em 1988 por Plínio Marcos. Também se iniciam as comemorações em homenagem aos dez anos da morte do autor, que acontece no próximo ano.

Mais informações pelo telefone (11) 3151-4141.

Sobre o Disritmia Cênica
Criado em 2005, o grupo Disritmia Cênica é formado por atores do Instituto de Arte e Ciência – INDAC (Escola profissionalizante de atores há mais de 20 anos empenhada com o ensino e a pesquisa teatral). Funcionando como um núcleo de estudos, o grupo se reúne semanalmente para leituras e exercícios teatrais. Suas peças estão sempre em busca de um teatro contemporâneo.

Sobre o autor
Um dos maiores poetas do teatro brasileiro, Plínio Marcos tem em seu tema predileto a marginália. Entre seus trabalhos, estão “Madame Blavatsky”, “Jesus Homem”, “Balada de Um Palhaço”, “Dois Perdidos numa noite suja”, “Abajur Lilás” e “Navalha na Carne”.

Informações: A Mancha Roxa, de Plínio Marcos. Drama. Em um presídio feminino, seis encarceradas sentem o drama de serem portadoras do vírus HIV, cujo nome popular nos anos 80 era justamente “a mancha roxa”. Com Grupo Disritmia Cênica. Dir: Alexandra de Matta. (45min). 16 anos. Teatro Augusta Sl. Experimental (R. Augusta, 943 – Cerqueira César-SP – Tel: 3151-4141); www.teatroaugusta.com.br ; Quartas e quintas, às 21h. Estréia 07/05 até 26/06.

Palestras simultâneas sobre pedagogia logosófica

No dia 16 de maio, sexta-feira, às 20h, a Fundação Logosófica promove o VI Encontro Nacional dos Docentes de Escolas Logosóficas (Endel), em Belo Horizonte, com a reunião de 464 especialistas dos Colégios Logosóficos. Além disso, para propagar os ensinamentos do educador Carlos Bernardo González Pecotche, estão programadas palestras gratuitas e abertas ao público, no mesmo dia e horário, em Brasília, Chapecó, Goiânia, Rio de Janeiro e Uberlândia. No Rio, os interessados podem conhecer a pedagogia logosófica na r. General Polidoro 36, Botafogo. Informações e inscrições: (21) 2543-1138 ou acesse www.colegiologosofico.com.br

Serviço
VI Encontro Nacional de Docentes em Escolas Logosóficas – ENDEL

Encontro em Belo Horizonte e palestras simultâneas em Brasília, Chapecó, Goiânia, Rio de Janeiro e Uberlândia.

Tema: A Pedagogia Logosófica

Data:16 de maio de 2008

Horário: das 20h às 21h15

Endereço: r. General Polidoro 36, Botafogo (próximo à estação de metrô)

Informações e inscrições: (21) 2543-1138 ou acesse www.colegiologosofico.com.br

8/5/2008

Cosmologia do impreciso

Cosmologia do impreciso

Dia 17 de maio – no Bar do Ernesto, 41, a partir das 20:30, com direito a chorinho e samba. Não perca!

A Editora 7Letras e o Bar do Ernesto convidam para o lançamento do livro

COSMOLOGIA DO IMPRECISO

de Oswaldo Martins

sábado, 17 de maio
a partir das 20h30

Bar do Ernesto
Largo da Lapa, 41, Centro

5/5/2008

Na catraca

30/4/2008

Fundação Logosófica recebe inscrições para concurso literário

Fundação Logosófica recebe inscrições para concurso literário

A Fundação Logosófica promove concurso literário com o tema: “A arte de ensinar e a arte de aprender”. Os trabalhos serão avaliados em duas categorias: educadores e estudantes universitários. Os participantes devem escrever o texto com elementos abordados na bibliografia indicada no regulamento. Distribuídos aos três primeiros lugares em cada categoria, os prêmios somam a quantia de R$ 34 mil. Os trabalhos podem ser enviados até 30 de junho.

15/4/2008

SOBRE “ABISMO ANHUMAS”

SOBRE “ABISMO ANHUMAS”

Numerosas gotas chovem onde estou… e não me molho
Conto os pingos e a soma é  seca
Não é a chuva soma de seus pingos, suor de nuvens
Uma gota apenas, é pouca coisa ou não
É um lago inteiro, é uma explosão de gotículas suspensas
Desmembrando o discreto, explodindo o unido, somando pingos no transfinito me engajo
Constato que estas operações implicam mudanças de estado, delas e de nós
Fazem sons, alteram a percepção
Faz calor e da amarrotada roupa dispo-me
Nu, passo a ferro dobras e vincos…
da minha pele transpiro um sem número de gotas, chovo-me.

Vou a sala ao lado, nua ou apenas vestida de portas,  janelas, quadros
Nela chovem todas as gotas e mesmo assim ela está seca
Não há na sala escoamento, e mesmo assim não transborda
Eu no entanto, transbordo, transpiro a sala chove-se.

Dois
metálicos lacrimários
desconta gotas
uma a uma se juntando em uma só flor
agouro divinatório
unidade improvável, um pingos .

Tunga, 2008

Exposição Abismo Anhumas, Marta Jourdan
17 de abril a 17 de maio 2008Galeria Mercedes Viegas
rua joão borges, 86   gávea   rio de janeiro   tel/fax  21  22944305
galeria@mercedesviegas.com.br
www.mercedesviegas.com.br

27/3/2008

Companhia do Gesto

Abril de oficinas Companhia do Gesto

Local: Espaço Café Cultural

Rua São Clemente 409 – Botafogo

Bate-papo: quinta, 27 de março, 20h30, no Foyer do Café Cultural.

Abril de oficinas Companhia do Gesto

OFICINA Teatro Gestual

com Luís Igreja

- 1o módulo – de 01 a 12 de abril.Máscaras (Neutra, abstrata, psicológica e meia-máscara)

3as e 5as de 9h às 13h (dias 01, 03, 08 e 10 de abril)

AULA SÁBADO: dia 12 de abril – de 9h às 13h

Carga horária 20h

Investimento 1o módulo: R$ 200,00

- 2o módulo – de 17 a 29 de abril

Clown

3as e 5as de 9h às 13h (dias 17, 22, 24 e 29 de abril)

AULA SÁBADO: dia 26 de abril – de 9h às 13h

Carga horária 20h

Investimento 2o módulo: R$ 200,00

(Inscrições 1o módulo + 2o módulo = R$ 320,00)

————————————————

OFICINA Voz e Musicalização

com Isadora Medella

- 1o Módulo – de 02 a 14 de abril

A voz

2as. e 4as. de 9h às 13h

Carga horária 16h

Investimento: R$ 200,00

- 2o Módulo – de 16 a 30 de abril

(não haverá aula segunda, dia 21 de abril)

Voz e Musicalização

2as. e 4as. de 9h às 13h

Carga horária 16h

Investimento: R$ 200,00

(Inscrições 1o módulo + 2o módulo = R$ 320,00)

————————————————

(Inscrições: 1o + 2o módulos da Oficina Teatro Gestual + 1o + 2o módulos da Oficina Voz e Musicalização = R$ 500,00)

Informações e inscrições: Anacris Monteiro

Zucca Produções

(21) 2556-5265

www. rireviver.com.br

www.zuccanet.com.br

23/3/2008

Cybèle Varela

Cybèle Varela

Com o patrocínio do

Ministério Italiano dos Bens e Atividades Culturais
Direção Geral para os bens literários e dos institutos culturais – DGBLIC

Instituto Nacional de Estudos Romanos – Onlus

Academia Angélica Costantiniana

CYBELE VARELA

AD SIDERA, per ATHANASIUS KIRCHER

Cybèle Varela

Uma exposição para recordar a figura poliédrica de Athanasius Kircher,
no mesmo lugar aonde há quatro séculos surgia o Museu do Mundo

8 de marzo a 10 de abril de 2008

Roma, “Sala Crociera” no Colégio Romano
Via do Colégio Romano, 27

Cybèle Varela expõe em Roma, Itália, na monumental e histórica “Sala Crociera”, no Collegio Romano, fundado pelos jesuítas no século XVII.  A exposição, intitulada AD SIDERA, per Athanasius Kircher, é realizada com o patrocínio do Ministério Italiano dos Bens Literários e Atividades Culturais, do Instituto Nacional de Estudos Romanos e da Academia Angélica Costantiniana.

A mostra
A exposição foi concebida e curada por Cybèle Varela com o objetivo de prestar homenagem ao celebre Padre Athanasius Kircher, de origem alemã, que fundou, naquele local, o chamado “Museu do Mundo”, museu este que se tornou uma etapa obrigatória durante a estadia daqueles que, na época baroca, visitavam a Cidade Eterna.  Considerado como o ultimo dos eruditos universais, Kircher, que falava dezesseis idiomas, dedicou-se ao estudo de, entre outros, egiptologia, geologia, medicina, musica e matemática.
A mostra de Cybèle, inaugurada em 7 de março, restará aberta ao público até 10 de abril.  Nela a artista apresenta cerca de 20 trabalhos, grande parte deles criados exclusivamente para a exposição, incluindo pinturas, fotografias digitais, livros, bem como uma cópia reformulada de um obelisco criado por Kircher e dedicado a rainha Cristina, da Suécia e, logo após, ao papa Clemente IX.  Faz igualmente parte da exposição uma instalação apresentada com um fundo musical do compositor alemão Peter Pannke.

O catalogo
O evento é documentado por um catálogo de 96 paginas publicado pela editora romana Gangemi. O livro reproduz os trabalhos apresentados e contém a introdução de Maurizio Fallace e de Peter-Hans Kolvenbach S.J, bem como textos dos seguintes autores: Paolo Portoghesi, Eugenio Lo Sardo, Francesco Sisinni, Alessandro Orlandi, Mauro Giancaspro, Enrico Salvatore Anselmi e Ariane Varela Braga.

Informaçoes
Artista: Cybèle Varela
Titolo mostra: Ad Sidera, per Athanasius Kircher
Abertura: 7 de marzo de 2008
Encerramento: 10 de abril de 2008
Local: Sala Crociera, Collegio Romano – via del Collegio Romano, 27  – 00186 Roma – Italia
website: www.cybelevarela.com

4/3/2008

O Eterno Feminino

O Eterno Feminino
exposição fotográfica

O Eterno Feminino

10 de março a 3 de maio de 2008

Segunda a sexta, de 9 às 13h / 14 às 18h
Sábados de 9 às 13h

Galeria Fotoativa
Praça das Mercês, 19
Comércio
Belém
Pará

Seis por 6

Seis por 6

Seis por 6

exposição até 22 de março de 2008
Galeria Graça Landeira – Unama
Av. Alcindo Cacela, 287 – Umarizal
Cep 66.06.902 Belém/Pará

http://www.unama.br/

(91) 4009-3148

19/2/2008

Frestas

Exposição Frestas na Galeria Theodoro Braga

Galeria Theodoro Braga
Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves
Av Gentil Bittencourt, 650 – Subsolo do prédio do Centur

Frestas

Contatos:
GEORGE VENTURIERI
Gerente da Galeria Theodoro Braga
Fones: (091) 3202 4313
Fax: (091) 3202 4351
Email: gtb@fcptn.pa.gov.br
Site: www.fcptn.pa.gov.br
segunda à sexta, de 08h30 às 12h30 e 14h30 às 18h

16/2/2008

ERES KIGAL – esculturas

Reestréia em Nova Iguaçu

Reestréia em Nova Iguaçu: ERES_KIGAL - esculturas

ERES KIGAL – esculturas

Cia. Teatro da Transcendência

Texto e Direção de Camila Diehl

com Wendell Soares, Vinícius Mochizuki, Átila Bezerra, Lucas Valentim

sábados e domingos, 20h

dias 16, 17, 23 e 24 de fevereiro/2008

ESPAÇO CULTURAL SYLVIO MONTEIRO

Rua Getúlio Vargas, 51 – Centro – Nova Iguaçu / RJ – Tel. 21 2667-2157)

70 minutos | 150 lugares | R$10 (inteira) e R$5 (meia)

Classificação: 18 anos

14/2/2008

Daniel Cruz

Presenças - Daniel Cruz

Exibição Presenças
Daniel Cruz
Segunda, 18 de fevereiro de 2008, 20h
Espaço cultural Banco da Amazônia
Av. Pres. Vargas, 800 térreo
Belém/PA
Tel 4008.3670
www.bancodamazonia.com.br

12/2/2008

Sociale

Propaganda colaborativa: o fim das agências tradicionais
Sociale Comunicação democratiza a criação publicitária.

A Sociale Comunicação, agência paulistana dos sócios Franco Rosário e Flávio Demarchi, criou, em dezembro de 2006, a primeira ferramenta de propaganda colaborativa do mundo. Em 2008, após um ano de operação, a empresa lança uma nova versão de seu site aproveitando a experiência adquirida para revolucionar o mercado publicitário brasileiro.

A ferramenta foi criada para auxiliar na divulgação de empresas e entidades de todos os tamanhos. Através do site  www.sociale.com.br, empresas, profissionais liberais e entidades podem solicitar a criação de qualquer peça de comunicação através do preenchimento de um simples formulário passo-a-passo. São criados desde folhetos até sites de internet, passando por outdoors, malas-direta e logomarcas. Tudo é feito através da internet e o cliente ainda escolhe o valor do seu investimento, ou seja, quanto vai pagar pelo trabalho.

Isto é possível graças a uma rede de colaboradores de diversas áreas, profissionais especializados do mercado responsáveis pela criação das peças, sob supervisão da agência, que garante a qualidade do trabalho e o prazo de entrega.

Como funciona
Primeiro o Cliente se cadastra gratuitamente e utiliza seu e-mail e senha para acessar a área de pedidos. Escolhendo a opção “novo trabalho” é apresentado um formulário passo-a-passo que deve ser preenchido com objetividade. Entre outros itens, a empresa irá definir o valor que deseja pagar e o prazo para receber as opções criativas. O trabalho é publicado no site, e os Colaboradores que se interessarem preparam sugestões do material solicitado. No prazo combinado o Cliente visualiza, através do próprio site, as opções de trabalho e escolhe aquela que mais gostou. O trabalho é então finalizado e entregue pronto para ser utilizado ou para ir para a gráfica.

Vantagens para os pequenos
A ferramenta apresenta diversas vantagens, principalmente às pequenas e médias empresas. A principal é permitir que elas tenham acesso a materiais publicitários de qualidade pelo preço que podem pagar. Outras vantagens são praticidade (a empresa tem acesso ao website exclusivo para solicitação e acompanhamento on-line dos seus serviços de publicidade e comunicação), atendimento feito por profissionais capacitados e grande diversidade de opções adequadas à necessidade.

E por operar através da internet, a Sociale está apta a atender empresas de todo o país. Segundo seu sócio Franco Rosário, “o objetivo maior da Sociale é democratizar os serviços de comunicação. De uma maneira simples, a idéia é mostrar para os nossos clientes que é possível trabalhar adequadamente sua marca e sua comunicação, com publicidade profissional e capacitada, pagando o preço justo por isso”.

Sobre a empresa
A Sociale é a primeira ferramenta de propaganda colaborativa do mundo. Ela representa uma nova forma de pensar o  trabalho  e  a  prestação de serviços  de  comunicação e publicidade. É uma empresa com uma nova e moderna arquitetura de processos e organização que traz benefícios para seus clientes e colaboradores.

Toda vez que um cliente solicita um trabalho ele define o valor que quer investir e a data em quer recebê-lo. seus clientes e colaboradores. O trabalho é analisado e direcionado à rede de colaboradores, que, dentro dos padrões estabelecidos pelo cliente, desenvolve opções criativas. O cliente então escolhe a melhor opção e o trabalho é desenvolvido até a entrega da solução final. Esta abordagem beneficia tanto os clientes quanto os colaboradores, permitindo-lhes maximizar os benefícios e a utilização de seu tempo para realização de seus trabalhos.


Contato

Franco Rosário
www.sociale.com.br
Blogs: comunicacaodemocratica.wordpress.com | sociale.wordpress.com
franco@sociale.com.br – MSN: sociale.comunicacao@hotmail.com – Tel.: 11-3522-5188 / 11-9159-8055

31/1/2008

Congreso Ibero-americano de Educación Artística

CONGRESSO IBÉRO-AMERICANO DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
(Nomeclatura oficial de Ensino de Arte, em Portugal, sede do evento)

22, 23 e 24 de maio de 2008

Local:
Escola Superior de Educação de Beja – Portugal

Datas Importantes:
- Submissão de proposta, resumo e CVs: 5 de Fevereiro de 2008
- Confirmação da aceitação da proposta até 5 de Março de 2008
- Inscrição no congresso: até 15 de Abril de 2008
- Envio dos textos completos: 5 de Abril de 2008

Instituições organizadoras:
- APECV: Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual;
- Instituto Politécnico de Beja: Escola Superior de Educação de Beja;
- Universidade de Évora: NECAA – Núcleo de Educação, Cultura e Artes Aplicadas.

Mais detalhes:
http://www.rede-educacao-artistica.org/ia_02_trans_temas.htm

27/1/2008

Oficina “O treinamento e a arte do ator”

OFICINA
O TREINAMENTO
E A ARTE DO ATOR

COORDENAÇÃO
Marilena Bibas

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INTERPRETAÇÃO – CORPO – VOZ

Interpretação – O Ator Criador

Técnicas Corporais – Ampliação da presença do ator – Ações Físicas

Técnicas Vocais – Trabalho sobre os ressonadores do corpo – Ações Vocais

Energia e Ação

Estudos de textos fundamentais de Brook, Grotowski e Barba

Dramaturgia do ator

Processo de criação do personagem

Montagem

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HORÁRIO

Terças e Quintas – 15:00 às 18:00 h

INÍCIO

12 de Fevereiro

INSCRIÇÕES NO LOCAL

Rua Conde de Irajá, 90 – Botafogo (Próximo ao Cobal) – Rio de Janeiro/RJ

2ª. a 6ª. de 11:00 às 18:00 H – (com Vânia)

Telefone: (21) 2539-7909

MAIS INFORMAÇÕES

Tels (21) 2537-5782 e (21) 9214-5099

PÚBLICO

Atores Profissionais e Estudantes de Teatro

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MARILENA BIBAS é Atriz, Diretora e Preparadora de Atores. Dirige o grupo OMAMË TEATRO desde 1994, com o qual já montou 13 espetáculos. Estudou no Centro di Scienze Teatrale Applicate, Teatro Porlach, Itália e participou do International School of Theatre Anthropology – ISTA, dirigida por Eugenio Barba. Recebeu bolsa de pesquisa da Rockefeller Foundation, Bellagio Center, dentro do projeto Sine Die com a artista plástica Anna Maria Maiolino e bolsa de estudos do Istituto Italiano di Cultura e Centro Ateneo Università di Roma para participação no Seminario Internazionale sulle Tecniche di Lavoro dell’ Attore em Fara Sabina e Trento, Itália. Foi professora do curso de formação da CAL Casa das Artes de Laranjeiras, durante 14 anos, nas cadeiras de Interpretação e Técnicas Corporais. Orientou cursos e oficinas no Centro Laban, Faculdades Estácio de Sá, Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Café Cultural. Atualmente faz parte do corpo docente da GET Escola de Formação de Atores em Linguagem de Televisão e dirige o LAC Laboratório do Ator Contemporâneo, onde recebe pessoas para treinamento avançado em Técnicas Teatrais. Como atriz, além dos trabalhos com o OMAMË TEATRO, se apresentou em espetáculos dirigidos por Jocy de Oliveira (Brasil e Alemanha), Pino di Buduo (Itália), Luigi Cinque (Itália), Aderbal Freire Filho, Antonio Amâncio, Regina Miranda (Cia. Atores-Bailarinos), Celina Sodré e Amir Haddad (com quem trabalhou por oito anos no Grupo Ta na Rua, do qual é co-fundadora). No momento Marilena Bibas apresenta o espetáculo Solo VOZES DE MULHERES (Premio Funarte Myriam Muniz) com direção teatral de Ivan Tanteri (Itália).

19/1/2008

Felix Richter

Recado do fotógrafo Felix Richter:

“Prezados amigos,
Na próxima terça-feira – 22.1.2008 – estou lançando o livro “Lições de um Brasil Selvagem” – com exposição de fotografias – na Galeria Tempo.
Ficaria feliz com a presença de todos,
Abraços
Felix”

Infelizmente não poderei ir ao Rio para o lançamento mas fica aqui a dica. O Felix é um fotógrafo incrível e eu espero de todo coração que o livro dele seja um absoluto sucesso.

Parabéns, Felix!

convite para o lançamento de Lições de um Brasil Selvagem, de Felix Richter.

A Tempo fica na Av. Atlântica, 1782 loja E, tel (21) 2255-4586.

13/1/2008

Geraldo Marcolini

Geraldo Marcolini
pinturas

Geraldo Marcolini - convite

inauguração: 16 de janeiro, quarta-feira, de 18h30 às 21h
exposição: 17 de janeiro a 26 de fevereiro de 2008

Centro Cultural Candido Mendes
Pequena Galeria
Rua da Assembléia, 10 subsolo
Centro
Rio de Janeiro / RJ 20011-901
Tel (21) 2531-2000 ramais 236/243

www.candidomendes.edu.br
artecentro@candidomendes.edu.br

3/1/2008

UFG lança Portal de Periódicos Eletrônicos

A Universidade Federal de Goiás (UFG) divulgou o lançamento de seu Portal Periódicos Eletrônicos, contando com 17 revistas que trazem resenhas e textos sobre resultados de pesquisas desenvolvidas na instituição. São cerca de 2 mil artigos científicos disponíveis para acesso gratuito, precisando somente fazer seu cadastro para obtenção de login e senha.
(more…)

30/11/2007

Balada Literária

Aconteceu de 15 a 18 de novembro o Balada Literária 2007, evento idealizado por Marcelino Freire e organizado por ele e Maria Alzira Brum Lemos. Aproveitando o mês da consciência negra, um dos encontros reuniu Ana Paula Maia, Xico Sá, Ferréz e o moçambicano Rogério Manjate para debater a literatura da periferia ou a representação do que é periférico na literatura. Alguns dos comentários:

“A literatura é uma margem entre as artes”, Xico Sá.

“Sempre fui da turma que fez recuperação às terças e quintas”, Ana Paula Maia.

“O país foi construído pelos negros e pelos índios e hoje não há uma dedicação a essas pessoas”, Ferréz.

“Na padaria eu vivia escrevendo, fazia poesia no papel do pão e guardava no bolso”, Ferréz.

“Sou ator. A literatura veio por via do teatro”, Rogério.

“Sim, há uma influência (de Mia Couto). Mas a tarefa dele é escrever, não abrir portas. Ele não tem culpa se deixa os outros na sombra”, Rogério.

“Nunca senti preconceito pela minha literatura”, Ana Paula Maia.

“Falar de literatura é muito difícil. Não é igual ao rock que você pega a guitarra e toca”, Ferréz.

“Na Suíça, foram 15 minutos de aplausos após o espetáculo… e eles não entendiam a língua”, Rogério.

“Eu nunca subi o morro, não falo disso. (Minha literatura) não é urbana, não se passa na favela. Meus personagens estão mais a margem que a margem”, Ana Paula Maia.

“É fácil jogar a culpa nos políticos e esquecer a classe média que é o motor disso tudo”, Ferréz.

“Em Moçambique a reclamação hoje é que não há literatura urbana. Mesmo Mia Couto, que é da cidade, escreve sobre o ambiente rural. O imaginário ainda é todo rural”, Rogério.

“Só lendo muito será possível chegar lá”, Ana Paula Maia (respondendo por que não há escritores de periferia fazendo literatura fantástica).

“- Por isso pedimos, de joelhos pedimos: tirem-nos tudo… mas não nos tirem a vida, não nos levem a música!”, trecho da poesia de Noémia de Sousa lida por Rogério no fim do debate.

A Balada Literária já terminou, mas ainda dá tempo de pegar a Ressaca Literária no dia 8 de dezembro, 17 horas, no Centro Cultural b_arco com Luis Fernando Veríssimo. A entrada é franca.

27/11/2007

Salão fotográfico 2007

Kock Ham Chan gentilmente nos enviou o convite do Salão de fotográfico 2007, nu artístico 2a. edição.
Vai ser na Rua das Laranjeiras, 20, no Largo do Machado (RJ), dia 7 de dezembro às 20 horas.

Salão de fotográfico 2007, nu artístico 2a. edição


Leia também Quando a arte encobre o nu, de Eric Novello.

CONVOCAÇÃO AOS PROFESSORES DE ARTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

O grupo paulista reunido na plenária da XVII CONFAEB em Florianópolis/SC, em 3 de novembro de 2007, frente ao contexto em que se encontra a AESP, vem solicitar a convocação de uma Assembléia Geral Ordinária a ser realizada no dia 01/12/2007, sábado, às 09h no Auditório da FUNARTE / SP, com os seguintes objetivos:

- resgate do histórico;
- levantamento do acervo;
- levantamento da situação jurídica;

Proposição e ações, entre elas a eleição de nova direitoria nesta data.

Os abaixo assinados se comprometem a divulgar em suas listas e nas redes de ensino a convocação para a citada assembléia.”

Participantes da reunião: Ana Bittar, Antonio Sartori, Daniela Mattos, Denise Mattos, Edna Dantas, Eneila, Ingrid Koudela, Itamar Santos, Janete Sartori, Jurema Sampaio, Mirian Celeste, Nanci Boldrini, Pio Santana, Rejane Coutinho, Roberta Puccetti, Roseli Alves.

Assinaram a Ata, no final do dia: Mirian Celeste, Jurema Sampaio, Daniela Mattos, Rejane Coutinho, Itamar Santos, Ingrid Koudela, Ana Cláudia Sanches, Edna Dantas, Ana Mae Barbosa, Monica Pellegrini, Janete Sartoni, Denise Brioschi, Ary Potyguara, Nancia M. Boldrini, Antonio Satori, Eneila e Roseli Alves.

Esta convocação tem a aprovação de Maria Cristina Pires e Maria Christina de Souza Lima Rizzi, integrantes da última diretoria eleita, tendo sido consultadas antes desta divulgação.

São Paulo, 7 de novembro de 2007
Grupo paulista presente na XVII CONFAEB em Florianópolis/SC

Solicitamos a divulgação deste e-mail para todos os professores de Arte do Estado de São Paulo, seja em escolas, instituições culturais e Ong.

Auditório da FUNARTE / SP
Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos
(Próximo ao metrô Santa Cecília e Marechal Deodoro)
CEP: 01216-001

20/11/2007

Roof Cats no Severy da Glória

A banda Roof Cats se apresenta dia 22 de novembro (quinta-feira) no Severyna da Glória.
O show começa às 20h00 e o couvert artístico é 12 reais, saindo por 10 reais na lista amiga.
O Severyna é um tradicional restaurante de comida nordestina com atrações musicais.
O Roof Cats é uma banda cover que aposta em clássicos do rock, fugindo do estilo musiquinha de formatura. U2, Lenny Kravitz, The Cure e The Police são alguns dos grupos que contribuem para o repertório.
Roof Cats traz Cássia nos vocais, Rodrigo no baixo, AG e Paulinho nas guitarras e Flamarion na bateria.

31/10/2007

Gilberto Salvador inaugura mostra Reconstruções na Almacén Galeria

A mostra Reconstruções, que faz uma ponte entre a arte e a tecnologia industrial, começa hoje na Almacén Galeria.

Exposição utiliza componentes eletrônicos para ligar arte e tecnologia industrial

Aço inoxidável e componentes eletrônicos emprestaram um ar pós-pop-arte e concretista às 18 obras do escultor Gilberto Salvador, desenvolvidas durante os últimos três anos e que estão na exposição Reconstruções, na Almacén Galeria. A mostra, cuja visitação vai de 31 de outubro a 18 de novembro, é uma seqüência da realizada Galeria do Sesi, Espaço Cultural Fiesp, no ano passado.

Com obras de títulos como “La Thuerca Plata” e “Zíper Vermelho II”, a exposição faz uma ponte entre a arte e a tecnologia industrial de ponta e explicita sua escolha pelo formalismo. Estes objetos ganham uma nova poética, sob o ponto de vista do artista, como nas peças “Sorriso Bordeaux” (foto acima) e “Fritz”, que remetem às histórias em quadrinhos (Sobrinhos do Capitão).

Salvador acredita na recriação do significado de peças industriais comuns. “Os zíperes, parafusos e cadeados são temas de minha obra, e não me restrinjo ao seu significado literário e conceitual, mas são reconstruções”, explica o artista. Os conceitos geométricos e matemáticos estão presentes em cada escultura através de retas, planos, cortes e ângulos. “Dessa forma, é criada uma nova harmonia espacial que define uma nova poética para estes objetos”, acrescenta Salvador.

A aposta na exposição das novas obras de Gilberto Salvador reforça a estética concretista que a Almacén tem assumido nos últimos anos e ratifica a opção da galeria de mostrar ao público a produção atual de nomes já consagrados no cenário das artes plásticas brasileiras. O principal objetivo da Almacén é mostrar a trajetória desses artistas, a evolução de seus trabalhos, mas sem deixar de investir sempre em jovens talentos.

Serviço:
Reconstruções – Gilberto Salvador
Local: Almacén Galeria
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 2150, Bloco G, lojas F e M – Barra da Tijuca
Visitação: de 31 de outubro (quarta-feira) a 18 de novembro (domingo).
Horários: segunda, das 12h às 22h; de terça a sábado, das 10h às 22h e domingo, das 15h às 21h.
Telefone: (21) 3325 8622
Entrada franca